The Portuguese south west coast: rough, covetously beauty!/Die Portugiesische Süd-West Küste: rauhe, begehrliche Schönheit!/Costa do sudoeste de Portugal: beleza selvagem

BRITAIN

The Portuguese south west coast: rough, covetously beauty!

Text and photos: Jurgen Gross*, projectmanager for Hostelling International, invited guest

Take an old Campingbus, two grown up ‘children of the fifties / sixties’, take some weeks time and the never ending passion for traveling… and you will find the South West coast of Portugal an ideal destination to discover natural, rough beauty.

Belezas naturais
Natural sites

Ideal for long walks along the unspoiled sea carved cliffs, beaches in between, ideal for surfing and swimming in small bay’s. Villages are still authentic, locals are ever so friendly.

Vilarejos autênticos
Villages are still authentic

The bakery often still sells wood baked bread, a tasty meal at a small restaurant near the beach is not costing a fortune either. Safety is not an issue. Neither is wild camping anywhere with your Van. Life is still old fashion good in that part of Portugal. No big business centers, no Algarve mass tourism. This entire part of Portugal’s south west coast is a well preserved Natural Park, just ideal for rural tourism.

Praias encantadoras
Beautiful beaches

We started from Sagres in the far south of the west point with its dramatic scenery from the old fortres and the light house, watching sailors for centuries high above the sea.

Mas from this site: Lisboa Coast Tours Services
Map from this site: Lisboa Coast Tours Services

Amado beach is one of the Mekka’s for surfers in that part of unspoiled Portugal, not even an hour north.  Rocks in front of the many cliffs, sometimes suddenly appear in the regularly misty sea (cold, upcoming mist is a phenomena during several weeks in July) and look like castles of historic times. Arrifana and Aljezur, small places along your way up, offering lovely walks and good, priceless accommodation.  There is excellent hiking all along the coastline! Spectacular is the Rota Vicentina Trail with about 340 km from Sagres to Santiago do Cacem in the Alentejo, or the other way around.

Amado Beach
Amado Beach

It took us 14 days to slowly make our way up to Lisbon and down, to see the stork’s nests on the chimneys

Ninho de cegonhas
The stork’s nests on the chimneys

or electricity pals, the greeneries, the old agricultural machinery, friendly fishermen in their white, blue and green boats,

Fishermen boats
Fishermen boats

the small churches and walk within the narrow streets of the slow and authentic life in the villages.  Lisbon itself was an award of its own and worth lot’s of more extra days. We need to come back and explore more of that city! If you wish to take a step back from rushing life and relax within Europe: discover the Portuguese South West coast yourself!

Two "children"
Two “children”

*Jurgen Gross, Dutchmen from German origin, is travelling ever since he is 18. As a former journalist and current projectmanager for Hostelling International, he has visited more than 80 countries. He still is on the road 5 to 6 months a year.

If you want to read more about Portugual, click here.

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Die Portugiesische Süd-West Küste: rauhe, begehrliche Schönheit!

Text und fotos: Jurgen Gross*, Projektmanager bei Hostelling International, erfahrener Reisender

Nimm einen alten Campingbus, zwei inzwischen erwachsene Kids der  50er/ 60er Jahre, nimm dir einige Wochen Zeit und deine nie endende Leidenschaft für das Reisen … und du findest an der Südwestküste von Portugal ein ideales Ziel, um natürliche, rauhe Schönheit zu entdecken.

Belezas naturais
Natürliche, rauhe Schönheit

Ideal für lange Spaziergänge entlang dem unberührten Meer, steilaufragenden Klippen, dazwischen Strände ideal zum Surfen und Schwimmen und  kleinen Buchten.

Die Dörfer sind immer noch authentisch, die Einheimischen  immer sehr freundlich.

Vilarejos autênticos
Die Dörfer sind immer noch authentisch

Die Bäckerei verkauft oft noch  Holzofenbrot, ein leckeres Essen in einem kleinen Restaurant in der Nähe des Strandes kostet auch nicht ein Vermögen.  Sicherheit ist kein Thema und auch das  “wilde Campen”  mit dem Van ist überall kein Problem. Das Leben in diesem Teil von Portugal ist immer noch  gute alte Tradition. Keine großen Geschäftszentren, kein Algarve Massentourismus. Dieser gesamte Teil der portugiesischen Südwestküste ist ein gut erhaltenes Naturpark, geradezu ideal für  ländlichen Tourismus.

Praias encantadoras
Schöne Strände

Wir begannen unsere Reise in Sagres im äußersten Süden am westlichsten Punkt mit seiner beeindruckenden Landschaft, dem alten Fort und dem Leuchtturm, von wo aus seit Jahrhunderten Matrosen auf hoher See beobachtet werden konnten.

Karte von das site: Lisboa Coast Tours Services
Karte von der site: Lisboa Coast Tours Services

Der Amado Strand ist ein Mekka für Surfer in diesem Teil des unberührten Portugals nicht einmal eine Stunde weiter nördlich. Manchmal erscheinen urplötzlich aus dem nebligen Meer Felsen vor den vielen Klippen, (ein durch Kälte verursachtes Phänomen während mehrerer Wochen im Juli), und sie schauen aus wie Burgen aus historischen Zeiten.

Der Amado Strande
Der Amado Strand

Arrifana und Aljezur sind kleine Orte  auf dem Weg nach Norden und sie bieten schöne Wanderrouten und gute, bezahlbare Unterkünfte. Es gibt ausgezeichnete Wanderwege entlang der Küste! Spektakulär ist der Rota Vicentina Trail mit etwa 340 km von Sagres nach Santiago do Cacem im Alentejo, oder umgekehrt.

Wir brauchten 14 Tage für unsere gemächliche Reise von und nach Lissabon, um die Storchennester auf den Schornsteinen, die Strommasten, die Grünflächen, die alten Landmaschinen, die freundlichen Fischer in ihren weißen, blauen und grünen Booten, die kleinen Kirchen zu sehen und durch die engen Gassen in den Dörfern mit ihrem gemächlichen und authentisches Leben zu spazieren.

Lissabon selbst war dann wie eine  spezielle Belohnung für sich und lohnt  zusätzliche Tage. Wir müssen wiederkommen und mehr von dieser Stadt entdecken! Falls Sie von ihrem stressigen Leben eine Auszeit nehmen wollen und Sie innerhalb Europas entspannen möchten, dann machen Sie sich auf und “Entdecken” Sie die portugiesische Südwestküste für sich selbst!

Two "children"
Zwei inzwischen erwachsene Kids der 50er/60er Jahre

*Jürgen Gross, Holländer mit deutschen Wurzeln, reist seit seinem  18. Lebensjahr. Der ehemalige Journalist ist aktuell Projektmanager bei Hostelling International. Er besuchte mehr als 80 Länder dieser Erde. Immer noch ist er  5-6 Monate pro Jahr auf Achse.

Mehr Informationen über Portugal.

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Costa do sudoeste de Portugal: beleza selvagem

Jurgen Gross, gerente de projetos do Hostelling International, viajante convidado*

Pegue um velho motorhome, dois adultos  que eram crianças nascidas nas décadas de cinquenta e sessenta , tire algumas semanas livres e uma paixão sem fim por viagens…e você vai achar o Sudoeste de Portugal um destino ideal para descobrir belezas rústicas e naturais.

Belezas naturais
Belezas naturais

É ideal para se fazer longas caminhadas nas falésias esculpidas pelo mar, nas praias existentes entre essas falésias, para a pratica do surf e natação nas pequenas baías. As cidadezinhas são ainda autênticas e os habitantes são muito simpáticos.

Vilarejos autênticos
Vilarejos autênticos

A padaria ainda vende pão assado em forno de lenha, uma saborosa refeição perto da praia não custa uma fortuna. Segurança não é um problema. Você pode estacionar seu veículo em qualquer lugar, não é obrigatório utilizar áreas destinadas a estacionamento de motorhomes. Não tem grandes shoppings centers, nem turismo de massa como o praticado no Algarve.

Esta parte inteira do sudoeste da costa de Portugal é um Parque Natural bem preservado, propício ao turismo rural.

Praias encantadoras
Praias encantadoras

Partimos de Sagres, no extremo sul do ponto ocidental, com seu cenário dramático a partir do velho forte e do farol, que observam de cima, desde séculos, os marinheiros.

Mapa retirado do site Lisboa Coast Tours Services
Mapa retirado do site Lisboa Coast Tours Services

Praia do Amado é uma Meca para surfistas naquela parte intocada de Portugal, menos de uma hora ao norte de Sagres. Rochas na frente dos muitos penhascos, às vezes aparecem subitamente no mar regularmente enevoado (frio, uma névoa próxima do mar é um fenômeno durante várias semanas em Julho), parecem velhos castelos de tempos históricos.

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Praia do Amado

Arrifana e Aljezur, pequenas cidades localizadas na subida, oferecem agradáveis caminhadas e boas acomodações com preços justos.

Há excelentes caminhadas ao longo da costa! A trilha da Rota Vicentina é espetacular, com cerca de 340 km de Sagres para Santiago do Cacem, no Alentejo, ou no sentido contrário.

Levamos 14 dias para fazer lentamente o nosso caminho até Lisboa e descer, para ver os ninhos de cegonha sobre as chaminés,

Ninho de cegonhas
Ninho de cegonhas

os espaços verdes, a velha maquinaria agrícola, os pescadores simpáticos em seus barcos brancos, azuis e verdes,

Os barcos dos pescadores
Os barcos dos pescadores

as pequenas igrejas e caminhar entre as ruas estreitas de vida lenta e autêntica dos vilarejos.

Lisboa em si era um prêmio, por isso valeu a pena acrescentar mais uns dias extras. Precisamos voltar e explorar mais daquela cidade! Se você quiser diminuir seu ritmo de vida agitada e relaxar na Europa: descubra a costa sudoeste de Portugal!

As duas "crianças"
Os dois adultos que eram crianças nascidas nas décadas de cinquenta e sessenta

*Jurgen Gross, holandês, com origem alemã, viaja desde os 18 anos. Ex-jornalista, atualmente trabalha como gerente de projetos do Hostelling International, já visitou mais de 80 países. Ele continua viajando durante 5 a 6 meses no ano.

Para conhecer mais sobre Portugal, clique aqui.

 

 

 

Auf dem Dach Europas – der Mont Blanc/On the roof of Europe – the Montblanc/No telhado da Europa – Mont Blanc

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Auf dem Dach Europas – der Mont Blanc

Eines Tages fragte mich ein Freund, ein versierter und erfahrener Bergwanderer und Kletterer, ob ich nicht einmal an einer seiner Touren teilnehmen möchte. Ich sagte “Já”, vorausgesetzt er traut mir das auch zu. Er sagte, das reine Kletterprofil dieser Tour ist relativ einfach, wichtig wäre eine gute Fitness wegen der Anstrengung und der Höhe. Da ich nun immer mehr Interesse an solch einer Tour empfand, fragte ich ihn schliesslich auch, an welchen Berg er denn so gedacht hätte. Er grinste mich an und antwortete, “es ist nur der Mont Blanc, der höchste Berg Europas mit 4.810 Metern..!!” Ich schluckte einmal, nein viele Male und wollte schon absagen, aber er überredete mich letztendlich und so war der einzige Berg Europas, auf den ich kletterte auch gleich der höchste Europas. Nach Wochen intensiven Trainings mit täglichen Läufen ging es dann los nach Chamonix in Frankreich.

Wir Drei wählten den Normalweg  über die Westseite auf den vergletscherten Gipfel und wollten den Auf- und Abstieg wie die meisten Seilschaften in 3 Tagen bewältigen.

Tag 1: Von Les Houches per Seilbahn und Zahnradbahn zur Station Nid d’Aigle (2372 m), dann der Aufstieg zum Refuge du Goûter auf 3817m (leichte Kletterei, Grad 2) und Übernachtung.

Tag 2: Nächtlicher Start von der Hütte Refuge du Goûter  über die weiten Gletscherhänge zum Dôme du Goûter (4304 m), weiter zum Vallotbiwak (4362 m) und über den schmalen Bossesgrat auf den Montblancgipfel (4810 m). Dort oben wollten wir unser Abenteuer mit einem kleinen Glas Rotwein feiern, aber dieser war leider gefroren 😦

Der Abstieg verlief über die gleiche Route mit Übernachtung im Refuge Tête Rousse (3167 m).

Tag 3: Abstieg zur Station Nid d’Aigle, Fahrt bis Les Houches und Heimfahrt nach Deutschland.

Total erschöpft aber um so stolzer, diese Tour geschafft zu haben, diese Tour mit Steigeisen, Schnee und Eis im hochalpinen Bereich mit sehr dünner Luft, liessen uns diese Tour  zu einem unvergesslichen Erlebnis werden.

Wir trafen unterwegs Experten, die uns sagten, dass diese Montblancbesteigung mit der Besteigung des Kilimandjaro in Afrika durchaus vergleichbar wäre. Mir persönlich hat es gereicht, einfach nur auf dem Dach Europas gewesen zu sein…einfach fantastisch !!!

Mehr Informationen über Mont-Blanc.

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No telhado da Europa – Mont Blanc

Um dia recebi um convite irrecusável: um amigo, experiente alpinista, me convidou para acompanhá-lo em uma de suas excursões. Eu respondi que sim, aceitaria o convite. Ele acreditava que eu era capaz de fazê-lo. Ele me disse que a escalada nessa excursão seria simples, o mais importante era estar em boa forma física, devido ao esforço que seria necessário e a altura da montanha a ser escalada.

Com base nas suas palavras, me senti cada vez mais interessado nessa excursão. Finalmente, perguntei a ele qual montanha ele tinha em mente para escalarmos. Ele sorriu para mim e disse; “é apenas o Mont Blanc, a mais alta montanha da Europa” com 4.810 metros…!”. Eu engoli em seco uma vez, muitas vezes e quis cancelar minha ida. Mas, ele convenceu-me, isso significa que a única montanha que escalei na minha vida, foi também a mais alta da Europa

Depois de semanas de treinamento intensivo com corridas diárias, nos (três pessoas) dirigimos a Chamonix, na França. Escolhemos a rota normal no lado oeste dos picos glaciais e queríamos alcançar o topo em três dias. A aventura se ocorreu da seguinte forma:

Dia 1: De Les Houches por teleférico e da estação ferroviária, de trem, até Nid d’Aigle (2.372 m), a subida ao Refuge du Gouter em 3817m (fácil escalada, grau 2) e pernoite lá.

Dia 2: Do Refuge du Gouter, nas largas encostas da geleira, seguimos, à noite para o Dôme du Goûter (4304 m), continuamos para Vallotbiwak (4362 m) e chegamos ao estreito cume Bossesgrat Mont Blanc (4810 m). Descemos através da mesma rota até o Refúgio Tête Rousse (3167 m).

Quando chegamos no topo, queríamos celebrar nossa aventura bebendo uma pequena taça de vinho tinto, mas, ele estava congelado…:-(

Dia 3: Descida até a estação Nid d’Aigle, dirigir até Les Houches e ir para casa para a Alemanha. Eu estava totalmente exausto, mas muito orgulhoso de ter participado dessa excursão com grampos nos sapatos, neve e gelo nas áreas altas dos Alpes, com ar rarefeito. Esse passeio nos proporcionou uma experiência inesquescível!

Nós encontramos no caminho alpinistas experientes  que nos disseram que nossa rota de subida no Montblanc parecia com a subida do Monte Kilimanjaro, na África.

Para mim foi suficiente ter estado no telhado da Europa…simplesmente fantástico!

Para conhecer mais sobre o Mont Blanc, clique aqui.

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On the roof of Europe – the Mont Blanc

One day a friend of mine, an accomplished and experienced mountain walker and climber, if I do not  wish to participate in one of his tours. I said yes, provided he thinks I can manage this . He said the pure climbing profile of this tour is relatively simple, important would be a good fitness because of the efforts and the height. So I felt more and more interested in such a tour, I finally asked him also  which mountain he  had in mind to climb.  He grinned at me and replied, “it is only the Mont Blanc, Europe’s highest mountain with 4,810 meters .. !!” I swallowed once, no many times and wanted to cancel, but he persuaded me eventually and so the only mountain in Europe I climbed ever was equally  the highest. After weeks of intensive training with daily runs we went going to Chamonix in France.

We three chose the normal route on the west side of the glaciated peaks and we wanted to manage this in 3 days.

Day 1: From Les Houches by cable car and cog railway to station Nid d’Aigle (2372 m), then the ascent to the Refuge du Gouter on 3817m (easy climbing, grade 2) and overnight there.

Day 2: Night launch of the hut Refuge du Goûter on the wide glacier slopes to the Dôme du Goûter (4304 m), continue to Vallotbiwak (4362 m) and over the narrow Bossesgrat Mont Blanc summit (4810 m). On the top we wanted to celebrate our adventure with a small glass of red wine, but, it was unfortunately frozen…:-(  The descent runs via the same route with overnight in the Refuge Tête Rousse (3167 m).

Day 3: Descent to the Nid d’Aigle station, drive to Les Houches and drive home to Germany.

Totally exhausted but so proud to have done this tour, this tour with crampons, snow and ice in the high alpine area with very thin air, this tour allowed us to be an unforgettable experience.

We met on the road experts who told us that this Montblanc ascents would be quite similar to the ascent of Kilimanjaro in Africa. For me personally it was enough to have been on the roof of Europe … just fantastic !!!

More information about Montblanc.

Auf dem Weg zum Abenteuer/No caminho para começar a aventura/On the way to start the adventure
Auf dem Weg zum Abenteuer/No caminho para começar a aventura/On the way to start the adventure
Ankunft für die Übernachtung auf 3.900 Metern/Chegada em 3.900 metros para pernoite/Arrival at 3.900 meters for overnight
Ankunft für die Übernachtung auf 3.900 Metern/Chegada em 3.900 metros para pernoite/Arrival at 3.900 meters for overnight
Ein Blick nach oben/ Uma vista ascendente/An upward view
Ein Blick nach oben/ Uma vista ascendente/An upward view
Unsere Route zum Gipfel/Nosso caminho para o topo/Our route to the top
Unsere Route zum Gipfel/Nosso caminho para o topo/Our route to the top
Schmales Grat auf 4.500 Metern/Caminho estreito em 4.500 metros/Narrow ridge on 4,500 meters
Schmales Grat auf 4.500 Metern/Caminho estreito em 4.500 metros/Narrow ridge on 4,500 meters
Abstieg vom Mont Blanc/Descida da Montblanc/Descent from Montblanc
Abstieg vom Mont Blanc/Descida da Montblanc/Descent from Montblanc
Der Lohn, ein Sonnenuntergang auf 4.000 Metern/A recompensa, um por do sol em 4.000 metros/The reward, a sunset on 4,000 meters
Der Lohn, ein Sonnenuntergang auf 4.000 Metern/A recompensa, um por do sol em 4.000 metros/The reward, a sunset on 4,000 meters