QUATRO BRASILEIRAS EM DUBAI/VIER BRASILIANERinnen IN DUBAI/FOUR BRAZILIANs IN DUBAI

Texto e fotos: Fátima, vizinha eterna de Márcia

Planejamos nossa permanência de 5 dias em Dubai nos seus mínimos detalhes, por nossa conta e risco.

Localização dos Emiratos Árabes no mundo/Lage der Vereinigten Arabischen Emirate in der Welt/Location of the United Arab Emirates in the world.Fonte/Source/Quelle: https://www.euratlas.net/geography/world/countries/united_arab_emirates.html
Fonte/Quelle/Source: https://www.lonelyplanet.com/maps/middle-east/united-arab-emirates/

Saímos de Natal até o Rio pela Gol, às 17h00, num voo direto, por quase 3 horas, chegando ao Galeão por volta das 20h00. Tivemos que aguardar o voo para Dubai previsto para 2h00 da manhã seguinte; portanto, ficamos esperando o horário do voo por 6h00! Embarcamos às 2h00 pela Emirates, num voo que vinha de Buenos Aires. A lotação do avião: 100%! O serviço de bordo e tratamento de comissários foi exemplar, porém, os assentos eram muito desconfortáveis por serem juntos e pouco espaçosos. Afinal foram 14h00 de voo até Dubai!

Em Dubai são 7h00 a mais que no Brasil. Deste modo, chegamos lá às 16h00 – hora de Brasília, e às 23h00 – hora local.

A suntuosidade e a grandeza saltam à nossa vista ao circularmos no Aeroporto de Dubai. Os serviços de alfândega e de trânsito de estrangeiros é rápido e objetivo, sem intercorrências. Dentro do aeroporto há lojas de operadoras de telefonia celular para a venda de chips: escolhemos a ETISALAT, a primeira loja ao sairmos das barreiras alfandegária e de passaporte. Tudo muito prático, mesmo sem falarmos o idioma local: nada que um misto de idiomas anglo-hispânico não resolva.

Pegamos um taxi para o nosso hotel, o Best Western Pearl Plus Creek, localizado às margens do Dubai Creek: 15 minutos, apenas, e pagamos 40 dihrans que, divididos por 4 ficou em conta. Naquele momento, o Dihran estava mais valorizado que o Real: R$1,00 equivaleu a Dh 1,40.—-> 1Dh = R$ 1,40

Nossa taxista estava devidamente vestida como muçulmana, de poucas palavras, mas, competente ao volante.

Chegamos ao Hotel, nos instalamos num quarto para 4 pessoas. Excelentes instalações, uma recepção muito simpática ( havíamos reservado este hotel 6 meses antes pelo site do Hoteis.com). Deixamos tudo no quarto e subimos ao último andar do hotel para apreciar a paisagem e tomar um drink comemorando a nossa chegada. A vista do alto do hotel é um espetáculo!

Canal Deira, no dia em que chegamos, do alto do hotel/Canal Deira, am Tag unserer Ankunft, von der Spitze des Hotels/Canal Deira, the day we arrived, from the top of the hotel /

De lá avistamos o canal Dubai Creek, as embarcações nos seus mais variados modelos, algumas bem estilosas, outras mais simples que remetem ao passado provinciano da cidade: afinal, a Dubai moderna tem apenas 30 anos! Avistamos, ao longe, a grande moldura – Dubai Frame, a maior moldura do mundo.

Aliás, daí pra frente, tudo o que vimos em Dubai moderna “é o maior do mundo!”.

Descemos para descansar e iniciar nosso passeio após merecido repouso.

Algumas horas depois, acordamos e fomos ao café do hotel: frutas, muitas tâmaras, damascos, romãs, alguns pratos apimentados, feijões diversos, coalhadas, enfim, tudo o que é característico do mundo árabe. Após o café, “pernas para que te quero!”.

Iniciamos nossa caminhada pelo Deira, bairro onde fica o hotel, local dos mais antigos da cidade, onde se encontram ruas estreitas,

muito comércio,

O maior anel de ouro do mundo nessa vitrine: 63 kg./Der größte Goldring der Welt in diesem Fenster: 63 kg./The biggest gold ring in the world in this window: 63 kg.

edificações nostálgicas, souks variados- mercados, tudo isto sob um calor escaldante!

Ah, esqueci de mencionar que fomos à época do Ramadan, a páscoa dos muçulmanos, que iniciou em 04 de maio e terminou em 05 de junho. Neste período, não se come durante o dia; é proibido fumar e beber e, mesmo os estrangeiros, não devem fazê-lo em público, estando liberados a partir do pôr do sol. Só podíamos comer e beber em ambientes fechados com cortinas ou lonas.

Fomos informadas que, neste período, o comércio tem uma queda no seu movimento e as ruas ficam mais tranquilas para o turista.

Passamos o dia conhecendo locais e apreciando as casas antigas de sheiks,

mercados, toda uma arquitetura rústica e de uma beleza inigualável.

No dia seguinte, fomos ao Bur Dubai, do outro lado do canal. Pegamos um “abra”, um pequeno barco que faz a travessia do canal e funciona durante 24 horas. A tarifa é Dh1.

Ao chegar no Bur Dubai o encantamento é grande: construções antigas resguardam o local mais antigo de Dubai, onde iniciou a cidade e que conserva até hoje muitas residências de arrojadas formas arquitetônicas com um característico e funcional sistema de ventilação estabelecido numa torre. No Bur Dubai fica o Museu de Dubai, uma visita imperdível, onde encontramos toda ancestralidade de cidade, a bela história de seu povo…

Atualmente, muitas casas antigas sediam restaurantes, exposições de artes, feiras, museus diversos como o Museu do Café…

Além disso, você se depara a todo instante com uma mesquita: Dubai possui cerca de 600 mesquitas! Basta você olhar para o alto e já vê um minarete ao seu lado! No Mês da Ramadan, os muçulmanos rezam 5 vezes ao dia:

acordávamos todos os dias às 4h20 ou 4h30 da manhã, nos primeiros raios de sol, com as sonoras orações propagadas ao redor, vindas de uma mesquita.

Podemos nos deparar, também, com um acampamento de beduínos, com camelos de duas corcovas, com falcões, tudo em pleno Bur Dubai!

No dia seguinte, fomos de metrô para Downtown, onde estava agendada uma visita ao Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo.

As estações de metrô são um espetáculo à parte: cada uma mais bela que a outra. Em quase todas, a história de Dubai é contada através de fotos enormes, como se fossem murais.

Tudo muito organizado, limpo e seguro!

A vista lá de cima do Burj Khalifa é muito bela: tem-se a dimensão da área desértica e plana, hoje já povoada, e a visão do golfo pérsico que os dubaienses preferem chamar de golfo arábico. Esta visita valeu o dinheiro pago. Compramos o ingresso antecipadamente, pela internet. Tudo exemplarmente organizado.

Em seguida, ficamos no Dubai Mall e fomos ao Aquário. É uma visita interessante, mas, não indispensável; melhor que isto é assistir ao jogo sincronizado de luzes na Dubai Fountain, num lago artificial, tendo como pano de fundo o Burj Khalifa que, também, apresenta-se com um jogo de luzes que produz um efeito espetacular para os visitantes.

No dia seguinte, fomos visitar o Za’abel Park, uma maravilhosa área verde, florida e relaxante.

Zabeel Park

Ao seu lado foi construída a maior moldura do mundo: the Frame. Sua grandeza se destaca não só pelo tamanho, mas, pelo belo dourado de seu revestimento que, ao pôr do sol, reluz tal qual o ouro. Você pode subir e atravessar de um lado para o outro. Optamos por não fazê-lo, já que a travessia é extensa e sobre um piso de vidro, o que poderia nos causar algum desconforto. Além disso, subir até lá e atravessar de um lado a outro custa Dh140!

O passeio para Abu Dhabi foi interessante: o museu do Louvre, o parque da Ferrari, a Grande Mesquita. A Grande Mesquita é muito suntuosa, de uma riqueza de detalhes do teto ao piso. Porém, não me seduziu tanto. O Museu do Louvre é sombrio, embora apresente uma arte esplendorosa. Pessoalmente e guardada as características de cada um, prefiro revisitar o Museu de Dubai. O Parque temático da Ferrari é só para os aficionados; não me impressionou. Não voltaria a visitar Abu Dhabi.

De igual modo, dispensaria a visita ao deserto – através de agências: tudo muito mercantilizado, fora de contexto. Esperávamos uma visita a um acampamento de beduínos, tudo bem caracterizado. O que vimos foi uma adaptação de tudo o que era antes, revestido de uma modernidade que não encanta. Para mim, dispensável.

No dia seguinte fomos visitar o WAFI City, um luxuoso complexo de hotel design, residencial, com restaurantes e uma área comercial equipada com pirâmides, hieróglifos e estátuas de Ramsés e Anubis, tudo no estilo do antigo Egito, localizado a leste de Bur Dubai; outra visita imperdível!

Terminamos nossa visita com um breve retorno ao Bur Dubai, onde a cidade começou, onde também começou nossa caminhada e consagramos nosso passeio com uma travessia no Dubai Creek, de volta ao hotel pois, às 23h00 deveríamos encontrar outras duas brasileiras para iniciarmos nossa excursão ao Japão.

Dubai é inesquecível e muito sedutora, mais pela parte clássica ou antiga do que pela parte moderna – de arranha céus imponentes.

Ainda sinto o sabor do suco de romãs com limão, hortelã, gelo picado e soda!

Quem sabe, retornaremos…

Quer conhecer mais sobre Dubai? Clique aqui.

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você também pode “viajar” pelo Brasil conhecendo nosso  livro impresso 66 Brasil e sua versão digital 66 Belezas do Brasil.

VIER BRASILIANERinnen IN DUBAI

Texte und fotos: Fátima, „ewige“ Nachbarin von Márcia

Wir planen unseren fünftägigen Aufenthalt in Dubai bis ins kleinste Detail und auf eigenes Risiko.

Localização dos Emiratos Árabes no mundo/Lage der Vereinigten Arabischen Emirate in der Welt/Location of the United Arab Emirates in the world.Fonte/Source/Quelle: https://www.euratlas.net/geography/world/countries/united_arab_emirates.html
Fonte/Quelle/Source: https://www.lonelyplanet.com/maps/middle-east/united-arab-emirates/

Wir verließen Natal um 17.00 Uhr mit einem Direktflug von Gol nach Rio und kamen gegen 20.00 Uhr in Galeão an. Wir mussten dann 6 Stunden auf den Flug nach Dubai warten, der am nächsten Morgen um 2:00 Uhr stattfand.

Unser Flugzeug kam von Buenos Aires und die Belegung des Flugzeugs war 100%! Der Service an Bord und das Handling der Kommissare waren vorbildlich, die Sitze waren jedoch sehr unbequem und eng. Immerhin waren es 14 Stunden Flug nach Dubai!

Dubai ist zeitlich 7 Stunden Brasilien voraus. Auf diese Weise kamen wir um 16:00 Uhr Ortszeit Brasília an, Dubaizeit 23 Uhr.

Pracht und Gröβe drängen sich in unsere Augen beim Gang durch den Flughafen. Die Zoll- und Transitservices waren schnell und effektiv. Schnell und praktisch war auch ein Chip von ETISALAT gekauft ohne jegliche Sprachprobleme.

Wir nahmen ein Taxi zu unserem Hotel, dem Best Western Pearl Plus Creek, das sich am Ufer des Dubai Creek befindet: nur 15 Minuten, und wir zahlten 40 Dirham, geteilt durch 4 Personen zum Kurs von 1Dh = R $ 1.40

Unser Taxifahrer war wie ein Muslim gekleidet, sprach wenig aber war kompetent am Steuer.

Wir kamen im Hotel an und richteten uns in einem Zimmer für 4 Personen ein. Exellente Einrichtungen, ein sehr freundlicher Empfang (wir hatten dieses Hotel 6 Monate zuvor über die Hotels.com-Website gebucht). Von der obersten Etage genossen wir dann die Aussicht und feierten mit einem Drink unsere Ankunft.  Die Aussicht von oben war auf jeden Fall ein Plus!

Canal Deira, no dia em que chegamos, do alto do hotel/Canal Deira, am Tag unserer Ankunft, von der Spitze des Hotels/Canal Deira, the day we arrived, from the top of the hotel /

Wir sahen wir den Dubai Creek Kanal, Schiffe in ihren verschiedenen Modellen, einige sehr stilvoll, einfachere, die an die Provinzstadt der Vergangenheit erinnern, schließlich ist das moderne Dubai nur 30 Jahre alt!

In der Ferne sahen wir den großartigen Rahmen – Dubai Frame, den größten Rahmen der Welt.

Übrigens ist alles, was wir im modernen Dubai gesehen haben, “das größte der Welt!”.

Ein paar Stunden später und nach verdientem Schlaf ging es zum   Frühstück: Früchte, viele Datteln, Aprikosen, Granatapfel, einige scharf gewürzten Speisen, verschiedene Bohnen, Quark, kurz gesagt, alles, was charakteristisch ist für die arabische Welt. Nach dem Frühstück brechen wir auf.

Wir beginnen unseren Rundgang in Deira, wo das Hotel ist, das   älteste Viertel  in der Stadt, enge Gassen,

viel Handel,

O maior anel de ouro do mundo nessa vitrine: 63 kg./Der größte Goldring der Welt in diesem Fenster: 63 kg./The biggest gold ring in the world in this window: 63 kg.

nostalgischen Gebäude, verschiedene Souks , Märkte und das alles unter einer sengenden Hitze!

Oh, ich vergaß zu erwähnen, dass wir uns im Ramadan befanden, dem Fastenmonat der Muslime waren, der am 4. Mai begann und am 5. Juni endete. In dieser Zeit isst man tagsüber nicht, raucht und trinkt man nicht, und sogar Ausländer sollten es nicht in der Öffentlichkeit tun, erst nach Sonnenuntergang. Wir konnten nur hinter Vorhängen oder Planen essen und trinken.

Wir wurden informiert, dass in dieser Zeit der Handel insgesamt   zurückgeht und die Straßen für die Touristen ruhiger werden.

Wir verbrachten den Tag damit unterschiedliche Orte kennenzulernen und die alten Häuser der Scheichs,

die Märkte  und die rustikalen Architektur von unvergleichlicher Schönheit zu schätzen und zu genießen.

Am nächsten Tag fuhren wir nach Bur Dubai auf der anderen Seite des Kanals. Wir nahmen ein “abra”, ein kleines Boot, das den Kanal überquert und 24 Stunden funktioniert. Der Preis ist 1 DH.

In Bur Dubai angekommen wird man quasi verzaubert, großartig: Altbauten schützen den ältesten Ort in Dubai, an dem die Stadt gegründet wurde, und beherbergen immer noch viele Häuser mit kühnen architektonischen Formen mit einem charakteristischen und funktionalen Lüftungssystem in einem Turm. In Bur Dubai befindet sich das Dubai Museum, ein unverzichtbarer Besuch, in dem wir alle Vorfahren der Stadt, die schöne Geschichte seiner Menschen finden

…Heute beherbergen viele alte Häuser Restaurants, Kunstausstellungen, Messen, Museen wie z.B. das Kaffeemuseum …

Außerdem stößt man immer auf eine Moschee: Dubai hat ungefähr 600 Moscheen! Schauen Sie einfach nach oben und Sie sehen immer ein Minarett an Ihrer Seite! Im Monat Ramadan beten die Muslime fünfmal am Tag:

Wir wachten jeden Tag um 4:20 oder 4:30 Uhr mit den ersten Sonnenstrahlen auf, und die lauten Gebete verbreiteten sich von einer Moschee aus.

Wir stieβen auch auf ein Beduinenlager, mit zweihöckrigen  Kamelen, mit Falken, und das alles in  Bur Dubai!

Am nächsten Tag fuhren wir mit der U-Bahn in die Innenstadt, wo der Burj Khalifa, das höchste Gebäude der Welt, besichtigt werden sollte.

Die U-Bahnstationen sind ein Spektakel: Jede ist schöner als die andere. In fast allen wird die Geschichte Dubais durch riesige Fotos erzählt, so als wären es Wandgemälde.

Alles sehr organisiert, sauber und sicher!

Die Aussicht von oben aus dem Burj Khalifa ist sehr schön: Man erkennt die Ausmaße des verlassenen und flachen Geländes, das jetzt bewohnt ist, und man hat den Anblick des Persischen Golfs, den die Dubaiians (oder Emiratis) den Arabischen Golf nennen. Dieser Besuch war das Geld wert. Wir haben das Ticket im Voraus über das Internet gekauft. Alles ist vorbildlich organisiert.

Dann blieben wir in der Dubai Mall und gingen ins Aquarium. Es ist ein interessanter Besuch, aber nicht unabdingbar; besser ist die synchronisierte Sound- Lightshow der Dubai Fountain in einem künstlichen See vor dem Hintergrund des Burj Khalifa.

Bei Dunkelheit mit spektakulären Effekten für die Besucher.

Am nächsten Tag besuchten wir den Za’abel Park, eine wunderschöne grüne, blumige und entspannende Gegend.

Zabeel Park

An seiner Seite wurde der größte Rahmen der Welt gebaut: the FRAME. Seine Wirkung zeichnet sich nicht nur durch seine Größe aus, sondern auch durch die Farbe des Mantels, der bei Sonnenuntergang wie Gold glänzt.

Sie können hochfahren und von einer Seite zur anderen gehen. Wir haben uns dagegen entschieden, da der Übergang sich auf einem Glasboden befindet, was zu Unwohlsein führen kann. Das Hinauffahren und Überqueren kosten 140 DH!

Die Fahrt nach Abu Dhabi war interessant: das Louvre-Museum, der Ferrari-Park, die Große Moschee. Die Große Moschee ist sehr prächtig mit einer Fülle von Details von der Decke bis zum Boden. Aber sie hat mich dennoch nicht so sehr begeistert. Das Louvre Museum ist düster, obwohl es großartige Kunst ausstellt. Persönlich und unter Beibehaltung der jeweiligen Merkmale gehe ich am liebsten noch einmal in das Dubai Museum. Abu Dhabi würde ich nicht noch einmal besuchen.

Ebenso müssten wir nicht noch einmal die Wüste besuchen –   alles sehr kommerzialisiert, aus dem Zusammenhang gerissen. Wir erwarteten einen Besuch in einem Beduinenlager, was wir dann sahen war eine Adaption von allem, was vorher war, bekleidet mit einer Modernität, die nicht erfreut. Für mich entbehrlich.

Am nächsten Tag besuchten wir WAFI City, einen luxuriösen Wohn-Design-Hotelkomplex mit Restaurants und einem Geschäftsviertel, das mit Pyramiden, Hieroglyphen und Statuen von Ramses und Anubis im Stil des alten Ägyptens im Osten von Bur Dubai ausgestattet ist. Ein weiterer Besuch, den Sie nicht verpassen sollten!

Wir beendeten unseren Besuch mit einer kurzen Rückkehr nach Bur Dubai, wo wir zwei weitere Brasilianer treffen sollten, um unsere Reise nach Japan zu initiieren.

Dubai ist unvergesslich und sehr attraktiv, mehr bezüglich des klassischen oder alten Teils als des modernen Teils – die Wolkenkratzer.

Ich verspüre immer noch den Granatapfelsaft mit Zitrone, Minze, Crushed Ice und Soda!

Wer weiß, ob wir wiederkommen werden…

Möchten Sie mehr über Dubai erfahren? Klicken Sie hier.

: Falls Sie unserem  Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert. Sie können auch durch Brasilien reisen und unser Buch 66 SEHENSWÜRDIGKEITEN IN BRASILIEN  kennenlernen und 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.

FOUR BRAZILIANs IN DUBAI

Text and photos: Fátima, “eternal” neighbor of Márcia

We plan our five-day stay in Dubai down to the smallest detail and at our own risk.

Localização dos Emiratos Árabes no mundo/Lage der Vereinigten Arabischen Emirate in der Welt/Location of the United Arab Emirates in the world.Fonte/Source/Quelle: https://www.euratlas.net/geography/world/countries/united_arab_emirates.html
Fonte/Quelle/Source: https://www.lonelyplanet.com/maps/middle-east/united-arab-emirates/

We left Natal at 17.00 with a direct flight from Gol to Rio and arrived in Galeão around 8 PM. We then had to wait 6 hours for the flight to Dubai, which was at 2 AM the next morning.

Our plane came from Buenos Aires and the occupancy  was 100%! The service on board and the handling of the commissioners were exemplary, but the seats were very uncomfortable and tight. After all, it was a 14 hours flight to Dubai!

Dubai is 7 hours ahead of Brazil. This way we arrived at 4 PM Brasília local time, Dubai time at 11 PM.

Splendor and size are in our eyes as we walk through the airport. The customs and transit services were fast and effective. Fast and convenient, a chip from ETISALAT was purchased without any language problems.

We took a taxi to our hotel, the Best Western Pearl Plus Creek, located on the shores of Dubai Creek: just 15 minutes and we paid 40 dirhams shared by 4 people at the rate of 1Dh = R $ 1.40

Our taxi driver was dressed like a Muslim, spoke little but was competent at the wheel.

We arrived at the hotel and settled in our room for 4 people. Exellent facilities, a very friendly welcome (we had booked this hotel 6 months ago via the Hotels.com website). From the top floor we enjoyed the view and celebrated with a drink our arrival. The view from the top was definitely a plus!

Canal Deira, no dia em que chegamos, do alto do hotel/Canal Deira, am Tag unserer Ankunft, von der Spitze des Hotels/Canal Deira, the day we arrived, from the top of the hotel /

We saw the Dubai Creek Canal, ships in their various models, some very stylish, simpler reminiscent of the provincial town of the past, after all, modern Dubai is only 30 years old!

In the distance we saw the great frame – Dubai Frame, the largest frame in the world.

By the way, all we have seen in modern Dubai is “the biggest in the world!”

A few hours later after a good night’s sleep we went to breakfast: fruits, many dates, apricots, pomegranate, some spicy foods, various beans, quark, in short, everything that is characteristic of the Arab world. After breakfast we leave.

We begin our tour of Deira, where the hotel is, the oldest neighborhood in the city, narrow streets,

lots of trade,

O maior anel de ouro do mundo nessa vitrine: 63 kg./Der größte Goldring der Welt in diesem Fenster: 63 kg./The biggest gold ring in the world in this window: 63 kg.

nostalgic buildings, various souks, markets and all under a scorching heat!

Oh, I forgot to mention that we were in Ramadan, the month of fasting for the Muslims, which began on May 4 and ended on June 5. During this time you do not eat during the day, you do not smoke and drink, and even foreigners should not do it in public, only after sunset. We could only eat and drink behind curtains or tarpaulins.

We have been informed that during this time the trade is decreasing and the roads are getting quieter for the tourists.

We spent the day exploring different places and appreciating and enjoying the sheikh’s old houses,

markets and rustic architecture of incomparable beauty.

The next day we drove to Bur Dubai on the other side of the canal. We took an “abra”, a small boat that crosses the canal and works 24 hours a day. The price is 1 DH.

Once you arrive in Bur Dubai, you are virtually enchanted, magnificent: old buildings protect the oldest city in Dubai where the city was founded, and still show many houses with bold architectural forms with a characteristic and functional ventilation system in a tower. In Bur Dubai is the Dubai Museum, an indispensable visit in which we find all the ancestors of the city, the beautiful history of its people

…Today many old houses house serve as restaurants, art exhibitions, fairs, museums such the coffee museum…

In addition, you always come across a mosque: Dubai has about 600 mosques! Just look up and you’ll always see a minaret by its side! In the month of Ramadan the Muslims pray five times a day:

we woke up every day at 4:20 or 4:30 AM with the first rays of sunshine, and the loud prayers spread from a mosque.

We also found a Bedouin camp, with two-humped camels, with falcons, and this all in Bur Dubai!

The next day we took the subway to downtown, where the Burj Khalifa, the tallest building in the world, was to be visited.

The subway stations are a spectacle: each one is more beautiful than the other. In almost all the history of Dubai is told through huge photos, as if they were murals.

Everything very organized, clean and safe!

The view from the top of the Burj Khalifa is very beautiful: you can see the scale of the deserted and flat terrain that is now inhabited, and you have the sight of the Persian Gulf that the Dubaiians (or Emiratis) call the Arabian Gulf. This visit was worth the money. We bought the ticket in advance via the internet. Everything is organized in an exemplary way.

Then we stayed in the Dubai Mall and went to the aquarium. It is an interesting visit, but not indispensable; better is the synchronized sound & light show of the Dubai Fountain in an artificial lake against the backdrop of the Burj Khalifa.

In the dark with spectacular effects for the visitors.

The next day we visited Za’abel Park, a beautiful green, flowery and relaxing area.

Zabeel Park

At his side was built the largest frame in the world: the FRAME. Its effect is not only characterized by its size, but also by the color of the coat, which shines like gold at sunset.

You can get up there and go from one side to the other. We decided against it, because the transition is on a glass floor, which might lead to some discomfort. The ascent and crossing cost 140 DH!

The trip to Abu Dhabi was interesting: the Louvre Museum, the Ferrari Park, the Great Mosque. The Great Mosque is really very grand with a wealth of details from the ceiling to the floor. But she did not really impress me so much.

The Louvre Museum for me is grim, though it exhibits great art.

Personally and keeping the respective characteristics, I prefer to return to the Dubai Museum. I would not visit Abu Dhabi again.

Likewise, we would not have to visit the desert again – all very commercialized, taken out of context. We were expecting a visit to a Bedouin camp, what we then saw was an adaptation of everything that was before, clothed with a modernity that does not please. Dispensable for me.

The next day we visited WAFI City, a luxury residential design hotel complex with restaurants and a business district, featuring pyramids, hieroglyphics and ancient Egyptian-style statues of Ramses and Anubis in Bur Dubai East. Another visit you should not miss!

We ended our visit with a short return to Bur Dubai, where we were to meet two more Brazilians to initiate our trip to Japan.

Dubai is unforgettable and very attractive, more in terms of the classic or old part than the modern part – the skyscrapers.

I still feel the pomegranate juice with lemon, mint, crushed ice and soda!

Who knows if we will come back …

Want to know more about Dubai? Click here.

Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Seguir” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future. You can continue traveling with us with our book Brazil´s 66 Beautiful Sites and 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.  

 

 

 

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