Arquivo da categoria: Ásia

Posts e imagens sobre lugares na Ásia.

QUATRO BRASILEIRAS EM DUBAI/VIER BRASILIANERinnen IN DUBAI/FOUR BRAZILIANs IN DUBAI

Texto e fotos: Fátima, vizinha eterna de Márcia

Planejamos nossa permanência de 5 dias em Dubai nos seus mínimos detalhes, por nossa conta e risco.

Localização dos Emiratos Árabes no mundo/Lage der Vereinigten Arabischen Emirate in der Welt/Location of the United Arab Emirates in the world.Fonte/Source/Quelle: https://www.euratlas.net/geography/world/countries/united_arab_emirates.html
Fonte/Quelle/Source: https://www.lonelyplanet.com/maps/middle-east/united-arab-emirates/

Saímos de Natal até o Rio pela Gol, às 17h00, num voo direto, por quase 3 horas, chegando ao Galeão por volta das 20h00. Tivemos que aguardar o voo para Dubai previsto para 2h00 da manhã seguinte; portanto, ficamos esperando o horário do voo por 6h00! Embarcamos às 2h00 pela Emirates, num voo que vinha de Buenos Aires. A lotação do avião: 100%! O serviço de bordo e tratamento de comissários foi exemplar, porém, os assentos eram muito desconfortáveis por serem juntos e pouco espaçosos. Afinal foram 14h00 de voo até Dubai!

Em Dubai são 7h00 a mais que no Brasil. Deste modo, chegamos lá às 16h00 – hora de Brasília, e às 23h00 – hora local.

A suntuosidade e a grandeza saltam à nossa vista ao circularmos no Aeroporto de Dubai. Os serviços de alfândega e de trânsito de estrangeiros é rápido e objetivo, sem intercorrências. Dentro do aeroporto há lojas de operadoras de telefonia celular para a venda de chips: escolhemos a ETISALAT, a primeira loja ao sairmos das barreiras alfandegária e de passaporte. Tudo muito prático, mesmo sem falarmos o idioma local: nada que um misto de idiomas anglo-hispânico não resolva.

Pegamos um taxi para o nosso hotel, o Best Western Pearl Plus Creek, localizado às margens do Dubai Creek: 15 minutos, apenas, e pagamos 40 dihrans que, divididos por 4 ficou em conta. Naquele momento, o Dihran estava mais valorizado que o Real: R$1,00 equivaleu a Dh 1,40.—-> 1Dh = R$ 1,40

Nossa taxista estava devidamente vestida como muçulmana, de poucas palavras, mas, competente ao volante.

Chegamos ao Hotel, nos instalamos num quarto para 4 pessoas. Excelentes instalações, uma recepção muito simpática ( havíamos reservado este hotel 6 meses antes pelo site do Hoteis.com). Deixamos tudo no quarto e subimos ao último andar do hotel para apreciar a paisagem e tomar um drink comemorando a nossa chegada. A vista do alto do hotel é um espetáculo!

Canal Deira, no dia em que chegamos, do alto do hotel/Canal Deira, am Tag unserer Ankunft, von der Spitze des Hotels/Canal Deira, the day we arrived, from the top of the hotel /

De lá avistamos o canal Dubai Creek, as embarcações nos seus mais variados modelos, algumas bem estilosas, outras mais simples que remetem ao passado provinciano da cidade: afinal, a Dubai moderna tem apenas 30 anos! Avistamos, ao longe, a grande moldura – Dubai Frame, a maior moldura do mundo.

Aliás, daí pra frente, tudo o que vimos em Dubai moderna “é o maior do mundo!”.

Descemos para descansar e iniciar nosso passeio após merecido repouso.

Algumas horas depois, acordamos e fomos ao café do hotel: frutas, muitas tâmaras, damascos, romãs, alguns pratos apimentados, feijões diversos, coalhadas, enfim, tudo o que é característico do mundo árabe. Após o café, “pernas para que te quero!”.

Iniciamos nossa caminhada pelo Deira, bairro onde fica o hotel, local dos mais antigos da cidade, onde se encontram ruas estreitas,

muito comércio,

O maior anel de ouro do mundo nessa vitrine: 63 kg./Der größte Goldring der Welt in diesem Fenster: 63 kg./The biggest gold ring in the world in this window: 63 kg.

edificações nostálgicas, souks variados- mercados, tudo isto sob um calor escaldante!

Ah, esqueci de mencionar que fomos à época do Ramadan, a páscoa dos muçulmanos, que iniciou em 04 de maio e terminou em 05 de junho. Neste período, não se come durante o dia; é proibido fumar e beber e, mesmo os estrangeiros, não devem fazê-lo em público, estando liberados a partir do pôr do sol. Só podíamos comer e beber em ambientes fechados com cortinas ou lonas.

Fomos informadas que, neste período, o comércio tem uma queda no seu movimento e as ruas ficam mais tranquilas para o turista.

Passamos o dia conhecendo locais e apreciando as casas antigas de sheiks,

mercados, toda uma arquitetura rústica e de uma beleza inigualável.

No dia seguinte, fomos ao Bur Dubai, do outro lado do canal. Pegamos um “abra”, um pequeno barco que faz a travessia do canal e funciona durante 24 horas. A tarifa é Dh1.

Ao chegar no Bur Dubai o encantamento é grande: construções antigas resguardam o local mais antigo de Dubai, onde iniciou a cidade e que conserva até hoje muitas residências de arrojadas formas arquitetônicas com um característico e funcional sistema de ventilação estabelecido numa torre. No Bur Dubai fica o Museu de Dubai, uma visita imperdível, onde encontramos toda ancestralidade de cidade, a bela história de seu povo…

Atualmente, muitas casas antigas sediam restaurantes, exposições de artes, feiras, museus diversos como o Museu do Café…

Além disso, você se depara a todo instante com uma mesquita: Dubai possui cerca de 600 mesquitas! Basta você olhar para o alto e já vê um minarete ao seu lado! No Mês da Ramadan, os muçulmanos rezam 5 vezes ao dia:

acordávamos todos os dias às 4h20 ou 4h30 da manhã, nos primeiros raios de sol, com as sonoras orações propagadas ao redor, vindas de uma mesquita.

Podemos nos deparar, também, com um acampamento de beduínos, com camelos de duas corcovas, com falcões, tudo em pleno Bur Dubai!

No dia seguinte, fomos de metrô para Downtown, onde estava agendada uma visita ao Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo.

As estações de metrô são um espetáculo à parte: cada uma mais bela que a outra. Em quase todas, a história de Dubai é contada através de fotos enormes, como se fossem murais.

Tudo muito organizado, limpo e seguro!

A vista lá de cima do Burj Khalifa é muito bela: tem-se a dimensão da área desértica e plana, hoje já povoada, e a visão do golfo pérsico que os dubaienses preferem chamar de golfo arábico. Esta visita valeu o dinheiro pago. Compramos o ingresso antecipadamente, pela internet. Tudo exemplarmente organizado.

Em seguida, ficamos no Dubai Mall e fomos ao Aquário. É uma visita interessante, mas, não indispensável; melhor que isto é assistir ao jogo sincronizado de luzes na Dubai Fountain, num lago artificial, tendo como pano de fundo o Burj Khalifa que, também, apresenta-se com um jogo de luzes que produz um efeito espetacular para os visitantes.

No dia seguinte, fomos visitar o Za’abel Park, uma maravilhosa área verde, florida e relaxante.

Zabeel Park

Ao seu lado foi construída a maior moldura do mundo: the Frame. Sua grandeza se destaca não só pelo tamanho, mas, pelo belo dourado de seu revestimento que, ao pôr do sol, reluz tal qual o ouro. Você pode subir e atravessar de um lado para o outro. Optamos por não fazê-lo, já que a travessia é extensa e sobre um piso de vidro, o que poderia nos causar algum desconforto. Além disso, subir até lá e atravessar de um lado a outro custa Dh140!

O passeio para Abu Dhabi foi interessante: o museu do Louvre, o parque da Ferrari, a Grande Mesquita. A Grande Mesquita é muito suntuosa, de uma riqueza de detalhes do teto ao piso. Porém, não me seduziu tanto. O Museu do Louvre é sombrio, embora apresente uma arte esplendorosa. Pessoalmente e guardada as características de cada um, prefiro revisitar o Museu de Dubai. O Parque temático da Ferrari é só para os aficionados; não me impressionou. Não voltaria a visitar Abu Dhabi.

De igual modo, dispensaria a visita ao deserto – através de agências: tudo muito mercantilizado, fora de contexto. Esperávamos uma visita a um acampamento de beduínos, tudo bem caracterizado. O que vimos foi uma adaptação de tudo o que era antes, revestido de uma modernidade que não encanta. Para mim, dispensável.

No dia seguinte fomos visitar o WAFI City, um luxuoso complexo de hotel design, residencial, com restaurantes e uma área comercial equipada com pirâmides, hieróglifos e estátuas de Ramsés e Anubis, tudo no estilo do antigo Egito, localizado a leste de Bur Dubai; outra visita imperdível!

Terminamos nossa visita com um breve retorno ao Bur Dubai, onde a cidade começou, onde também começou nossa caminhada e consagramos nosso passeio com uma travessia no Dubai Creek, de volta ao hotel pois, às 23h00 deveríamos encontrar outras duas brasileiras para iniciarmos nossa excursão ao Japão.

Dubai é inesquecível e muito sedutora, mais pela parte clássica ou antiga do que pela parte moderna – de arranha céus imponentes.

Ainda sinto o sabor do suco de romãs com limão, hortelã, gelo picado e soda!

Quem sabe, retornaremos…

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VIER BRASILIANERinnen IN DUBAI

Texte und fotos: Fátima, „ewige“ Nachbarin von Márcia

Wir planen unseren fünftägigen Aufenthalt in Dubai bis ins kleinste Detail und auf eigenes Risiko.

Localização dos Emiratos Árabes no mundo/Lage der Vereinigten Arabischen Emirate in der Welt/Location of the United Arab Emirates in the world.Fonte/Source/Quelle: https://www.euratlas.net/geography/world/countries/united_arab_emirates.html
Fonte/Quelle/Source: https://www.lonelyplanet.com/maps/middle-east/united-arab-emirates/

Wir verließen Natal um 17.00 Uhr mit einem Direktflug von Gol nach Rio und kamen gegen 20.00 Uhr in Galeão an. Wir mussten dann 6 Stunden auf den Flug nach Dubai warten, der am nächsten Morgen um 2:00 Uhr stattfand.

Unser Flugzeug kam von Buenos Aires und die Belegung des Flugzeugs war 100%! Der Service an Bord und das Handling der Kommissare waren vorbildlich, die Sitze waren jedoch sehr unbequem und eng. Immerhin waren es 14 Stunden Flug nach Dubai!

Dubai ist zeitlich 7 Stunden Brasilien voraus. Auf diese Weise kamen wir um 16:00 Uhr Ortszeit Brasília an, Dubaizeit 23 Uhr.

Pracht und Gröβe drängen sich in unsere Augen beim Gang durch den Flughafen. Die Zoll- und Transitservices waren schnell und effektiv. Schnell und praktisch war auch ein Chip von ETISALAT gekauft ohne jegliche Sprachprobleme.

Wir nahmen ein Taxi zu unserem Hotel, dem Best Western Pearl Plus Creek, das sich am Ufer des Dubai Creek befindet: nur 15 Minuten, und wir zahlten 40 Dirham, geteilt durch 4 Personen zum Kurs von 1Dh = R $ 1.40

Unser Taxifahrer war wie ein Muslim gekleidet, sprach wenig aber war kompetent am Steuer.

Wir kamen im Hotel an und richteten uns in einem Zimmer für 4 Personen ein. Exellente Einrichtungen, ein sehr freundlicher Empfang (wir hatten dieses Hotel 6 Monate zuvor über die Hotels.com-Website gebucht). Von der obersten Etage genossen wir dann die Aussicht und feierten mit einem Drink unsere Ankunft.  Die Aussicht von oben war auf jeden Fall ein Plus!

Canal Deira, no dia em que chegamos, do alto do hotel/Canal Deira, am Tag unserer Ankunft, von der Spitze des Hotels/Canal Deira, the day we arrived, from the top of the hotel /

Wir sahen wir den Dubai Creek Kanal, Schiffe in ihren verschiedenen Modellen, einige sehr stilvoll, einfachere, die an die Provinzstadt der Vergangenheit erinnern, schließlich ist das moderne Dubai nur 30 Jahre alt!

In der Ferne sahen wir den großartigen Rahmen – Dubai Frame, den größten Rahmen der Welt.

Übrigens ist alles, was wir im modernen Dubai gesehen haben, “das größte der Welt!”.

Ein paar Stunden später und nach verdientem Schlaf ging es zum   Frühstück: Früchte, viele Datteln, Aprikosen, Granatapfel, einige scharf gewürzten Speisen, verschiedene Bohnen, Quark, kurz gesagt, alles, was charakteristisch ist für die arabische Welt. Nach dem Frühstück brechen wir auf.

Wir beginnen unseren Rundgang in Deira, wo das Hotel ist, das   älteste Viertel  in der Stadt, enge Gassen,

viel Handel,

O maior anel de ouro do mundo nessa vitrine: 63 kg./Der größte Goldring der Welt in diesem Fenster: 63 kg./The biggest gold ring in the world in this window: 63 kg.

nostalgischen Gebäude, verschiedene Souks , Märkte und das alles unter einer sengenden Hitze!

Oh, ich vergaß zu erwähnen, dass wir uns im Ramadan befanden, dem Fastenmonat der Muslime waren, der am 4. Mai begann und am 5. Juni endete. In dieser Zeit isst man tagsüber nicht, raucht und trinkt man nicht, und sogar Ausländer sollten es nicht in der Öffentlichkeit tun, erst nach Sonnenuntergang. Wir konnten nur hinter Vorhängen oder Planen essen und trinken.

Wir wurden informiert, dass in dieser Zeit der Handel insgesamt   zurückgeht und die Straßen für die Touristen ruhiger werden.

Wir verbrachten den Tag damit unterschiedliche Orte kennenzulernen und die alten Häuser der Scheichs,

die Märkte  und die rustikalen Architektur von unvergleichlicher Schönheit zu schätzen und zu genießen.

Am nächsten Tag fuhren wir nach Bur Dubai auf der anderen Seite des Kanals. Wir nahmen ein “abra”, ein kleines Boot, das den Kanal überquert und 24 Stunden funktioniert. Der Preis ist 1 DH.

In Bur Dubai angekommen wird man quasi verzaubert, großartig: Altbauten schützen den ältesten Ort in Dubai, an dem die Stadt gegründet wurde, und beherbergen immer noch viele Häuser mit kühnen architektonischen Formen mit einem charakteristischen und funktionalen Lüftungssystem in einem Turm. In Bur Dubai befindet sich das Dubai Museum, ein unverzichtbarer Besuch, in dem wir alle Vorfahren der Stadt, die schöne Geschichte seiner Menschen finden

…Heute beherbergen viele alte Häuser Restaurants, Kunstausstellungen, Messen, Museen wie z.B. das Kaffeemuseum …

Außerdem stößt man immer auf eine Moschee: Dubai hat ungefähr 600 Moscheen! Schauen Sie einfach nach oben und Sie sehen immer ein Minarett an Ihrer Seite! Im Monat Ramadan beten die Muslime fünfmal am Tag:

Wir wachten jeden Tag um 4:20 oder 4:30 Uhr mit den ersten Sonnenstrahlen auf, und die lauten Gebete verbreiteten sich von einer Moschee aus.

Wir stieβen auch auf ein Beduinenlager, mit zweihöckrigen  Kamelen, mit Falken, und das alles in  Bur Dubai!

Am nächsten Tag fuhren wir mit der U-Bahn in die Innenstadt, wo der Burj Khalifa, das höchste Gebäude der Welt, besichtigt werden sollte.

Die U-Bahnstationen sind ein Spektakel: Jede ist schöner als die andere. In fast allen wird die Geschichte Dubais durch riesige Fotos erzählt, so als wären es Wandgemälde.

Alles sehr organisiert, sauber und sicher!

Die Aussicht von oben aus dem Burj Khalifa ist sehr schön: Man erkennt die Ausmaße des verlassenen und flachen Geländes, das jetzt bewohnt ist, und man hat den Anblick des Persischen Golfs, den die Dubaiians (oder Emiratis) den Arabischen Golf nennen. Dieser Besuch war das Geld wert. Wir haben das Ticket im Voraus über das Internet gekauft. Alles ist vorbildlich organisiert.

Dann blieben wir in der Dubai Mall und gingen ins Aquarium. Es ist ein interessanter Besuch, aber nicht unabdingbar; besser ist die synchronisierte Sound- Lightshow der Dubai Fountain in einem künstlichen See vor dem Hintergrund des Burj Khalifa.

Bei Dunkelheit mit spektakulären Effekten für die Besucher.

Am nächsten Tag besuchten wir den Za’abel Park, eine wunderschöne grüne, blumige und entspannende Gegend.

Zabeel Park

An seiner Seite wurde der größte Rahmen der Welt gebaut: the FRAME. Seine Wirkung zeichnet sich nicht nur durch seine Größe aus, sondern auch durch die Farbe des Mantels, der bei Sonnenuntergang wie Gold glänzt.

Sie können hochfahren und von einer Seite zur anderen gehen. Wir haben uns dagegen entschieden, da der Übergang sich auf einem Glasboden befindet, was zu Unwohlsein führen kann. Das Hinauffahren und Überqueren kosten 140 DH!

Die Fahrt nach Abu Dhabi war interessant: das Louvre-Museum, der Ferrari-Park, die Große Moschee. Die Große Moschee ist sehr prächtig mit einer Fülle von Details von der Decke bis zum Boden. Aber sie hat mich dennoch nicht so sehr begeistert. Das Louvre Museum ist düster, obwohl es großartige Kunst ausstellt. Persönlich und unter Beibehaltung der jeweiligen Merkmale gehe ich am liebsten noch einmal in das Dubai Museum. Abu Dhabi würde ich nicht noch einmal besuchen.

Ebenso müssten wir nicht noch einmal die Wüste besuchen –   alles sehr kommerzialisiert, aus dem Zusammenhang gerissen. Wir erwarteten einen Besuch in einem Beduinenlager, was wir dann sahen war eine Adaption von allem, was vorher war, bekleidet mit einer Modernität, die nicht erfreut. Für mich entbehrlich.

Am nächsten Tag besuchten wir WAFI City, einen luxuriösen Wohn-Design-Hotelkomplex mit Restaurants und einem Geschäftsviertel, das mit Pyramiden, Hieroglyphen und Statuen von Ramses und Anubis im Stil des alten Ägyptens im Osten von Bur Dubai ausgestattet ist. Ein weiterer Besuch, den Sie nicht verpassen sollten!

Wir beendeten unseren Besuch mit einer kurzen Rückkehr nach Bur Dubai, wo wir zwei weitere Brasilianer treffen sollten, um unsere Reise nach Japan zu initiieren.

Dubai ist unvergesslich und sehr attraktiv, mehr bezüglich des klassischen oder alten Teils als des modernen Teils – die Wolkenkratzer.

Ich verspüre immer noch den Granatapfelsaft mit Zitrone, Minze, Crushed Ice und Soda!

Wer weiß, ob wir wiederkommen werden…

Möchten Sie mehr über Dubai erfahren? Klicken Sie hier.

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FOUR BRAZILIANs IN DUBAI

Text and photos: Fátima, “eternal” neighbor of Márcia

We plan our five-day stay in Dubai down to the smallest detail and at our own risk.

Localização dos Emiratos Árabes no mundo/Lage der Vereinigten Arabischen Emirate in der Welt/Location of the United Arab Emirates in the world.Fonte/Source/Quelle: https://www.euratlas.net/geography/world/countries/united_arab_emirates.html
Fonte/Quelle/Source: https://www.lonelyplanet.com/maps/middle-east/united-arab-emirates/

We left Natal at 17.00 with a direct flight from Gol to Rio and arrived in Galeão around 8 PM. We then had to wait 6 hours for the flight to Dubai, which was at 2 AM the next morning.

Our plane came from Buenos Aires and the occupancy  was 100%! The service on board and the handling of the commissioners were exemplary, but the seats were very uncomfortable and tight. After all, it was a 14 hours flight to Dubai!

Dubai is 7 hours ahead of Brazil. This way we arrived at 4 PM Brasília local time, Dubai time at 11 PM.

Splendor and size are in our eyes as we walk through the airport. The customs and transit services were fast and effective. Fast and convenient, a chip from ETISALAT was purchased without any language problems.

We took a taxi to our hotel, the Best Western Pearl Plus Creek, located on the shores of Dubai Creek: just 15 minutes and we paid 40 dirhams shared by 4 people at the rate of 1Dh = R $ 1.40

Our taxi driver was dressed like a Muslim, spoke little but was competent at the wheel.

We arrived at the hotel and settled in our room for 4 people. Exellent facilities, a very friendly welcome (we had booked this hotel 6 months ago via the Hotels.com website). From the top floor we enjoyed the view and celebrated with a drink our arrival. The view from the top was definitely a plus!

Canal Deira, no dia em que chegamos, do alto do hotel/Canal Deira, am Tag unserer Ankunft, von der Spitze des Hotels/Canal Deira, the day we arrived, from the top of the hotel /

We saw the Dubai Creek Canal, ships in their various models, some very stylish, simpler reminiscent of the provincial town of the past, after all, modern Dubai is only 30 years old!

In the distance we saw the great frame – Dubai Frame, the largest frame in the world.

By the way, all we have seen in modern Dubai is “the biggest in the world!”

A few hours later after a good night’s sleep we went to breakfast: fruits, many dates, apricots, pomegranate, some spicy foods, various beans, quark, in short, everything that is characteristic of the Arab world. After breakfast we leave.

We begin our tour of Deira, where the hotel is, the oldest neighborhood in the city, narrow streets,

lots of trade,

O maior anel de ouro do mundo nessa vitrine: 63 kg./Der größte Goldring der Welt in diesem Fenster: 63 kg./The biggest gold ring in the world in this window: 63 kg.

nostalgic buildings, various souks, markets and all under a scorching heat!

Oh, I forgot to mention that we were in Ramadan, the month of fasting for the Muslims, which began on May 4 and ended on June 5. During this time you do not eat during the day, you do not smoke and drink, and even foreigners should not do it in public, only after sunset. We could only eat and drink behind curtains or tarpaulins.

We have been informed that during this time the trade is decreasing and the roads are getting quieter for the tourists.

We spent the day exploring different places and appreciating and enjoying the sheikh’s old houses,

markets and rustic architecture of incomparable beauty.

The next day we drove to Bur Dubai on the other side of the canal. We took an “abra”, a small boat that crosses the canal and works 24 hours a day. The price is 1 DH.

Once you arrive in Bur Dubai, you are virtually enchanted, magnificent: old buildings protect the oldest city in Dubai where the city was founded, and still show many houses with bold architectural forms with a characteristic and functional ventilation system in a tower. In Bur Dubai is the Dubai Museum, an indispensable visit in which we find all the ancestors of the city, the beautiful history of its people

…Today many old houses house serve as restaurants, art exhibitions, fairs, museums such the coffee museum…

In addition, you always come across a mosque: Dubai has about 600 mosques! Just look up and you’ll always see a minaret by its side! In the month of Ramadan the Muslims pray five times a day:

we woke up every day at 4:20 or 4:30 AM with the first rays of sunshine, and the loud prayers spread from a mosque.

We also found a Bedouin camp, with two-humped camels, with falcons, and this all in Bur Dubai!

The next day we took the subway to downtown, where the Burj Khalifa, the tallest building in the world, was to be visited.

The subway stations are a spectacle: each one is more beautiful than the other. In almost all the history of Dubai is told through huge photos, as if they were murals.

Everything very organized, clean and safe!

The view from the top of the Burj Khalifa is very beautiful: you can see the scale of the deserted and flat terrain that is now inhabited, and you have the sight of the Persian Gulf that the Dubaiians (or Emiratis) call the Arabian Gulf. This visit was worth the money. We bought the ticket in advance via the internet. Everything is organized in an exemplary way.

Then we stayed in the Dubai Mall and went to the aquarium. It is an interesting visit, but not indispensable; better is the synchronized sound & light show of the Dubai Fountain in an artificial lake against the backdrop of the Burj Khalifa.

In the dark with spectacular effects for the visitors.

The next day we visited Za’abel Park, a beautiful green, flowery and relaxing area.

Zabeel Park

At his side was built the largest frame in the world: the FRAME. Its effect is not only characterized by its size, but also by the color of the coat, which shines like gold at sunset.

You can get up there and go from one side to the other. We decided against it, because the transition is on a glass floor, which might lead to some discomfort. The ascent and crossing cost 140 DH!

The trip to Abu Dhabi was interesting: the Louvre Museum, the Ferrari Park, the Great Mosque. The Great Mosque is really very grand with a wealth of details from the ceiling to the floor. But she did not really impress me so much.

The Louvre Museum for me is grim, though it exhibits great art.

Personally and keeping the respective characteristics, I prefer to return to the Dubai Museum. I would not visit Abu Dhabi again.

Likewise, we would not have to visit the desert again – all very commercialized, taken out of context. We were expecting a visit to a Bedouin camp, what we then saw was an adaptation of everything that was before, clothed with a modernity that does not please. Dispensable for me.

The next day we visited WAFI City, a luxury residential design hotel complex with restaurants and a business district, featuring pyramids, hieroglyphics and ancient Egyptian-style statues of Ramses and Anubis in Bur Dubai East. Another visit you should not miss!

We ended our visit with a short return to Bur Dubai, where we were to meet two more Brazilians to initiate our trip to Japan.

Dubai is unforgettable and very attractive, more in terms of the classic or old part than the modern part – the skyscrapers.

I still feel the pomegranate juice with lemon, mint, crushed ice and soda!

Who knows if we will come back …

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NEPAL – MINHAS IMPRESSÕES/NEPAL – MEINE EINDRÜCKE/NEPAL – MY IMPRESSIONS

Confesso que o Nepal nunca foi um destino que estava na minha lista de lugares para conhecer antes de morrer, porém, Erich incluiu esse destino na nossa viagem ao redor do planeta.

Achei a ideia interessante, pois para quem gosta de viajar, sempre vale a pena visitar novos destinos, mesmo até aqueles que estão próximos da nossa casa. Imagine o Nepal, na Ásia, um continente cheio de mistérios e belezas!

Não sabia muito sobre o Nepal, tinha conhecimento que o país possui muitos templos,

está vizinho a China, ao Tibete e a Índia e que é no Nepal onde está localizado o pico do Everest, o cume mais alto do mundo, na Cordilheira do Himalaia.

Conhecendo pouco sobre esse país (não tive tempo de ler mais sobre ele), desembarquei em Katmandu, numa noite fria de janeiro.

As primeiras impressões da cidade fui captando da janela do carro, quando estava indo para o hotel: ruas sem iluminação pública ou com pouca luz, não pavimentadas, vias estreitas e por aí vai…

Nos dias seguintes pude ver e sentir a face verdadeira da cidade: trânsito caótico,

ruas apinhadas de pessoas (afinal Nepal tem aproximadamente 29,3 milhões de habitantes, com densidade demográfica em torno de 208,3 hab./km²),

uma poeira permanente no ar (vi muita gente de máscara), algumas área da cidade sujas, rios poluídos, mortos. Mas, mesmo assim, vi um lado belo e exótico de Kathmandu: os belos templos, stupas budistas, santuários e palácios.

Há também os templos hinduístas. Afinal, a maioria da população segue essa religião.

Eu gostei mais das edificações budistas, sinto uma admiração por essa religião. Lembro bem de como me emocionei quando entrei na principal sala do mosteiro budista Thrangu Tashi Yangtse (no topo da montanha Gandha Mala Hill), vi e senti o olhar pacífico e amoroso de Buda, cuja estátua preenchia aquele espaço de luz e energia positiva.

Demorou um tempo para eu entender sobre a cidade de Kathmandu e concluir que no meio daquela agitação, há lugares, que Erich

chamou de “ilhas de paz”, que são os hotéis, restaurantes, onde você pode sentir um clima de tranquilidade. Senti esse sentimento quando me sentei no terraço de uma cobertura de um restaurante localizado em frente a Bouddhanath Stupa durante o entardecer.

Vi os olhos de Buda observando o mundo e senti que o lugar era realmente especial.

Li em algum lugar que se você pretende viajar ao Nepal é necessário ter paciência e eu completo: estar aberto para mergulhar em um mundo de tradições, religiosidade cores e cheiros! Namastê! (Saudações da Índia).

NOTA: Além de Kathmandu, visitamos as seguintes cidades nos arredores: Kirtipur (cidade histórica medieval), Bhaktapur (foi a capital do Nepal até à segunda metade do século XV),

Chobhar, Dakchihinkali, Pharping, Durkihiel. Mas, isso é assunto para outros posts.

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NEPAL – MEINE EINDRÜCKE

Ich gebe zu, dass Nepal nie ein Reiseziel auf meiner Liste der Orte war, die ich in meinem Leben einmal besuchen wollte, aber Erich hat dieses Ziel in unsere Reise „einmal um unseren Planeten“ aufgenommen.

Ich fand diese Idee interessant, denn für diejenigen, die gerne reisen, lohnt es sich immer, neue Ziele zu besuchen, auch solche ganz in der Nähe unseres Hauses. Stellen Sie sich Nepal in Asien vor, ein Kontinent voller Geheimnisse und Schönheiten!

Ich wusste nicht viel über Nepal, ich wusste, dass das Land über viele Tempel verfügt,

es ganz in der Nähe von China, Tibet und Indien gelegen ist und es ist in Nepal, wo sich auch der Gipfel des Mount Everest im Himalaya befindet, der höchste Berg unserer Erde.

Da ich also wenig über dieses Land wusste, (ich hatte keine Zeit, mehr darüber zu lesen), landete ich in einer kalten Januarnacht in Kathmandu.

Die ersten Eindrücke der Stadt bekam ich beim Blick durch das Autofenster auf dem Weg zum Hotel, keine oder nur spärliche Straßenbeleuchtung, unbefestigte, schmale Straßen und so weiter und so fort…

In den folgenden Tagen konnte ich dann das wahre Gesicht der Stadt sehen, und Ja, fühlen: ein chaotischer Verkehr,

überfüllte Straßen mit Menschen (immerhin hat Nepal etwa 29 Mio. Einwohner mit einer Bevölkerungsdichte von 208 Einw./km²),

permanentem Staub in der Luft  (ich sah viele Menschen mit Masken),  einige schmutzige Stadtviertel, verdreckte Flüsse, tot.

Aber ich sah auch die schöne und exotische Seite von Kathmandu: die buddhistischen Tempel und Stupas, Schreine und Paläste.

Es existieren auch hinduistische Tempel, immerhin folgt die Mehrheit der Bevölkerung dieser Religion.

Mir gefielen die buddhistischen Gebäude mehr, ich empfinde eine gewisse Bewunderung für diese Religion. Ich erinnere mich sehr gut an meine Begeisterung, als  ich die Haupthalle des buddhistischen Klosters Thrangu Tashi Yangtse eintrat, oben auf dem Gipfel des Berges Gandha Mala Hill gelegen, ich sah und fühlte den friedlichen und liebevollen Blick von Buddha, dessen Statue füllte den Raum mit Licht und positiver Energie.

Es hat eine Weile gedauert, bis ich die Stadt Kathmandu verstanden habe und zu dem Schluss gekommen bin, dass es inmitten dieser Hektik Orte gibt, die Erich

“Inseln des Friedens” nennt, also bestimmte Hotels, Restaurants, in denen man ein gewisses Klima der Ruhe verspüren kann.

Ich fühlte dieses Empfinden sehr stark, als ich in der Abenddämmerung auf der Dachterrasse eines Restaurants gegenüber der Bouddhanath Stupa saß.

Ich sah wie die Augen Buddhas die Welt beobachteten und spürte, dass dieser Ort wirklich etwas ganz Besonderes war.

Ich hatte irgendwo gelesen, dass man Geduld haben muss, wenn man nach Nepal reisen will, und ich vervollständige es: Seien Sie offen dafür, in eine Welt voller Traditionen, Farben und Gerüche einzutauchen! Namastê! (Gruβgeste aus Indien stammend)

HINWEIS: Zusätzlich zu Kathmandu besuchten wir die folgenden Städte in der Nähe: Kirtipur (mittelalterliche historische Stadt), Bhaktapur (war die Hauptstadt von Nepal bis zur zweiten Hälfte des 15. Jahrhunderts),

Chobhar, Dakchihinkali, Pharping, Durkihiel. Aber das ist ein Thema für weitere Beiträge.

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NEPAL – MY IMPRESSIONS

I admit that Nepal has never been a destination on my list of places I once want to visit in my lifetime, but Erich has included this goal in our journey “once around our planet“.

I found this idea interesting because for those who like to travel, it is always worthwhile to visit new destinations, including those close to our home. So imagine Nepal in Asia, a continent full of secrets and beauties!

I did not know much about Nepal, I knew that the country has many temples,

it is very close to China, Tibet and India, and it is in Nepal where the summit of Mount Everest in the Himalayas is located, the highest mountain of our earth.

Since I did not know much about this country (I did not have time to read about it), I landed in Kathmandu on a cold January night.

The first impressions of the city I got when looking through the car window on the way to the hotel was no or only sparse street lighting, unpaved, narrow streets and so on and so on …

In the following days I could see the true face of the city, and yes, feel too: chaotic traffic,

crowded streets with people (after all, Nepal has about 29 million inhabitants with a population density of 208 inh. / Km²),

permanent dust in the air ( I saw many people wearing masks), some dirty neighborhoods, dirty rivers, dead.

But I also saw the beautiful and exotic side of Kathmandu: the Buddhist temples and stupas, shrines and palaces.

There are also Hindu temples, after all, the majority of the population follow this religion.

I liked the Buddhist buildings more, I feel a certain admiration for this religion. I remember very well my enthusiasm when I entered the main hall of the Thrangu Tashi Yangtse Buddhist Monastery, situated on top of the Mount Gandha Mala Hill, I saw and felt the peaceful and loving gaze of Buddha, whose statue filled the room with light and positive energy.

It took a while for me to understand the city of Kathmandu and come to the conclusion that in the midst of this hustle and bustle there are places that Erich calls

“islands of peace”, that is, certain hotels, restaurants with a certain climate of feel calm. I felt this very strongly when I sat on the roof terrace of a restaurant opposite the Bouddhanath Stupa at dusk.

I saw Buddha’s eyes watching the world and felt that this place was a really special one.

I read somewhere that you have to be patient when traveling to Nepal, and I complete it: be open to immersing yourself in a world of traditions, colors and smells! Namaste! (Greeting-gesture from India)

NOTE: In addition to Kathmandu we visited the following cities nearby: Kirtipur (medieval historical city), Bhaktapur (was the capital of Nepal until the second half of the 15th century),

Chobhar, Dakchihinkali, Pharping, Durkihiel. But that is a topic for further contributions.

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VÔO PANORÂMICO AO PICO DO EVEREST/MOUNT EVEREST – PANORAMAFLUG/MOUNT EVEREST – PANORAMIC FLIGHT

O Nepal tem atraído milhares de turistas que almejam escalar o pico mais alto do mundo: o Everest, localizado na Cordilheira do Himalaia.

Erich e eu visitamos o país nepalês e como não somos alpinistas, mas, queríamos ver o Everest, sobrevoamos o Himalaia e vimos o mais alto pico do mundo, além de outros.

O Everest é o nome ocidental do pico, na realidade ele se chama Sagamartha e esse é o nome do parque onde ele está localizado, o Sagamartha National Park, integrante da lista de bens naturais da UNESCO.

Compramos o passeio pela Internet no site da Viator. Na véspera do voo, a agência local de turismo, nos ligou para confirmar que nos apanharia no hotel em Katmandu entre 5:30 e 5:45 da manhã. O motorista chegou pontualmente as 5:30 nos levou para o aeroporto. Nos deixou no embarque para fazermos o check in e disse que nos apanharia no desembarque.

Nos dirigimos para o guichê da companhia aérea Yeti Airlines

(outras companhias fazem o mesmo passeio, como a Budda Air). Eles não foram simpáticos, mas, nos colocaram nos assentos traseiros do avião como pedimos. Nesse momento, recebemos o cartão de embarque

e um folder

com a fotos da cordilheira e a indicação dos 20 picos que iríamos avistar com as respectivas alturas.

Pedimos pelos assentos traseiros para evitar que sentássemos próximos às hélices do avião, o que poderia atrapalhar nossa visão e nossas fotos.

O embarque estava marcado para as 6:45 e foi transferido para as 7:15 e foi informado que o voo estava atrasado, pois estava aguardando informações sobre as condições meteorológicas. Por volta das 7:30 horas, finalmente, pudemos entra no ônibus e a funcionária pediu que aguardássemos uns “cinco minutos” que se transformaram em 10 minutos…

Finalmente embarcamos no avião,

de tamanho médio, acho que tinha uns 40 passageiros e todos sentamos nos assentos próximos às janelas.

O avião decolou de forma suave e depois de uns 10 minutos nos aproximamos da Cordilheira do Himalaia. As aeromoças começaram a indicar o nome dos picos que começamos a avistar. O céu estava claro, limpo e pouco a pouco pudemos ver os mais altos picos do mundo, dentre ele, ressaltamos os mais próximos do Everest:

Gyachungkang (7.952 m), Pumori (7161 m), Nuptse (7855), Sagarmatha (Everest – 88848m), Lhotse (8516), Amadablam (6812 m).

Fonte/Quelle/Source: https://www.buddhaair.com/mountain-flights/everest-experience

Foi m voo tranquilo. Eu estava sentada do lado esquerdo da aeronave, vi primeiro a cordilheira e os picos. Depois o avião deu uma volta e os que estavam sentados do lado direito apreciaram a mesma vista que eu. Enfim, todos veem a bela paisagem. Durante o voo o piloto vai dizendo o nome dos picos e as comissárias de bordo vão convidando cada passageiro para visitar a cabine do piloto e copiloto onde se tem uma visão panorâmica incrível das montanhas.

Depois que todos visitaram a cabine do piloto, recebemos um certificado que sobrevoamos o Himalaia com a foto do Everest. Depois disso, é servida champanhe e retornamos ao aeroporto de Katmandu.

No nosso caso, não podemos retornar de imediato, pois foi nos informado que o aeroporto estava encoberto de nuvens. Voamos para a cidade de Pokhara,

desembarcamos e depois de meia hora, retornamos para Katmandu. Mas, dessa vez, outros passageiros embarcaram e o avião ficou lotado.

Não sei se isso acontece sempre nesse voo panorâmico, mas, como aconteceu isso, aproveitamos para desfrutar de belas vistas em Pokhara.

Finalmente, recomendamos que, caso você visite o Nepal e não faça trekking, pelo menos vivam essa experiência única.

 MOUNT EVEREST – PANORAMAFLUG

Nepal hat Tausende von Touristen angezogen, die den höchsten Gipfel der Welt erklimmen wollen: der Mount Everest im Himalaya.

Erich und ich besuchten das nepalesische Land, und obwohl wir keine Kletterer sind, wollten wir den Everest zumindest sehen. Wir flogen über den Himalaya und sahen den höchsten Gipfel der Welt und viele andere.

„Everest“ ist nur der westliche Name des Gipfels, in der Tat heißt er Sagamartha. Dies ist der Name des Parks, in dem er sich befindet, Sagamartha National Park, ein UNESCO-Weltnaturerbe.

Wir hatten die Tour auf der Viator-Website gekauft. Am Vorabend des Fluges rief uns die örtliche Touristenagentur an, um zu bestätigen, dass wir zwischen 5:30 und 5:45 Uhr im Hotel in Kathmandu abgeholt werden würden. Der Fahrer kam pünktlich um 05:30 Uhr an und brachte uns zum Flughafen, wo er uns am Ende tatsächlich auch wieder abholte.

Wir begeben uns zum Ticketschalter von Yeti Airlines

(andere Firmen machen dieselbe Tour). Sie waren alles andere als freundlich. Nach einer Weile erhielten wir die Bordkarte

und eine Mappe

mit Fotos der Himalaya Gebirgskette und der Angabe der 20 Gipfel (und ihrer Höhe), die wir auf dem Flug sehen würden.

Wir baten um Sitze im hinteren Teil des Flugzeugs, um nicht neben den Propellern zu sitzen, was unsere Sicht und unsere Fotos beeinträchtigen könnte.

Das Boarding war für 6:45 Uhr geplant und wurde zunächst auf 7:15 Uhr verschoben und man auf weitere Wetterinformationen warten würde. Gegen 7:30 Uhr dann endlich konnten wir in den Bus zum Flugzeug einsteigen.

Wir bestiegen das mittelgroße Flugzeug,

ich glaube, es hatte ungefähr 40 Passagiere und wir saßen alle auf Fensterplätzen.

Das Flugzeug startete reibungslos und nach etwa 10 Minuten näherten wir uns dem Himalaya-Grat. Die Stewardessen zeigten die Namen der Gipfel an, die wir allmählich zu sehen begannen. Der Himmel war klar und blau, und wir konnten tatsächlich die höchsten Gipfel dieser Welt sehen, unter denen wir die  hervorheben, die dem Everest mit 8.848 m am nächsten sind: der Lhotse (8516), Amadablam (6812 m).

Fonte/Quelle/Source: https://www.buddhaair.com/mountain-flights/everest-experience

Es war ein ruhiger Flug. Ich saß auf der linken Seite des Flugzeugs, zuerst sah ich den Grat und dann die einzelnen Gipfel. Dann drehte das Flugzeug, und die Leute auf der rechten Seite sahen dann alles genau so wie ich zuvor.

Jedenfalls kommt jeder in den Genuss dieser wunderschönen Himalaya-Gebirgslandschaft. Während des Fluges benannte der Pilot die Namen der einzelnen Gipfel und die Flugbegleiter luden jeden Passagier dazu ein, einen kurzen Blick in die Pilotenkabine zu werfen mit einem unglaublichen Panoramablick auf die Bergwelt.

Anschlieβend erhielten wir ein Zertifikat und Foto unseres Himalaya-Fluges, ein Glas Champagner wurde serviert und wir sollten wie geplant zum Flughafen von Kathmandu zurückkehren.

In unserem Fall konnte dies wegen Nebels allerdings nicht geschehen, folglich flogen wir nach Pokhara,

stiegen dort aus, warteten und kehrten dann nach einer halben Stunde wieder nach Kathamandu zurück.

Aber dieses Mal stiegen viele andere Passagiere in das Flugzeug zu und es war letztendlich vollgepackt.

Ich weiß nicht, ob dies auf jedem dieser Panorama-Flüge so passiert…??? Zumindest konnten wir jedoch so, weitere zusätzliche tolle Ausblicke auf diese so faszinierend Bergwelt genieβen.

Abschlieβend empfehlen wir jedoch jedem, der Nepal besucht, zu versuchen, diese einzigartige Erfahrung zu machen.

MOUNT EVEREST – PANORAMIC FLIGHT

Nepal has attracted thousands of tourists who want to climb the highest peak in the world: the Mount Everest in the Himalayas.

Erich and I visited the Nepalese country and although we are not climbers, we at least wanted to see the Everest. So we flew over the Himalayas and saw the highest peak in the world and many others.

“Everest” is just the western name of the summit, in fact it’s called Sagamartha. This is the name of the Park in which it is located, Sagamartha National Park, a UNESCO World Heritage Site.

We had bought the tour on the Viator website. On the eve before the flight the local tourist office called us to confirm that we would be picked up at the hotel in Kathmandu between 5:30 and 5:45 AM. The driver arrived punctually at 05:30 and took us to the airport, where he actually picked us up at the end again.

We went to the ticket booth of Yeti Airlines

(other companies are doing the same tour). They were anything but friendly. After a while we got the boarding pass

and a map

with photos of the Himalayan range and the 20 peaks (and their altitude) we would see on the flight.

We asked for seats in the back of the plane so as not to sit next to the propellers, which could affect our view and the photos.

The boarding was scheduled for 6:45 clock and was initially moved to 7:15 clock and you would wait for more weather information. At 7:30 clock then we finally got on the bus to the plane.

We entered the mid-size plane,

I think it had about 40 passengers and we all sat in window seats.

The plane started smoothly and after about 10 minutes we approached the Himalayan ridge. The stewardesses indicated the names of the peaks we were beginning to see. The sky was clear and blue and we could actually see the highest peaks in the world, among which we highlight those closest to the Everest with 8,848m: the Lhotse (8,516m), Amadablam (6,812m).

Fonte/Quelle/Source: https://www.buddhaair.com/mountain-flights/everest-experience

It was a quiet flight. I sat on the left-hand side of the plane, first I saw the ridge and then the individual peaks. Then the plane turned and the people on the right side saw everything exactly as I did before.

Anyway, like this, everyone can enjoy this beautiful Himalayan mountain landscape. During the flight, the pilot named the names of each summit and the flight attendants invited each passenger to take a quick look into the pilot’s cabin with an incredible panoramic view of the mountains.

Then we received a certificate and photo of our Himalayan flight, a glass of champagne was served and we should return to Kathmandu airport as planned.

In our case, this could not happen because of fog, so we flew to Pokhara,

got out there, waited and then returned to Kathamandu after half an hour. But this time, many other passengers boarded the plane and it was finally packed.

I do not know if this will happen on any of these panoramic flights…??? At least like this we could enjoy further additional great views of this fascinating mountain world.

In conclusion, however, we recommend anyone visiting Nepal to try to have this unique experience.

CINGAPURA, TESOURO DO SUDESTE ASIÁTICO/SINGAPUR – EIN SCHATZ SÜDOSTASIENS/SINGAPORE – A TREASURE OF SOUTH EAST ASIA

Erich e eu tivemos o prazer de retornar a Cingapura e, mais uma vez, apreciamos as belezas desse lugar encantador. É uma das cidades do mundo que definitivamente escolheria para viver.

Cingapura tem mais de cinco milhões de habitantes e tornou-se um país independente em 1965. Foi colônia britânica e japonesa e passou por uma grande melhoria urbana quando foi implantado o projeto de renovação da baía, cuja maior atração é o complexo dos jardins, hotel Marina Bay Sands,

shopping center,

teatro, onde se pode apreciar obras de arquitetura maravilhosas como os edifícios da Floresta da Nuvem (Cloud Forest),Domo das Flores (Flower Dome),

as Superárvores (Supertrees) do Jardim da baía.

Nessa área você pode passar o dia inteiro passeando pelos diversos jardins do grande jardim. Além, disso, acontece o show de luz e som no jardim da baía e em frente aos Shoppes. São dois eventos que atraem muitas pessoas e é sensacional!

Outro passeio bem legal é visitar a Rua Telok Ayer, próximo a Chinatown (que também vale visitar), passear pela Rua Amoy

Nural na Rua Amoy/Wandgemälde in der Amoy Street/Mural on Amoy Street

(por trás do templo chinês Thian Hock Keng, muito lindo),

com edificações antigas fazendo o contraste com toda modernidade da cidade.

Se você gosta de praia e quer visitar um parque de diversões, então planeje um dia para passear na ilha de Sentosa,

onde há um parque “Universal Studios”, uma estátua imensa do Merlion (criatura mitológica com cabeça de leão e corpo de peixe, utilizada como mascote pelos nativos),

uma praia artificial com coqueiros,

resorts,

ótimos bares e restaurantes, além de uma tirolesa e estrutura para Bungee jumping.

Um aspecto que nos chamou a atenção é a incrível limpeza de Cingapura e a segurança. As estações de metrô são tão limpas, que quase você não vê um papel jogado no chão e funcionam muito bem. Não é caro transitar de taxi e metro. Aliás, você pode comprar um cartão para usar todos os meios de transportes da cidade (Singapore Tourist Pass).

Cingapura tem shopping centers grandiosos

e ótimos restaurantes.

Erich, alemão, ficou muito feliz em visitar o restaurante alemão Paulaner Brauhaus, uma maravilha!

Cingapura tem também o bairro indiano (Little India), árabe (Arab Quartier),

e a Clark Quay,

Fonte/source/Quelle: https://www.thebestsingapore.com/best-things-to-do/go-clubbing-at-clarke-quay/

onde se encontra muitos bares e restaurantes. Tem também o mercado noturno de comida, uma delícia.

A cidade é também o paraíso para as compras, a Orchard Road concentra as lojas mais luxuosas.

Cingapura é definitivamente um destino para se voltar várias vezes! A cidade é também um lugar que serve de passagem, ponto de apoio para visitar outros destinos na Ásia.

Conheça mais sobre Cingapura aqui.

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você também pode “viajar” pelo Brasil conhecendo nosso  livro impresso 66 Brasil e sua versão digital 66 Belezas do Brasil.

SINGAPUR – EIN SCHATZ SÜDOSTASIENS

Erich und ich hatten das Vergnügen, nach Singapur zurückzukehren, und wir genossen erneut die Schönheiten dieses wunderschönen Ortes. Es ist eine der Städte dieser Welt, in der ich es mir definitiv vorstellen könnte, zu leben.

Singapur hat mehr als fünf Millionen Einwohner und wurde 1965 ein unabhängiges Land. Es war zuvor eine britische und japanische Kolonie und erfuhr eine sehr bedeutende Stadterweiterung, als das Renovierungsprojekt in der Bucht umgesetzt wurde mit dem Hotel Marina Bay Sands,

Einkaufszentrum,

Theater, wo Sie zudem wunderbare architektonische Gebäude wie das des Cloud Forest, Flower Dome

oder die Supertrees of the Bay Garden bewundern können.

In diesem Areal können Sie den ganzen Tag durch die verschiedensten Gärten dieser riesigen Gartenanlage spazieren. Außerdem gibt es die Licht- und Tonshow im Bay Garden und vor den Shoppes. Es sind zwei Ereignisse, die täglich viele Menschen anziehen und es ist wirklich sensationell!

Eine andere schöne Tour ist die Telok Ayer Street in der Nähe von Chinatown (die ebenfalls einen Besuch wert ist), ein Spaziergang entlang der Amoy Street

Nural na Rua Amoy/Wandgemälde in der Amoy Street/Mural on Amoy Street

(hinter dem chinesischen Tempel Thian Hock Keng , sehr schön),

wobei diese alten historischen Gebäude sehr kontrastiv der modernen Stadt gegenüberstehen.

Wenn Sie Strand mögen und einen Vergnügungspark besuchen möchten, planen Sie einen Tag auf der Insel Sentosa

mit einem Park der “Universal Studios” ein mit einer riesigen Statue des Merlion (mythologisches Wesen mit Löwenkopf und Fischkörper, von vielen Einheimischen auch als Maskottchen genutzt),

einem künstlichen Strand mit Kokospalmen,

Resorts,

tollen Bars und Restaurants, Tirolesa und Bungee jumping.

Ein Aspekt, der uns sehr auffiel, ist die beeindruckende Sauberkeit von Singapur und die Sicherheit in der Stadt. Die U-Bahn-Stationen sind extrem sauber und funktionieren sehr gut. Es ist nicht teuer, sich mit dem Taxi oder der U-Bahn fortzubewegen. Übrigens können Sie auch den Singapore Tourist Pass erwerben, mit dem sich Ihnen dann alle Verkehrsmittel erschlieβen.

Singapur hat großartige Einkaufszentren

und tolle Restaurants. Erich (immer noch typisch deutsch eben) war sehr glücklich das deutsche Restaurant Paulaner Brauhaus hier besuchen zu können, wunderbar!

Singapur offeriert auch das Indian Quarter (Little India), das Arab Quarter (arabisch)

und Clark Quay, wo es viele Bars und Restaurants gibt.

Fonte/source/Quelle: https://www.thebestsingapore.com/best-things-to-do/go-clubbing-at-clarke-quay/

Es existiert auch der nächtlichen Lebensmittelmarkt, ein Genuss.

Die Stadt ist definitiv auch ein Einkaufsparadies, in der Orchard Road befinden sich die luxuriösesten Geschäfte.

Singapur ist definitiv ein Reiseziel, um mehrmals besucht zu werden, auch eine ideale Reisedrehscheibe.

Erfahren Sie hier mehr über Singapur.

Hinweis: Falls Sie unserem  Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert. Sie können auch durch Brasilien reisen und unser Buch 66 SEHENSWÜRDIGKEITEN IN BRASILIEN  kennenlernen und 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.

SINGAPORE – A TREASURE OF SOUTH EAST ASIA

Erich and I had the pleasure to return to Singapore and we enjoyed again the beauties of this beautiful place. It’s one of the cities in this world where I could definitely imagine living.

Singapore has more than five million inhabitants and became an independent country in 1965. It was previously a British and Japanese colony and experienced a very significant urban expansion when the renovation project was implemented in the bay with Hotel Marina Bay Sands,

mall,

theater and where too you also find and can admire wonderful architectural buildings such as the Cloud Forest, the Flower Dome

or the Supertrees of the Bay Garden.

In this area you can walk all day through the most various gardens of this huge garden Set. There is also the light and sound show in the Bay Garden and in front of the shoppes. These are two events that attract many people every day and it is really impressive!

Another nice tour is Telok Ayer Street near Chinatown (which is also worth a visit), a walk along Amoy Street

Nural na Rua Amoy/Wandgemälde in der Amoy Street/Mural on Amoy Street

(behind the Chinese temple Thian Hock Keng, very beautiful),

these old historic buildings are very contrastive facing the modern City.

If you like beach and would like to visit an amusement Park, plan a day on the island of Sentosa

with a park of “Universal Studios” with a giant statue of the Merlion (mythical creature with lion’s head and fish body, also used by many locals as a mascot),

an artificial beach with coconut palms,

resorts,

great bars and restaurants, tirolesa and Bungee jumping.

One aspect we were very impressed with is the incredible cleanliness of Singapore and the security in the city.

The subway stations are extremely clean and work very well. It is not expensive to get around by taxi or subway. Incidentally you can also purchase the Singapore Tourist Pass, which will then open up all means of transport for you.

Singapore has great shopping malls and great restaurants. Erich (still typical German just) was very happy to visit the German restaurant Paulaner Brauhaus here, wonderful!

Singapore also offers the Indian Quarter (Little India), the Arab Quarter (Arabic) and Clark Quay, where there are many bars and restaurants.

Fonte/source/Quelle: https://www.thebestsingapore.com/best-things-to-do/go-clubbing-at-clarke-quay/

There is also the night food market, a pleasure.

The city is definitely also a shopper’s paradise and Orchard Road is home to the most luxurious shops.

Singapore is definitely a destination to visit several times, also an ideal travel hub.

Learn more about Singapore here.

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BANGKOK – SEMPRE CALORENTA E FASCINANTE/BANGKOK – IMMER SCHWÜLHEISS UND FASZINIEREND/BANGKOK – ALWAYS SULTRY HOT AND FASCINATING

Eu estive em Bangkok cinco vezes,

Fonte/Quelle/Source: Google Maps

a primeira vez foi em 1991,

e sempre senti o mesmo: a cidade é quente e úmida,

Eu suava o dia todo, afinal, Bangkok é considerada a cidade mais quente do mundo quando se considera a média anual.

Fonte/Quelle/Source: Google Maps

Mas os seguintes aspectos foram diferentes em cada visita: mais tráfego, mais habitantes, mais problemas ambientais e mais turistas de todo o mundo. Bangkok tem 8 milhões de habitantes e é visitada anualmente por cerca de 20 milhões de turistas, o que a torna uma das cidades mais visitadas do mundo.

Recomendo uma visita em torno de três dias para ver os pontos turísticos da cidade, fazer excursões nessa metrópole vibrante com suas barracas de comidas,

praças de alimentação,

mercados de rua, como o de Kao San Road,

mercados noturnos

e os famosos Tuk Tuks que estão nas ruas em todos os lugares.

Com toda essa oferta de comida barata nas ruas, você deve sempre estar atento às condições de higiene nas quais elas foram preparadas.

Outra dica: não deixe de fazer o passeio de barco no Rio Chao Praya

com muitas vistas interessantes de atrações turísticas culturais, religiosas, modernas

e construções históricas como o Grande Palácio

ou o Templo Wat Anrun

A cidade tem mais de 400 wats (templos budistas). O mais significativo é o Wat Phra Kaeo, que abriga o chamado “Buda de Esmeralda” e um dos mais cultuados em todo o país. Reserve tempo suficiente para que essas visitas (Templo e Grande Palácio) sejam um mergulho neste mar de cores, ouro, arte, espiritualidade e religiosidade.

Há muitas ofertas para passear em Bangkok e excursões de 1 dia na área circundante.

Eu me lembro de tour que fiz para o lendário set de filmagem do filme “A Ponte sobre o Rio Kwai”

e também aos igualmente famosos e fascinantes “Mercados Flutuantes”, que existem atualmente apenas fora da metrópole.

Como uma visão do tipo bastante questionável ou mesmo horrível é “Bangkok Ghost Tower” considerado.

Apesar da mais estrita proibição, muitas pessoas tentam escalar o prédio, por causa da iminente deterioração, uma visita que chega a ser perigosa.

Este marco arrepiante de Bangkok é uma enorme concha com 49 andares planejada como um arranha-céu de luxo, mas falhou, hoje a Torre Fantasma é considerada o “Marco do Terror” em Bangkok. Hoje é um objeto popular para grafiteiros.

E tornou-se uma “aventura” para os turistas que tentam visitá-lo com o intuito de chegar até o topo para observar a cidade.

Há também rumores de que o prédio fica em um antigo cemitério e, portanto, as almas de seus antigos habitantes ainda “assombram” os visitantes.

Marcia e eu aproveitamos bastante nossa visita a Bangkok e certamente ainda voltaremos a Tailândia, como eu disse “calorenta e sempre fascinante”.

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BANGKOK – IMMER SCHWÜLHEISS UND FASZINIEREND

Ich war ungefähr 5 Mal in Bangkok,

Fonte/Quelle/Source: Google Maps

das erste Mal 1991,

und immer war es das gleiche: es war schwül, es war heiss,

ich war den ganzen Tag nur am Schwitzen, schließlich ist Bangkok ja auch im Jahresdurchschnitt die heißeste Stadt der Welt.

Fonte/Quelle/Source: Google Maps

Ganz anders war jedoch bei jedem Besuch das Folgende: mehr Verkehr, mehr Einwohner, mehr Umweltprobleme und mehr Touristen aus aller Welt. Bangkok zählt 8 Millionen Einwohner und wird jährlich von etwa 20 Millionen Touristen besucht, das ist wieder Platz 1 der meistbesuchten Städte der Welt.

3 Tage sollte man sich zumindest Zeit nehmen für die Sehenswürdigkeiten dieser Stadt und Ausflügen im Umfeld dieser pulsierenden Metropole mit seinen Garküchen,

Foodcourts,

Streetmarkets, hier in der Kao San Road,

Nightmarkets

und den berühmten Tuk Tuks auf den Straßen überall.

 Bei all den so sehr günstigen Essensangeboten auf der Straβe sollte man sich immer der unterschiedlichen Hygienestandards bewusst sein.

Nicht verpassen sollte man eine Schiffsfahrt auf dem Chao Praya Fluss

mit vielen lohnenswerten Ausblicken auf Sehenwürdigkeiten, Kulturelles, Religiöses, Modernes

und Historisches wie den Grand Palace

oder den Wat Anrun Tempel

In der Stadt gibt es über 400 Wats (buddhistische Tempelanlagen). Der bedeutendste ist der Wat Phra Kaeo, der den sogenannten „Smaragd-Buddha“ beherbergt und landesweit eine hohe Verehrung genießt. Planen Sie für diese Besuche (Tempel und Grosser Palast) genügend Zeit ein, um tief in dieses Meer von Farben, Gold, Kunst, Spiritualität und Religiosität eintauchen zu können.

Es existieren sehr viele Angebote für Sightseeing in Bangkok und 1 Tages-Ausflüge in die nähere Umgebung.

Ich erinnere mich an eine Tour zur legendären Filmkulisse „Die Brücke am Kwai“

und auch die ebenfalls berühmten und faszinierenden „Schwimmenden Märkte“ existieren heute allerdings nur noch außerhalb der Metropole.

Als eine Sehenswürdigkeit der eher fragwürdigen oder gar schrecklichen Art kann „Bangkoks Geister-Turm“ angesehen

werden. Trotz eines strengsten Verbotes versuchen viele Personen auf das Gebäude zu steigen, wegen der drohenden Baufälligkeit ein nicht ganz ungefährliches Unterfangen.

Dieses gruselige Wahrzeichen Bangkoks ist ein riesiger Rohbau mit 49 Stockwerken geplant als Luxus-Wolkenkratzer, jedoch gescheitert, heute gilt der Ghost-Tower als das „Wahrzeichen des Schreckens“ in Bangkok. Es ist heute ein beliebtes Graffiti-

Objekt und Abenteuerpiste/Aussichtsplattform für Backpacker.

Gerüchte besagen zudem auch noch, daβ das Gebäude auf einem ehemaligen Friedhof steht und somit die Seelen seiner Bewohner immer noch „umherspuken“.

Marcia und ich haben unseren Aufenthalt in Bangkok sehr genossen und werden mit Sicherheit wieder nach Thailand kommen, wie gesagt schwülheiss und immer faszinierend…!!!

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BANGKOK – ALWAYS SULTRY HOT AND FASCINATING

I was in Bangkok about 5 times,

Fonte/Quelle/Source: Google Maps

the first time in 1991,

and it was always the same: it was humid, it was hot,

I was sweating all day long, after all, Bangkok is considered as the hottest City in the world on an annual average.

Fonte/Quelle/Source: Google Maps

But the following was very different with each visit: more traffic, more inhabitants, more environmental problems and more tourists from all over the world. Bangkok has 8 million inhabitants and is visited annually by about 20 million tourists, which is again one of the most visited cities in the world.

3 days you should at least take time for the sights of this city and excursions around this vibrant metropolis with its food stalls,

Food courts,

Streetmarkets, here in Kao San Road,

Night Markets

and the famous Tuk Tuks on the streets everywhere.

With all the very cheap food on the street, you should always be aware of the different standards of hygiene.

You should not miss to do a boat trip on the Chao Praya River

with many worthwhile views on sights, cultural, religious, modern

and historical things like the Grand Palace

or the Wat Anrun Temple

The city has over 400 wats (Buddhist temples). The most significant is the Wat Phra Kaeo, which houses the so-called “Emerald Buddha” and enjoys a high level of worship throughout the country. Allow sufficient time for these visits (Temple and Grand Palace) to immerse yourself in this sea of colors, gold, art, spirituality and religiosity.

There are many offers for sightseeing in Bangkok and 1 day excursions in the surrounding area.

I remember a tour to the legendary movie set of “The Bridge on the River Kwai”

and also to the equally famous and fascinating “Floating Markets” which however exist nowadays only outside of the metropolis.

As a sight of the rather questionable or even horrible kind is “Bangkok Ghost Tower” considered.

Despite a strictest ban many people try to climb the building, because of the imminent dilapidation a not entirely harmless venture.

This creepy landmark of Bangkok is a huge shell with 49 floors planned as a luxury skyscraper, but failed, today the Ghost Tower is considered the “Landmark of Terror” in Bangkok. It is today a popular graffiti object

And an adventure piste / observation deck for backpackers.

There are also rumors that the building stands on a former cemetery and thus still “haunts” the souls of its inhabitants.

Marcia and I enjoyed our stay in Bangkok very much and will certainly come back to Thailand, as I said sultry and always fascinating … !!!

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KUALA LUMPUR, A CIDADE DAS DUAS TORRES/

Kuala Lumpur é a capital da Malásia, país situado na Ásia. A cidade tem aproximadamente 6,1 milhões de habitantes, cujas origens datam de 1857 com o surgimento da mineração de estanho, é o portão de entrada para se conhecer as belezas da Malásia. Visitamos Kuala Lumpur quando realizamos uma viagem pelo sudeste asiático, porém, Erich já havia visitado a cidade anteriormente

A cidade possui habitantes de origem chinesa, indiana e malaios, principalmente. Um em quatro habitantes é de origem estrangeira. Kuala Lumpur, carinhosamente conhecida como KL, possui trânsito congestionado, com ruas cheias de ônibus, automóveis e bicicletas. Observei que a cidade se encontra em grande expansão, com muitas obras públicas e privadas em construção.

Há uma forte presença da religião islâmica, com grande parte da população feminina usando a cabeça coberta com véus. Vi algumas mulheres usando burcas.

É só dar uma passada nos muitos shoppings centers locais

para se perceber a variedade de roupas islâmicas, muitas  roupas coloridas, belas.

Kuala Lumpur tem sua “Chinatown

Fonte/Quelle/Source: https://www.kkkl.com.sg/china-town-kuala-lumpur

e sua “Little India”.

Fonte/Quelle/Source: https://viajeibonito.com.br/o-que-fazer-em-kuala-lumpur-atracoes-gratuitas/kuala-lumpur-malasia-little-india-arcos/ Foto: Alexander Synaptic / Fonte: Flickr

A arquitetura arrojada é vista KL Tower/Pearl Torre,

nas torres gêmeas conhecidas com Petronas Towers,

que constituem o símbolo de KL e são o grande destaque na noite, quando estão iluminadas de forma especial. Há monumentos que valem a visita como Edifício do Sultão Abdud Samad,

Sultan Abdul Samad Building Jalan Raja

Palácio Nacional, Mesquita Nacional, o mais antigo templo taoista da cidade, Sze Ya, Sri Maha Mariamman Temple, dentre outros.

Sri Maha Mariamman Temple Jalan Tun H.S. Lee

A estação ferroviária possui uma arquitetura marcante, é um dos cartões postais da cidade.

Train Station

Clique aqui para ler o folheto sobre os monumentos da cidade.

A cidade é efervescente, há muitos eventos de arte

e opções de entretenimento. KL é considerada um dos melhores destinos para compras na região.

E por último, acredito que é uma das atrações mais impressionantes, recomendo a visita ao conjunto de cavernas Batu Caves.

Trata-se de um santuário hindu muito popular, visitado por milhares de devotos e turistas. Essa atração está situada a apenas 13 km de Kuala Lumpur, no distrito de Gombak, com acesso fácil, de trem saindo a cada 30 minutos da estação KL Sentral, da empresa KTM Komuter.

Kuala Lumpur é capital de um país rico em atrações, que vale a visita se você planejar uma viagem para a Ásia, pois além de sua capital, há muito o que se visitar como Bornéu, ilha com uma rica biodiversidade, praias paradisíacas,

florestas, enfim, há muito o que se ver na Malásia.

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você também pode “viajar” pelo Brasil conhecendo nosso  livro impresso 66 Brasil e sua versão digital 66 Belezas do Brasil.

KUALA LUMPUR – DIE STADT DER ZWEI TÜRME

Kuala Lumpur ist die Hauptstadt von Malaysia, einem Land in Asien. Die Stadt hat ca. 6,1 Millionen Einwohner, ihre Ursprünge reichen bis ins Jahr 1857 zurück, dem Aufkommen des Zinnbergbaus. Kuala Lumpur ist das Eingangsportal zum Kennenlernen der Schönheiten Malaysias.

Wir besuchten Kuala Lumpur als wir Südostasien bereisten, Erich hatte jedoch die Stadt zuvor schon mehrmals besucht.

Die Stadt hat hauptsächlich chinesische, indische und malaysische Einwohner. Jeder vierte Einwohner ist ausländischer Herkunft. Kuala Lumpur, liebevoll auch KL genannt, leidet unter Verkehrsstaus mit den Straßen voller Busse, Autos und Fahrrädern. Mir fiel auf, daβ die Stadt stark expandiert und überall viele öffentliche und private Gebäude im Bau sind.

Es gibt eine starke Präsenz der islamischen Religion wobei ein Großteil der weiblichen Bevölkerung den Kopf mit Schleiern bedeckt trägt. Ich sah einige Frauen auch die Burka tragen.

Schlendern Sie einfach durch die vielen lokalen Einkaufszentren,

um die Vielfalt der islamischen und anderer Kleidung zu erleben, bunt, schön und sehenswert.

Kuala Lumpur hat sein “Chinatown”

Fonte/Quelle/Source: https://www.kkkl.com.sg/china-town-kuala-lumpur

und sein “Little India”.

Fonte/Quelle/Source: https://viajeibonito.com.br/o-que-fazer-em-kuala-lumpur-atracoes-gratuitas/kuala-lumpur-malasia-little-india-arcos/ Foto: Alexander Synaptic / Fonte: Flickr

Kühne Architektur sind der KL Tower/Pearl Tower

 und die mit Petronas Towers

PETRONAS TWIN TOWERS

bekannten Zwillingstürme, die heute das Wahrzeichen von KL sind und in der Nacht wahrlich das Highlight sind, wenn sie ganz besonders illuminiert sind.

Es gibt Denkmäler, die einen Besuch wert sind wie das Sultan Abdud Samad Gebäude,

Sultan Abdul Samad Building Jalan Raja

der Nationalpalast, die Nationalmoschee, der älteste taoistischen Tempel der Stadt Sze Ya und andere.

Sri Maha Mariamman Temple Jalan Tun H.S. Lee

Auch der Bahnhof hat eine sehr markante Architektur, er ist eine der Postkartenansichten der Stadt.

Train Station

Klicken Sie hier, um zu der Broschüre über die Denkmäler der Stadt zu gelangen.

Die Stadt ist geschäftig, es gibt viele Kunstveranstaltungen und Unterhaltungsmöglichkeiten.

KL gilt als eines der besten Reiseziele für Einkäufe in der Region.

Und schließlich empfehle ich den Besuch der Höhlen von Batu Caves,

sicherlich auch eine der beeindruckendsten Attraktionen. Es ist ein sehr beliebter Hindu Schrein besucht von Tausenden von Gläubigen und Touristen.  Die Höhlen befindet sich nur 13 km von Kuala Lumpur im Bezirk Gombak entfernt und einfach  mit dem Zug zu erreichen, der alle 30 Minuten vom Bahnhof KL Sentral abfährt.

Kuala Lumpur ist die Hauptstadt eines Landes, reich an Sehenswertem und besuchenswert, falls Sie eine Asienreise planen. Empfehlenswert auch die Insel Borneo mit seiner reichen Artenvielfalt, paradiesischen Stränden,

Regenwald; ja – jeden falls gibtes in Malaysia viel zu sehen.

Hinweis: Falls Sie unserem  Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert. Sie können auch durch Brasilien reisen und unser Buch 66 SEHENSWÜRDIGKEITEN IN BRASILIEN  kennenlernen.

KUALA LUMPUR – THE CITY OF TWO TOWERS

Kuala Lumpur is the capital of Malaysia, a country in Asia. The city has about 6.1 million inhabitants, their origins date back to 1857, the advent of tin mining. Kuala Lumpur is the entrance portal for getting to know the beauties of Malaysia.

We visited Kuala Lumpur when we traveled in Southeast Asia, but Erich had visited the city several times before.

The city has mainly Chinese, Indian and Malaysian inhabitants. Every fourth inhabitant is of foreign origin. Kuala Lumpur, affectionately known as KL, suffers from traffic congestion on the streets full of buses, cars and bicycles.

I noticed that the city is expanding rapidly and many public and private buildings are under construction everywhere.

There is a strong presence of the Islamic religion with most of the female population wearing their head covered in veils. I also saw some women wearing the burka.

Stroll through the many local shopping malls

to experience the diversity of Islamic and other clothing, colorful, beautiful and worth seeing.

Kuala Lumpur has his “Chinatown”

Fonte/Quelle/Source: https://www.kkkl.com.sg/china-town-kuala-lumpur

and his “Little India”.

Fonte/Quelle/Source: https://viajeibonito.com.br/o-que-fazer-em-kuala-lumpur-atracoes-gratuitas/kuala-lumpur-malasia-little-india-arcos/ Foto: Alexander Synaptic / Fonte: Flickr

However, the very bold architecture is the KL Tower/ Pearl Tower

and the twin towers known as Petronas Towers,

PETRONAS TWIN TOWERS

which today are the landmark of KL and are truly the highlight of the night when they are especially illuminated.

There are monuments worth visiting such as the Sultan Abdud Samad building,

Sultan Abdul Samad Building Jalan Raja

theNational Palace, the National Mosque, the oldest Taoist temple in the city of Sze Ya and others.

Sri Maha Mariamman Temple Jalan Tun H.S. Lee

The train station also has a very distinctive architecture, it is one of the postcard views of the city.

Train Station

Click here for the brochure about the monuments of the city.

The city is bustling, there are many art events and entertainment venues.

KL is considered one of the best destinations for shopping in the region.

And finally I recommend visiting the caves of Batu Caves,

certainly one of the most impressive attractions. It is a very popular Hindu shrine visited by thousands of believers and tourists. The caves are located just 13 km from Kuala Lumpur in the Gombak district and can be easily reached by train leaving from KL Sentral station every 30 minutes.

Kuala Lumpur is the capital of a country rich in attractions and worth visiting if you are planning an Asian trip. Recommended also the island of Borneo with its rich biodiversity, paradisiacal beaches,

rainforests; yes – there is much to see in Malaysia.

Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Seguir” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future. You can continue traveling with us with our book Brazil´s 66 Beautiful Sites. 

 

RÚSSIA, PAÍS DAS MATRIOSCAS E DO FUTEBOL

Você sabia que 72.000 mil brasileiros compraram ingressos para assistir os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2018 na Rússia? Fiquei impressionada com esse número e como a Rússia era um país pouco divulgado no Brasil antes do mundial. Pois é, nesse post apresento algumas informações sobre esse país imenso.

Primeiro, é bom lembrar que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas-URSS foi extinta em 26 de dezembro de 1991 e hoje existe a Comunidade dos Estados Independentes integrada pela Rússia e por mais 11 países.

Fonte: Geografia nos dias atuais. 9o. ano. Autores: Cláudio Giardino, Ligia Ortega, Rosaly Braga Chianca e Virna Carvalho. Ed. Leya, pg. 134.

A Rússia é o país mais extenso do mundo e tem o seu território localizado na Europa e na Ásia sendo que os dois continentes estão separados pelos Montes Urais.

Fonte: Geografia nos dias atuais. 9o. ano. Autores: Cláudio Giardino, Ligia Ortega, Rosaly Braga Chianca e Virna Carvalho. Ed. Leya, pg. 135.

As terras russas, com cerca de 17milhões de km2, são tão extensas que o país tem 11 fusos horários! O país tem uma população de aproximadamente 143 milhões de habitantes!

Erich já visitou a Rússia três vezes e esteve em Moscou e São Petersburgo (e também Talin – capital da Estônia, Tbilisi – capital da Geórgia e Kiev – capital da Ucrânia, na época da URSS), ele ficou impressionado com a beleza das estações de metrô em Moscou,

Source/Fonte: Komsomolskaya subway station in Moscow. Site: https://www.rbth.com/arts/2017/06/19/dont-miss-these-5-stations-on-the-moscow-metros-circle-ring_785407

com a Praça Vermelha (que atualmente está colorida com a presença de torcedores de diversas partes do mundo), com o rico Patrimônio Cultural de São Petersburgo.

Originalmente ele queria viajar na ferrovia Transiberiana, a maior linha férrea do mundo, com 10 000 km de extensão, que liga Moscou a Vladivostok. Aliás, o país é muito bem servido de transportes marítimos e férreos. É um país definitivamente muito, muito interessante!

São 64 jogos que estão acontecendo na Rússia durante a referida Copa em 11 cidades-sede (os jogos em Moscou estão ocorrendo em dois estádios).

São elas: Moscou, Ecaterimburgo, São Petersburgo, Rostov, Samara, Volgogrado, Kazan, Sochi, Novgorod, Kalingrado, Saransk.

Fonte: https://www.stepmap.de/landkarte/spielorte-wm-2018baelle-1432625

Esse evento está mostrando ao mundo as belezas e curiosidades desse país incrível, com uma rica história e nomes famosos na literatura mundial como Nikolau Gógol, Fiódor Dostoievsky e Lev Tolstói, por exemplo.

O mundial também mostra a alegria dos torcedores, a má educação de alguns, como o caso do grupo de brasileiros que se comportaram de forma humilhante junto a uma mulher russa, e também mostra o comportamento exemplar dos senegaleses, brasileiros e japoneses que limparam as arquibancadas, depois do jogo na Arena de Ecaterimburgo.

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