BECO DA LAMA, CULTURA E CORES EM NATAL/BECO DA LAMA – KULTUR UND FARBEN IN NATAL/BECO DA LAMA – CULTURE AND COLORS IN NATAL

Natal, a capital do Rio Grande do Norte é o portão de entrada para muitas belezas da terra potiguar. Os turistas são atraídos, principalmente, pelas belezas naturais, pois esse estado possui 399 km de costa com belas praias e águas quentinhas.

Além desses atrativos, Natal possui também atrativos culturais.

A área central de Natal, juntamente com parte do bairro da Ribeira, são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, devido ao traçado da malha urbana com características da época colonial, consequência da influência portuguesa, além de um conjunto arquitetônico oriundo de diversas épocas.

Nesse emaranhado de ruas e ruelas, destaca-se um trecho conhecido dos boêmios da cidade chamado Beco da Lama, que é conhecido, principalmente, por natalenses que frequentam o lugar desde muito tempo para visitar alguns bares existentes no local. Existia, naquela área, inclusive, um local conhecido como o Bar do Nazi, onde as pessoas costumavam tomar uma “meladinha” (bebida feita com cachaça e mel).

Trata-se de um beco localizado entre a Rua João Pessoa e a Rua Ulisses Caldas:

Fonte: Google Maps

O Beco da Lama recebeu um banho de loja no mês de fevereiro de 2019, graças a um projeto da prefeitura do Natal inspirado pelo Beco do Batman em São Paulo.

Pode-se dizer que essa ruela se tornou uma galeria à céu aberto.

A Prefeitura de Natal através da Secretaria Municipal de Cultura-SECULT, a Companhia de Serviços Urbanos de Natal -URBANA, Secretaria Municipal de Serviços Urbanos – SENSUR,e Secretaria de Comunicação- SECOM promoveu a “transformação” do beco através de uma ação que envolveu 40 artistas

encabeçado pelo renomado grafiteiro Dicesarlove

e pelo natalense Miguel Carcará que se inspiraram na obra do renomado escritor, historiador, folclorista Câmara Cascudo e sua vasta obra para elaborarem painéis coloridos nesse espaço urbano.

O Beco da Lama virou uma festa de cores e com isso está atraindo muitas pessoas para visitá-lo.

Produtores culturais estão usando o espaço para a realização de eventos de música eletrônica, de samba, dentre outros. Se você é de Natal ou está visitando a cidade, vale dar uma passadinha nesse pedacinho do centro histórico da capital potiguar!

Quer conhecer mais sobre o Rio Grande do Norte? Clique aqui.

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BECO DA LAMA – KULTUR UND FARBEN IN NATAL

Die Stadt Natal im Nordosten Brasiliens “transformierte” die Gasse Beco da Lama in der Straβe Rua Vaz Gondim in eine Galerie unter freiem Himmel. Diese kulturelle Aktion wurde realisiert unter Verwendung der Graffiti-Technik zur Schaffung dieser groβflächigen Farb-Panelen. Inspiriert wurde diese Aktion durch das Schaffen des Folkloristen und Historikers Câmara Cascudo.

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BECO DA LAMA – CULTURE AND COLORS IN NATAL

The city of Natal in northeastern Brazil “transformed” the Beco da Lama alley in the Rua Vaz Gondim Street into an outdoor gallery. This cultural action was realized using the graffiti technique to create these large color panels. This action was inspired by the works of the folklorist and historian Câmara Cascudo.

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VISITA AO CONDADO HOBBITON NA NOVA ZELÂNDIA/BESUCH IM „HOBBITON COUNTY“ IN NEUSEELAND/VISIT THE “HOBBITON COUNTY” IN NEW ZEALAND

Você assistiu a Trilogia de filmes chamados “O Senhor dos Anéis”?

E “O Hobbit”? Se respondeu sim, então realmente vale a pena ler este post.

Erich e eu tivemos o prazer de visitar o set de gravação fixo

(além desse local, foram usados em torno de outras 150 locações) desses filmes chamado Hobbiton Movie Set na Fazenda Alexander,

localizado próximo a cidade de Matamata na Ilha Norte da Nova Zelândia.O passeio é espetacular!

Source: Google Maps

Porém, vamos voltar a setembro de 1998 quando o diretor Peter Jackson e a New Line Cinema “descobriram” durante uma busca aérea essa fazenda.

A construção do local começou em março de 1999. O exército da Nova Zelândia forneceu o maquinário pesado para a terraplanagem, além de construir uma estrada de 1,5 km até o local e executou o desenvolvimento inicial do set.

De Auckland até lá são aproximadamente 174 km de estrada asfaltada até a fazenda.

Source: Google Maps

Chegando lá, existe uma estrutura com local para a compra do ingresso, lanchonete, lojinha, estacionamento e é de lá onde você vai esperar o ônibus com guia que vai lhe conduzir ao “Condado Hobbiton” (são 14 ônibus que saem a cada 30 minutos).

De acordo com a informação do guia, 30% dos turistas que visitam a Nova Zelândia chegam com o intuito de visitar esse local.

No percurso é exibido um pequeno documentário onde o Sir Peter Jackson e Alexander, o proprietário da terra, comentam sobre a experiência.

Quando se chega ao local das filmagens, se percorre uma trilha

pela cidade cinematográfica onde é possível apreciar as 44 casas dos hobbits, ou seja, “as tocas”.

O lugar é caracterizado por possuir montes, vegetação exuberante,

ponte, roda d´água,muitas flores.

O cenário é tão bem decorado que você vê até roupinhas dos hobbits estendidas no varal!

O passeio é finalizado no bar “medieval” frequentado por Frodo, Merry, Pippin e Sam- (os principais hobbits do filme)-  o Green Dragon Pub, onde cada visitante pode escolher entre as cervejas oferecidas (Pale Ale, Brown Ale, Ginger Ale – não alcoólica) e uma cidra (está incluído no preço do ingresso).

Na saída do local há uma loja de souvenires.

Durante o tour, o guia conta curiosidades sobre as filmagens e a montagem do set. Um dos relatos que me chamou a atenção foi a da árvore tipo carvalho, plantada próximo aos “buracos” dos hobbits para o filme Senhor dos Anéis.

A árvore natural foi trazida de uma fazenda de Matamata e para ser levada ao local teve que ser cortada em partes numeradas e remontada no set com o uso de parafusos e arames. Como a árvore foi morta, as suas folhas foram substituídas por mais de 200 mil folhas artificiais confeccionadas em Taiwan e coladas uma por uma na árvore. Imaginem o trabalho!!!

Para o filme “The Hobbit”, a produção escolheu reconstruir a árvore original, em silicone, arame e plástico, além das folhas artificiais.

Para os fãs dos filmes, esse passeio é realmente imperdível.

Leia mais informações sobre esse passeio aqui.

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BESUCH IM „HOBBITON COUNTY“ IN NEUSEELAND

Haben Sie die Trilogie der Filme “Der Herr der Ringe” gesehen?

Und “Der Hobbit”? Falls ja, dann lohnt es sich wirklich, diesen Beitrag zu lesen.

Erich und ich hatten das Vergnügen, das festinstallierte Aufnahmeset

(außer hier wurde an rund 150 weiteren Orten gedreht) dieses Hobbiton-Filmsets auf der Alexander Farm

in der Nähe der Stadt Matamata auf der Nordinsel Neuseelands zu besuchen. Die Tour ist spektakulär!

Source: Google Maps

Lassen Sie uns jedoch bis in den September 1998 zurückgehen, als Regisseur Peter Jackson und New Line Cinema bei einer geeigneten Landschaftssuche mit Helikopter diese Farm “entdeckten”.

Mit dem Bau des Geländes wurde im März 1999 begonnen. Die neuseeländische Armee lieferte schwere Maschinen für die Erdarbeiten, baute eine 1,5 Kilometer lange Straße zum geplanten Filmset und führte die ersten Bauarbeiten durch.

Von Auckland aus sind es etwa 174 km asphaltierte Straße zur Farm.

Source: Google Maps

Dort angekommen erwartet Sie eine Infrastruktur mit   Ticketkauf, eine Snackbar, ein kleines Geschäft, ein Parkplatz und  dort warten Sie auch auf „ihren“ Bus, der Sie zum “Hobbiton County” bringt (es gibt 14 Busse, die alle 30 Minuten fahren).

Laut Informationen des Reiseführers kommen 30% der neuseeländischen Touristen hierher.

Auf dem Weg zum Set sehen Sie eine kleine Video-Dokumentation, in welcher Sir Peter Jackson und Alexander, der Besitzer des Landes, ihre Erfahrungen kommentieren.

Wenn man am Drehort ankommt, wandert man durch das Filmdorf,

wo man die 44 Häuser der Hobbits, die sogenannten     “Löcher”, bestaunen kann.

Der Ort zeichnet sich durch Hügel, spektakuläre Vegetation,

Brücke, Wasserrad und sehr viele Blumen aus.

Der Spaziergang endet in der “mittelalterlichen” Bar, die von Frodo, Merry, Pippin und Sam besucht wird (die wichtigsten Hobbits des Films) – dem Green Dragon Pub, in dem die Szene so gut ausgeschmückt ist, sodass Sie sogar die Kleidung der Hobbits sehen.

Jeder Besucher kann zwischen einem Bier (Pale Ale, Brown Ale, Ginger Ale – alkoholfrei) und Apfelwein wählen (ist im Ticketpreis enthalten). Am Ausgang des Film-Set-Ortes gibt es natürlich auch einen Souvenirshop.

Während der Tour informiert Sie ihr Guide über Wissenswertes und Kurioses beim Drehen und der Montage.

Eine der Geschichten, die meine Aufmerksamkeit auf sich zog, war die der Eiche, die in der Nähe der “Löcher” der Hobbits für den Film “Der Herr der Ringe” gepflanzt wurde. Der natürliche und gefällte Baum wurde von einer Matamata-Farm gebracht und dann mussten vor Ort hier am Set die nummerierten Teile wieder mit Schrauben und Drähten zusammengebaut werden. Seine dadurch verlorenen natürlichen Blätter wurden durch mehr als 200.000 in Taiwan hergestellte künstliche Blätter ersetzt und nacheinander am Baum angeklebt.

Für den Film “Der Hobbit” entschied sich also die Film-Produktion für den Wiederaufbau des ursprünglichen Baums aus Silikon, Draht, Kunststoff sowie künstlichen Blättern.

Für Fans dieser Filme ist diese Tour ein absolutes Muss.

Weitere Informationen zu dieser Tour finden Sie hier.

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VISIT THE “HOBBITON COUNTY” IN NEW ZEALAND

Did you see the trilogy of the films “The Lord of the Rings“?

And “The Hobbit“? If so, then it really is worth reading this post.

Erich and I had the pleasure of visiting the fixed recording set

(except here at about 150 other locations was filmed) to watch this Hobbiton movie set at Alexander Farm

near the town of Matamata on the North Island of New Zealand. The tour is spectacular!

Source: Google Maps

However, let us go back to September 1998, when director Peter Jackson and New Line Cinema “discovered” this farm in a helicopter search for suitable landscape.

The construction of the site began in March 1999. The New Zealand army supplied heavy machinery for the earthworks, built a 1.5-kilometer road to the planned film set and carried out the first construction work.

From Auckland there are about 174 km paved road to the farm.

Source: Google Maps

Once there you will find a ticket-buying infrastructure, a snack bar, a small shop, a car park and there you will find also “your” bus that will take you to “Hobbiton County” (there are 14 buses leaving every 30 minutes).

According to the guide 30% of all New Zealand tourists come here.

On the way to the set you will see a small video documentary in which Sir Peter Jackson and Alexander, the owner of the farm comment on their experiences.

When you arrive at the location you walk through the film village,

where you can admire the 44 houses of the hobbits, the so called ” holes”.

The place is characterized by hills, spectacular vegetation,

a bridge, water wheel and many flowers.

The walk ends in the “medieval” bar frequented by Frodo, Merry, Pippin and Sam (the film’s main hobbits) – the Green Dragon Pub, where the scene is so well decorated that even the hobbits’ clothes are on see.

Each visitor can choose between a beer (pale ale, brown ale, ginger ale – non-alcoholic) and cider (included in the ticket price). Of course, there is also a souvenir shop at the exit of the film set location.

During the tour the guide will tell you about useful information and curiosities during filming and assembling.

One of the stories that caught my attention was that of the oak tree planted near the “holes” of the hobbits for the movie “The Lord of the Rings”.

The natural and felled tree was brought from a farm in Matamata and then had to be rebuilt locally on the set by fixing the numbered parts with screws and wires.

The lost natural leaves oft he tree were replaced by more than 200,000 artificial leaves made in Taiwan and glued to the tree one after the other.

For the film “The Hobbit”, the film production decided to rebuild the original tree from silicone, wire, plastic and artificial leaves.

For fans of these films, this tour is an absolute must.

More information about this tour can be found here. 

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VALE DO PAPENOO, PAISAGEM VERDEJANTE DO TAITI

A Oceania, também conhecida como o Novíssimo Continente, com a menor extensão do planeta, pode ser considerada como um grande arquipélago, onde sua maior ilha é a Austrália. O Tahiti ouTaiti, em português, integra o conjunto denominado Polinésia Francesa e está localizado bem próximo ao Trópico de Capricórnio, onde predomina a presença de florestas tropicais.

Quando se comenta sobre o Taiti, logo vem à mente que a ilha é apenas o portão de entrada para se visitar outras ilhas na Polinésia Francesa. Porém, vale a pena passear pelo lugar. Nesse post, vamos comentar sobre a excursão que fizemos ao interior da ilha no Vale do Papenoo.

O passeio, realizado em um veículo 4 x 4,

lhe conduz à uma imersão na paisagem verdejante do Taiti, onde se aprecia a beleza da vegetação tropical,

cachoeiras, lugares sagrados e até cruzamos um rio.

O Vale do Rio Papenoo é uma área que já foi habitada antes da chegada dos europeus ao Taiti e corta a ilha de Taiti Nui de norte a sul. O vale é emoldurado por altas montanhas com vegetação exuberante e com cachoeiras que desaguam no rio.

O acesso ao vale é feito através de uma estada de terra que ladeia o rio.

Dentre as cachoeiras que apreciamos nesse passeio, que pode ser de um dia inteiro ou meio período, vimos a de Vaiharuru , Puraha e a Tapatari, além de outras menores. A primeira, localizada no lado oeste do vale, logo no começo do passeio, perto do quilômetro 6. A segunda está localizada no lago, nas proximidades da represa, entre o quilômetro 10 e 11. Nessa excursão, o guia nos explicou sobre o uso de certas plantas na vida dos taitianos, como na culinária e até, em situações emergências, como proteção para chuva. Também comentou sobre lugares sagrados usados para a realização de cerimônias. É um passeio de um dia todo, o almoço não está incluído. Nesse passeio, leve roupa de banho, pois, há paradas para banhos nos rios.

O passeio ao Vale do Rio Papenoo é recomendado para amantes da natureza, pois você vai se encantar com a paisagem do vale majestoso, com as montanhas, vulcões, flores. Realizamos a excursão com a agência Maramas safari (www.maramasafari.com). Caso você planeja uma viagem para conhecer algumas das muitas ilhas do Oceano Pacífico, vale a pena reservar uns dois a três dias para conhecer as belezas da ilha do Taiti. Em Papeete nos hospedamos no Intercontinental Resort Tahiti, hotel propício para o descansar e relaxar.

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DAS TAL PAPENOO – GRÜNE TAHITI-LANDSCHAFTEN

Ozeanien, auch als der Neueste Kontinent bekannt mit der kleinsten Größe weltweit, kann auch als ein riesiges Archipel betrachtet werden, dessen größte Insel Australien ist.

Tahiti oder Taiti auf Portugiesisch ist Teil der Gruppe des Archipels, die als Französisch-Polynesien bekannt ist. Sie liegt ganz in der Nähe des Tropic of Capricorn (Südlicher Wendekreis), dort wo die Tropenwälder dominieren.

Wenn man über Tahiti spricht, wird schnell klar, daß die Insel quasi nur das Tor zu den anderen Inseln in Französisch-Polynesien ist. Es lohnt sich jedoch trotzdem, Tahiti selbst zu erkunden.

In diesem Beitrag kommentieren wir die Exkursion, die wir ins Innere der Insel in das Papenoo-Tal unternommen haben.

Die Tour, die mit einem 4 Rad-Antrieb-Fahrzeug

durchgeführt wird, führt Sie zum Eintauchen in die grüne Landschaft von Tahiti, wo Sie die Schönheit tropischer Vegetation,

Wasserfälle, heilige Orte und sogar die Durchquerung eines Flusses genießen werden können.

Das Papenoo-Flusstal ist ein Gebiet, das schon vor der Ankunft der Europäer nach Tahiti bewohnt war und die Insel Tahiti Nui von Norden nach Süden abschneidet.

Das Tal wird von hohen Bergen mit sehr üppiger Vegetation und vielen Wasserfällen eingerahmt, die alle in den Fluss münden.

Der Zugang zum Tal erfolgt entlang des Flusses. Unter den Wasserfällen, die wir auf dieser Tour genossen haben, die einen ganzen Tag oder einen halben Tag dauern kann, sahen wir Vaiharuru, Puraha und Tapatari sowie weitere kleinere.

Der erstere befindet sich an der Westseite des Tals am Beginn eines Spazierganges in der Nähe des Kilometersektors 6.

Der zweite befindet sich an einem kleinen See in der Nähe des Dammes zwischen Kilometer 10 und 11.

Während dieser Exkursion erklärte uns der Leiter wie man bestimmte Pflanzen im täglichen Leben Tahitis benutzt, zum Beispiel beim Kochen und sogar in Notfällen als Regenschutz. Er kommentierte auch heilige Orte, die für religiöse Zeremonien genutzt wurden. Bei dieser ganztägigen Tour war das Mittagessen nicht inbegriffen.

Nehmen Sie jedoch Badekleidung mit, denn es gibt entlang den Flüssen Haltestellen zum Baden.

Die Fahrt ins Papenoo-Flusstal ist Naturliebhabern sehr zu empfehlen, denn Sie werden von der majestätischen Tallandschaft mit Bergen, Vulkanen und Blumen begeistert sein.

Wir machten die Exkursion mit der Agentur Maramas Safari (www.maramasafari.com).

Falls Sie eine Reise planen, um einige der vielen Inseln im Pazifischen Ozean zu besuchen, dann lohnt es sich durchaus, zwei bis drei Tage auf Tahiti zu verbringen.

In Papeete übernachteten wir im Intercontinental Resort Tahiti, dem perfekten Hotel zum Ausruhen und Entspannen.

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THE PAPENOO VALLEY – GREEN TAHITI LANDSCAPES

Oceania, also known as the Newest Continent with the smallest size worldwide, can also be considered as a vast archipelago whose largest island is Australia.

Tahiti or Taiti in Portuguese is part of the group of the archipelago known as French Polynesia. It is very close to the Tropic of Capricorn (Southern Tropic) , where the tropical forests dominate.

When talking about Tahiti it quickly becomes clear that the island is virtually the gateway to the other islands in French Polynesia. However, it is still worth exploring Tahiti itself.

In this post we comment on the excursion that we have made to the interior of the island into the Papenoo Valley.

The tour carried out with a 4 wheel drive vehicle

will immerse you into the green Tahiti countryside, where you can enjoy the beauty of tropical vegetation,

waterfalls, sacred sites and even one passage through a river.

The Papenoo River Valley is an area that was inhabited even before the arrival of the Europeans to Tahiti and cuts off the island of Tahiti Nui from north to south.

The valley is framed by high mountains with very lush vegetation and many waterfalls, all of which flow finally into the river.

The access to the valley takes place alongside the river. Among the waterfalls that we enjoyed on this tour, which can take a full day or half a day, we saw Vaiharuru, Puraha, and Tapatari, as well as other smaller ones.

The first one is on the west side of the valley at the beginning of a walk near the kilometer sector 6.

The second is located on a small lake near the dam between kilometers 10 and 11.

During this excursion the leader explained how to use certain plants in daily life of Tahitis, for example when cooking and even in emergencies as a rain cover. He also commented on sacred places used for religious ceremonies. For this full-day tour, lunch was not included.

However, take swimwear with you because there are stops along the rivers for swimming.

The trip to the Papenoo River Valley is highly recommended for nature lovers, because you will be impressed by the majestic valley landscape with mountains, volcanoes and flowers.

We made the excursion with the agency Maramas Safari (www.maramasafari.com).

f you are planning a trip to visit some of the many islands in the Pacific Ocean, it is well worth spending two to three days in Tahiti.

In Papeete we stayed at the Intercontinental Resort Tahiti, for us the perfect place to rest and relax.

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TAITI, FLORESTA TROPICAL, CACHOEIRAS E FLORES/TAHITI – TROPISCHE WÄLDER, WASSERFÄLLE UND BLUMEN/TAHITI – TROPICAL FORESTS, WATERFALLS AND FLOWERS

A Polinésia Francesa é constituída de cinco arquipélagos: Ilhas da Sociedade, Austrais, Tuamotu, Marquesas e Gambier. Este conjunto de ilhas está localizado no sul do Oceano Pacífico, é uma coletividade de ultramar francesa.

Durante a segunda metade do século XVIII alguns exploradores visitaram o Taiti, dentre eles: Samuel Wallis, Louis Antoine de Bougainville, James Cook, sendo o último o mais famoso. Um século depois, outros visitantes chegaram à ilha: Pierre Loti, os artistas Paul Gaugain, que viveu no Taiti e morreu nas Marquesas, além de Henri Matisse.

Dizem que Júlio Verne prestou uma homenagem ao Taiti com uma visita.

Despois de 5 horas de voo, vindo da Ilha de Páscoa, chegamos ao Taiti, que é uma das ilhas da Polinésia Francesa, a maior e a principal, onde chegam os voos internacionais. A sua capital é Papeete.

O aeroporto de Papeete é decorado com artesanato local e fomos recebidos com show de música e dança. Tive uma ótima impressão do lugar.

O Taiti é o portão de entrada para se conhecer Bora Bora, Morea, Rangeroa, dentre outras. São muitas ilhas. Para você ter uma ideia, a Polinésia Francesa tem 283.000 habitantes, Papeete 25.763, Morea tem 16.191, Bora Bora tem 10.605 e Marquesas tem 8.632.

O Taiti é formado por duas ilhas: a Taiti Nui, é a ilha grande, onde localiza-se o centro de Papeete e Taiti Iti, a ilha pequena.

O povo é simpático e as mulheres usam flores,no cabelo da mesma forma que as mulheres usam bijuterias. A flor que as taitianas usam atrás das orelhas é a Flor de Tiaré, conhecida no Brasil com gardênia do Taiti. O lado em que as mulheres estão usando as flores revela se elas já estão comprometidas ou ainda estão em busca de um parceiro.

Quem visita Papeete sempre dá uma passadinha no mercado municipal com suas bancas que vendem as famosas guirlandas de flores, além de frutas, carnes, artesanato, dentre outros.

Se você quiser conhecer um pouco sobre o Taiti vale a pena fazer dois tours: um pela parte externa que circula a ilha e o outro pela parte interna. Realizamos os dois.

Vou comentar sobre o primeiro nesse post e sobre o segundo, no post seguinte.

O tour que realizamos, teve a duração de meio período, onde você pode ter uma ideia sobre a bela ilha e ver um pouco da floresta tropical e suas cachoeiras.

Primeiro, passamos por Papeete, com seu trânsito congestionado.

O que me chamou a atenção foi a marina com muitos, muitos barcos.

Depois disso fomos a um mirante, de onde você tem uma bela vista de Papeete e do município de Pirae.

Paramos também numa igreja, no centro de artesanato localizado na Praia do Ponto de  Venus. Realizamos uma volta completa na ilha e os pontos que mais gostei foram as belas cataratas de Vahiri, Vaimahuta,

os Jardins de Água (Jardins D´Eau) e as Grutas de Maraa, existem três, sendo que a maior é a Ana-vai-poiri, que significa gruta de águas escuras. Nesse passeio fiquei encantada com a exuberância da vegetação, com as flores, a ilha é muito verde e chove quase todos os dias.

Nesse tour, quando saímos do centro, passamos por muitos vilarejos, entre eles: Arue, Mahima, Papenoo, Maahera e Hitia.

O esporte número um da ilha é a canoagem, seguido do surf.

Os principais produtos do Taiti: baunilha (especiaria usada como aromatizante extraída obtida de orquídeas do gênero vanila), flores e pérolas.

Geralmente as pessoas planejam uma viagem à Polinésia Francesa tendo como portão de entrada o Taiti e de lá seguem para outras ilhas. No nosso caso, estávamos de passagem para a Nova Zelândia.

Se interessou pelo Taiti? Clique aqui para mais informações.

Dica: Aproveite para fazer o câmbio já no aeroporto. O taxi para o hotel foi muito caro. Quando você reservar um hotel já inclua o translado.

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TAHITI – TROPISCHE WÄLDER, WASSERFÄLLE UND BLUMEN

Französisch-Polynesien besteht aus fünf Archipelen: die Gesellschaftsinseln, Australis, Tuamotu, Marquesas und Gambier. Diese Inselgruppe liegt im südlichen Pazifik und bildet somit eine französisches Übersee-Departement.

In der zweiten Hälfte des 18. Jahrhunderts besuchten einige Forscher Tahiti, darunter Samuel Wallis, Louis Antoine de Bougainville und James Cook, wobei letzterer der berühmteste ist.

Ein Jahrhundert später kamen weitere Besucher auf die Insel: Pierre Loti, der Künstler Paul Gaugain, der in Tahiti lebte und in den Marquesas neben Henri Matisse starb.

Auch Jules Verne sol Tahiti mit einem Besuch seine Ehre erwiesen haben.

Nach einem fünfstündigen Flug von der Osterinsel kommend erreichten wir Tahiti, eine der größten französisch-polynesischen Inseln, also dort, wo die internationale Flüge ankommen. Die Hauptstadt ist Papeete.

Der Flughafen von Papeete ist mit einheimischem Kunsthandwerk dekoriert und wir wurden mit Musik- und Tanz begrüßt. Ich hatte einen ersten tollen Eindruck von dem Ort.

Tahiti ist das Tor, um unter anderem Bora Bora, Morea, Rangeroa kennenzulernen. Es gibt sehr viele Inseln. Um Ihnen eine Vorstellung zu geben, Französisch-Polynesien hat 283.000 Einwohner, Papeete 25.763, Morea 16.191, Bora Bora 10.605 und Marquesas 8.632.

Tahiti besteht aus zwei Inseln: Tahiti Nui ist die große Insel, auf der sich das Zentrum von Papeete befindet und Tahiti Iti, die kleine Insel.

Die Menschen sind sehr freundlich und die Frauen benutzen Blumen im Haar genauso wie Frauen eben  Schmuckstücke tragen. Die Blume, die die Tahitianer hinter den Ohren benutzen, ist die Blume von Tiaré, die in Brasilien als die Gardenie von Tahiti bekannt ist. Die Seite, auf welcher die Frauen die Blumen tragen, verrät, ob sie schon in festen Händen ist oder noch auf der Suche nach einem Partner.

Wer Papeete besucht macht immer einen Spaziergang in der  städtischen Markthalle mit seinen farbenprächtigen Verkaufsständen, an denen die berühmten Blumengirlanden neben Obst, Fleisch und Kunsthandwerk verkauft werden.

Falls Sie ein wenig mehr über Tahiti erfahren möchten, dann lohnt es sich, zwei Touren zu machen: die eine, die einmal um die ganze Insel führt und die andere, die sie ins Innere der Insel bringt. Wir machten beide Touren.

Ich werde die erste in diesem Beitrag und die zweite im nächsten Beitrag kommentieren.

Die erste Tour war eine Halbtagestour wobei  wir uns ein Bild von der wunderschönen Insel machen konnten und etwas vom Regenwald und seinen vielen Wasserfällen sehen konnen.

Zuerst passierten wir Papeete mit seinem verstopften Verkehr.

Auffallend war der Yachthafen mit seinen  vielen, vielen Booten.

Danach konnten wir von einem Aussichtspunkt  einen schönen Blick auf Papeete und die Gemeinde Pirae genieβen.

Wir hatten auch an einer Kirche im Kunsthandwerkszentrum am Point of Venus Beach einen Stop gemacht. Wir haben also eine komplette Tour rund um die gesamte  Insel gemacht und mir gefielen hierbei am Besten die wunderschönen Wasserfälle von Vahiri, Vaimahuta,

die Wassergärten (Jardins D’Eau) und die Höhlen von Maraa. Es gibt drei, Poiri, was bedeutet, Grotte des dunklen Wassers. Auf dieser Tour war ich von der üppigen Vegetation verzaubert, mit den Blumen ist die Insel sehr grün und es regnet fast jeden Tag.

Auf dieser Tour durchquerten wir auch zahlreiche Dörfer, darunter Arue, Mahima, Papenoo, Maahera und Hitia.

Die Sportart Nummer eins auf der Insel ist Kanufahren, gefolgt von Surfen.

Die Hauptprodukte von Tahiti: Vanille (Gewürz als Extrakt aus Vanilleorchideen), Blumen und Perlen.

Normalerweise planen viele Leute eine Reise nach Französisch-Polynesien mit Tahiti als Eingangstor zum Besuch andere Inseln.

In unserem Fall war Tahiti jedoch nurDurchgangsstation auf unserem Weg nach Neuseeland.

Interessiert an Tahiti? Klicken Sie hier für weitere Informationen.

Hinweis:Wechseln Sie Geld bereits am Flughafen. Das Taxi zum Hotel war sehr teuer. Bei Buchung eines Hotels ist der Transfer oftmals bereits enthalten.

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TAHITI – TROPICAL FORESTS, WATERFALLS AND FLOWERS

French Polynesia consists of five archipelagos: the Society Islands, Australis, Tuamotu, Marquesas and Gambier. This archipelago is located in the southern Pacific and thus forms a French overseas department.

In the second half of the 18th century some explorers visited Tahiti, including Samuel Wallis, Louis Antoine de Bougainville and James Cook, the latter being the most famous.

A century later other visitors came to the island: Pierre Loti, the artist Paul Gaugain, who lived in Tahiti and died in the Marquesas next to Henri Matisse.

Jules Verne is also said to have honored Tahiti with a visit.

After a five-hour flight from Easter Island we reached Tahiti, one of the largest French Polynesian islands, where the international flights arrive. The capital is Papeete.

The airport of Papeete is decorated with local handicrafts and we were welcomed with music and dancing. I had a first great impression of the place.

Tahiti is the gateway to Bora Bora, Morea and Rangeroa. There are many islands. To give you an idea, French Polynesia has 283,000 inhabitants, Papeete 25,763, Morea 16,191, Bora Bora 10,605 and Marquesas 8,632.

Tahiti consists of two islands: Tahiti Nui is the big island on which the center of Papeete is located and Tahiti Iti, the small island.

People are very friendly and women use flowers in their hair just as women wear jewelry. The flower used by the Tahitians behind the ears is the flower of Tiaré, known in Brazil as the Gardenia of Tahiti. The side on which the women are wearing the flowers reveals whether they are already in firm hands or are still looking for a partner.

If you visit Papeete you will always go for a walk in the Municipal Market Hall with its colorful stalls selling the famous flower garlands next to fruit, meat and handicrafts.

If you would like to know a little more about Tahiti, then it is worthwhile to do two tours: the one that leads around the whole island and the other, which brings you to the interior of the island. We did both tours.

I will comment on the first in this post and the second in the next one.

The first tour was a half day tour where we could get a picture of the beautiful island and to see some of the rainforest and its many waterfalls.

First we passed Papeete with its congested traffic.

Striking was the marina with its many, many boats.

Afterwards we were able to enjoy a beautiful view of Papeete and the municipality of Pirae from a vantage point.

We also stopped at a church in the Arts and Crafts Center at the Point of Venus Beach.

So we did a complete tour around the whole island and I liked the beautiful waterfalls of Vahiri, Vaimahuta,

the water gardens (Jardins D’Eau) and the caves of Maraa. There are three, Poiri, meaning the grotto of the dark water. On this tour I was enchanted by the lush vegetation, with all the flowers the island is very green and it rains almost every day.

On this tour we also crossed many villages, including Arue, Mahima, Papenoo, Maahera and Hitia.

The number one sport on the island is canoeing followed by surfing.

The main products of Tahiti: vanilla (spice as an extract of vanilla orchids), flowers and pearls.

Usually, many people plan a trip to French Polynesia with Tahiti as the gateway to visit other islands.

In our case, however, Tahiti was only a transit station on our way to New Zealand.

Interested in Tahiti? Click here for more info.

Note: Change money already at the airport. The taxi to the hotel was very expensive. When booking a hotel the transfer is often already included.

Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Seguir” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future. You can continue traveling with us with our book Brazil´s 66 Beautiful Sites and 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.  

ILHA DE PÁSCOA, UM DOS LUGARES MAIS DISTANTES DO PLANETA/DIE OSTERINSEL – EINER DER ENTLEGENDSTEN ORTE UNSERES PLANETEN/THE EASTER ISLAND – ONE OF THE MOST REMOTED PLACES OF OUR PLANET

ILHA DE PÁSCOA, UM DOS LUGARES MAIS DISTANTES DO PLANETA

A Ilha de Páscoa está localizada no Oceano Pacífico distante 3700 km da costa chilena e 4.252 km do Taiti, é parte do Chile apesar de ter sua cultura oriunda da Polinésia.

Antes de viajar para a Ilha de Páscoa, faça o câmbio de moeda no Chile ou em Papeete.

O voo de Santiago até a ilha tem a duração de 4 horas e 25 minutos aproximadamente.

Chegamos no pequeno e simpático Aeroporto de Mateveri numa tarde ensolarada de do mês de dezembro.

A primeira coisa recomendada a fazer é ficar na fila,

que se forma imediatamente no aeroporto, para comprar o ingresso para visitar Parque Nacional de Rapa Nui (custa 54 000 mil pesos ou 40 dólares).

Se você não comprar lá, poderá adquirir na oficina de turismo localizada no centro da cidade. Quando você compra o ingresso, o vendedor ressalta que os sítios Ranu Raku e Orongo somente podem ser visitados uma vez.

A capital de Rapa Nui, como os nativos preferem chamar, é Hanga Roa, uma cidade pequena, com cerca de 6000 habitantes. A rua principal é a Atamu Tekena,

onde estão localizados mercadinhos, locadoras de automóveis, cafés, lojas de souvernirs, a sede do show folclórico Kali Kal,

dentre outros empreendimentos. Há uma área, perto dessa rua, onde existe um pequeno porto onde tem um ancoradouro e tem restaurantes e locais onde você pode alugar roupas para mergulhar.

É nessa área, na orla, onde existem dois pontos com piscinas naturais, muito visitadas pela população.

O grande atrativo de Rapa Nui para os estrangeiros (um nativo me disse que para os chilenos, o grande atrativo da ilha é a praia de Anakena), são os sítios arqueológicos, onde a maioria deles tem os moais, esculturas feitas de blocos de pedra monolítica.

Passamos 3 noites e 4 dias na ilha. Alugamos um carro e foi muito fácil visitar os atrativos. Quase não vimos carros transitando pelas estradas, que em alguns pontos, é muito esburacada.

O grande perigo das estradas são os animais soltos, cavalos e vacas.

Depois de visitar a ilha, concluímos que os atrativos mais interessantes são os sítios arqueológicos Rana Raraku, também chamado Fábrica de Moais,

o Ahu Tongarik, que tem um conjunto de 15 moais próximos à praia, (é o nosso favorito),

a cratera do vulcão Rano Kao,

a belíssima praia de Anakena (com barracas com preços caríssimos), com um belo conjunto de moais – Ahu Nau Nau.

Tem também uma praia quase escondida muito bonita, perto de Anakena: Ovahe.

Para finalizar, sugiro que combine a visita a Rapa Nui com uma visita ao Taiti, a Nova Zelândia, por exemplo. Mas, se você for louco(a) para conhecer os moais, então vale a visita somente à Ilha.

Uma boa lembrança da ilha é dar uma passadinha na agência dos Correios de Hanga Roa e pedir para colocar um carimbo da ilha no seu passaporte!

A ilha possui um cemitério antigo muito especial.

Outro programa diferente é assistir a missa no domingo de manhã na igreja do centro, perto do mercado de artesanato, é realizada no idioma rapa nui!

Dica: tudo é muito caro na ilha.

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você também pode “viajar” pelo Brasil conhecendo nosso  livro impresso 66 Brasil e sua versão digital 66 Belezas do Brasil.

DIE OSTERINSEL – EINER DER ENTLEGENDSTEN ORTE UNSERES PLANETEN

Die Osterinsel liegt im Pazifik 3700 km vor der chilenischen Küste und  4.252 km von Tahiti und gehört zu Chile, obwohl seine Kultur aus Polynesien stammt.

Bevor Sie zur Osterinsel reisen, wechseln Sie ihr Geld schon in Chile oder Papeete.

Der Flug von Santiago zur Insel dauert ungefähr 4 Stunden und 25 Minuten.

Wir kamen an einem sonnigen, nachmittäglichen Dezember im kleinen und sympathischen Flughafen Mateveri  an.

Es empfiehlt sich, unmittelbar am Flughafen

das Ticket für die Besichtigung der archäologischen Stätten zu kaufen (Kosten 54. 000 Pesos oder 40 Dollar).

Falls Sie es nicht dort kaufen, dann können Sie es auch im Tourismusbüro im Ortszentrum erwerben. Der Verkäufer weist darauf hin, dass die Standorte Ranu Raku und Orongo nur einmal  mit ihrem Ticket besucht werden können.

Die Hauptstadt von Rapa Nui, wie die Einheimischen es vorziehen zu sagen, ist Hanga Roa, eine kleine Stadt mit etwa 6.000 Einwohnern. Die Hauptstraße ist Atamu Tekena,

wo sich Geschäfte, Autovermietungen, Cafés, Souvenirläden, der Hauptsitz der Kali Kal Folk Show

und andere Unternehmungen befinden.

Ganz in der Nähe befindet sich ein kleiner Hafen mit Ankerplätzen und Restaurants, auch Tauchausrüstungen können Sie hier anmieten.

Hier am Wasser existieren auch zwei natürliche Badebecken, die sehr  häufig gerne von der Bevölkerung genutzt werden.

Die große Attraktion von Rapa Nui für die Ausländer (ein Eingeborener sagte mir, dass für die Chilenen der Strand von Anakena die groβe Hauptattraktion ist), sind jedoch die archäologischen Stätten, wo die meisten Moais aufweisen, diese Skulpturen aus monolithischen Steinblöcken.

Wir haben 3 Nächte und 4 Tage auf der Insel zugebracht. Wir haben uns ein Auto gemietet und es war sehr einfach, die Sehenswürdigkeiten zu besuchen.

Wir sind auβerhalb des Ortes auf den Straβen fast keinen Autos begegnet, diese sind jedoch an manchen Stellen sehr holprig

 und Vorsicht ist geboten mit freilaufenden Tieren wie Pferden und Kühen.

Nach dem Besuch der Insel kamen wir zu dem Schluss, daβ die interessantesten Sehenswürdigkeiten die archäologischen Stätten von Rana Raraku sind, die auch Moais-Fabrik genannt werden,

oder Ahu Tongarik mit seinen 15 Moais nebeneinander nahe am Strand (unser Favourit),

der Vulkankrater Rano Kao

der schöne Strand von Anakena (mit teuren Kiosken), aber mit  einem schönen Moai-Verbund – Ahu Nau Nau.

Es gibt auch einen sehr schönen, fast versteckten Strand in der Nähe von Anakena: Ovahe.

Zum Abschluss ist es wichtig zu betonen, dass Rapa Nui für uns ein Ort ist, der v.a. einen Besuch lohnt, wenn Sie nach Tahiti und Neuseeland weiterreisen oder falls Sie wirklich verzückt von der Idee sind, die Moais aus aller Nähe in Ruhe kennen zu lernen!

Ein nettes Andenken an die Insel ist auch ein Stempel in den Pass   beim Postamt in Hanga Roa.

Die Insel verfügt auch über einen ganz besonderen alten Friedhof.

Ein weiteres Programm kann sein,  die Messe am Sonntagmorgen in der Kirche  in der Nähe des Kunsthandwerkmarktes zu besuchen, welche in der Rapa Nui Sprache stattfindet!

Tipp: Vorsicht – Alles ist sehr teuer

Hinweis: Falls Sie unserem  Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert. Sie können auch durch Brasilien reisen und unser Buch 66 SEHENSWÜRDIGKEITEN IN BRASILIEN  kennenlernen und 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.

THE EASTER ISLAND – ONE OF THE MOST REMOTED PLACES OF OUR PLANET

Easter Island is located in the Pacific Ocean 3700 km off the Chilean coast and 4,252 km from Tahiti and belongs to Chile, although its culture originates from Polynesia.

Before you travel to Easter Island change your money already in Chile or Papeete.

The flight from Santiago to the island takes about 4 hours and 25 minutes.

We arrived on a sunny afternoon in December in the small and friendly Mateveri airport.

It is advisable to buy the ticket for visiting the archaeological

sites directly at the airport (cost 54,000 pesos or 40 dollars).

If you do not buy it there you can also buy it at the tourist office in the town center. The seller points out that the Ranu Raku and Orongo sites can only be visited once with the ticket.

The capital of Rapa Nui, as the locals prefer to say, is Hanga Roa, a small town of about 6,000 inhabitants. The main street is Atamu Tekena,

where there are shops, car rentals, cafes, souvenir shops, the Kali Kal Folk Show

headquarters and other activities.

Nearby there is a small harbor with anchorages and restaurants, also diving equipment you can rent here.

Here at the water there are also two natural baths, which are often used by the population.

The great attraction of Rapa Nui for the foreigners (a native told me that for the Chileans the beach of Anakena is the main attraction), however, are the archaeological sites where most Moais are exhibited, these sculptures of monolithic stone blocks.

We spent 3 nights and 4 days on the island. We rented a car and it was very easy to visit the sights.

We met almost no cars outside the village on the roads, but in some places they are very bumpy

and caution is required with free-roaming animals such as horses and cows.

After visiting the island we came to the conclusion that the most interesting sights are the archaeological sites of Rana Raraku, which are also called Moais factory,

or Ahu Tongarik with his 15 Moais side by side near the beach (our favorite),

the volcano crater Rano Kao,

and the beautiful beach of Anakena (with expensive kiosks), with   beautiful Moais – Ahu Nau Nau.

There is also a very beautiful, almost hidden beach near Anakena: Ovahe.

In conclusion it is important to emphasize that Rapa Nui for us is a place worthfile to visit if you continue to travel to Tahiti and New Zealand or if you are really ecstatic about the idea of getting to know the Moais up close!

A nice souvenir of the island is also a stamp in the passport at the post office in Hanga Roa.

The island also has a very special old cemetery.

Another program may be to attend Mass on Sunday morning in the church near the craft market, which takes place in the Rapa Nui language!

Tip: Caution – everything is very expensive

 

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KETCHIKAN, A CIDADE DO SALMÃO DO MUNDO/KETCHIKAN – WELTHAUPTSTADT DES LACHSES/KETCHIKAN – WORLD CAPITAL OF SALMON

Cheguei em Ketchikan numa manhã cinzenta e fria, mesmo no verão.

Fonte/Quelle/Source: Google Maps
Fonte/Quelle/Source: Google Maps

Do alto do navio pude ter uma idéia sobre a cidade: pequena (8.300 habitantes, aproximadamente), bem organizada e muito limpa.

Como uma casa que espera visitas, Ketchikan se prepara com flores para receber os visitantes.

Quando nosso navio atracou, vi que já havia três outros navios no porto, o qual é muito bem localizado. O charmoso centro da cidade está localizado a alguns poucos metros do nosso navio.

Ketchikan é uma das paradas de quase todos os navios que visitam o Alasca.

Ketchikan é envolta por vegetação exuberante, pelas águas do Oceano Pacífico e é uma cidade onde chove durante todo o ano. Em outubro pode chover 31 dias sem interrupção!!!!

A cidade é considerada a “cidade do salmão do mundo”, pois desde os anos de 1900 que a pesca de salmão é realizada.

Os principais atrativos do lugar são os naturais, como a observação de animais, dentre eles: baleias Humpback, águias (Bald Eagle) -símbolo nacional do Alasca -, focas (Harbor seal), ursos, dentre outros. Aliás, avistamos dois ursos nas margens de uma praia. Eles estavam comendo algo. Foi emocionante vê-los tão livres na natureza! Você pode ter um guia sobre os atrativos de Ketchikan aqui.

Erich e eu fizemos um passeio de barco chamado “Misty Fjords* & Wilderness Explorer”,

onde foi possível observar cachoeiras, floresta de tundra e animais.

Visitamos especificadamente a área denominada “Monumento Nacional Misty Fjords”. Um verdadeiro espetáculo da natureza!

Nesse passeio vimos vários barcos de pesca no mar e tivemos a oportunidade de ver o recolhimento de uma rede de pesca com muitos peixes, tipo salmão.

Outro passeio famoso por lá é o voo panorâmico de hidroavião, onde é possível ser ver paisagens espetaculares.

Para quem gosta de apreciar a natureza de pertinho vale a pena realizar trilhas na Floresta Nacional Tongrass, maior floresta dos Estados Unidos. Você também pode realizar passeios em trenós puxados por cães nórdicos, como o Husky Siberiano e o Malamute do Alasca, por exemplo.

Fonte/Quelle/Source: https://alaska-shoreexcursions.com/blog/alaska-dog-sled-tours

Ketchikan é definitivamente um destino turístico para os amantes da natureza. Estivemos lá em julho de 2017, no verão do Alasca e vimos muitas dessas belezas. Por isso, recomendamos esse lugar.Se quiser ver um  video sobre esse lugar, clique aqui.Mapas estão disponíveis aqui.

*Fjords ou fiords: é um braço de mar ladeado por altas montanhas.

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KETCHIKAN – WELTHAUPTSTADT DES LACHSES

Ich kam in Ketchikan an einem grauen und kalten Morgen an, und dies selbst im Sommer.

Fonte/Quelle/Source: Google Maps
Fonte/Quelle/Source: Google Maps

Von der Spitze des Schiffes bekam ich eine Vorstellung von der Stadt: klein (ca. 8.300 Einwohner), gut organisiert und sehr sauber.

 

Wie ein Haus, das auf Besucher wartet, heiβt Ketchikan seine Besucher mit Blumen willkommen.

Als unser Schiff anlegte, sah ich, dass sich im Hafen, der sehr gut gelegen ist, bereits drei weitere Schiffe befanden. Das charmante Stadtzentrum liegt nur wenige Meter von unserem Schiff entfernt.

Ketchikan ist eine der Haltestellen von fast jedem Kreuzfahrtschiff, das Alaska besucht.

Ketchikan ist von üppiger grüner Vegetation umgeben, umspült vom Pazifik und es ist eine Stadt, in der es das ganze Jahr über regnet. Im Oktober kann es 31 Tage ohne Unterbrechung regnen…!!!!

Die Stadt gilt als “Welthauptstadt des Lachses”, da schon seit dem 19. Jahrhundert der Lachs hier gefischt wird.

Die Hauptattraktionen des Ortes sind Dinge der Natur wie z.B. das Beobachten von Tieren wie Buckelwale, Adler, (Weißkopfseeadler), übrigens das Nationalsymbol von Alaska, Seehunde, Bären und tatsächlich haben wir zwei Bären am Ufer gesehen. Sie aßen etwas. Es war aufregend sie so frei in der Natur sehen zu können!

Erich und ich machten eine Bootsfahrt namens “Misty Fjords * & Wilderness Explorer” („Dunstige Fjorde und Erforscher der Wildnis“),

auf der wirWasserfälle, TundrawaldundTierebeobachtenkonnten.

Wir besuchten speziell die Gegend namens “Misty Fjords National Monument”. Ein wahres Naturschauspiel!

Auf dieser Tour sahen wir auch mehrere Fischerboote auf dem Meer und wir hatten die Möglichkeit, ein Fischernetz voll mit vielen Fischen wie Lachs zu sehen.

Ein anderer berühmter Ausflug dorthin ist der Rundflug mit einem Wasserflugzeug, von dem aus Sie eine spektakuläre Fjordlandschaft beobachten können.

Für diejenigen, welche die Natur sehr nahe erleben möchten, lohnt es sich, im Tongrass National Forest, dem größten Wald der Vereinigten Staaten, zu wandern.

Sie können auch Ausflüge mit nordischen Hundeschlitten unternehmen wie dem Siberian Husky und dem Alaskan Malamute.

Fonte/Quelle/Source: https://alaska-shoreexcursions.com/blog/alaska-dog-sled-tours

Ketchikan ist definitiv ein Reiseziel für Naturliebhaber. Wir waren im Juli 2017 dort, also im Sommer von Alaska und wir durften viele dieser Schönheiten sehen.

Wir können diesen Ort nur wärmstens empfehlen.

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KETCHIKAN – WORLD CAPITAL OF SALMON

I arrived in Ketchikan on a gray and cold morning even in summer.

Fonte/Quelle/Source: Google Maps
Fonte/Quelle/Source: Google Maps

From the top of the ship I got an idea of the city: small (about 8,300 inhabitants), well organized and very clean.

Like a house waiting for visitors Ketchikan welcomes its visitors with flowers.

When our ship docked I saw that there were already three more ships in the harbor, which is very well located. The charming town center is just a few meters from our ship.

Ketchikan is one of the stops of almost every cruise ship that visits Alaska.

Ketchikan is surrounded by lush green vegetation lapped by the Pacific and is a city where it rains all year round. In October it can rain 31 days without interruption … !!!!

The city is considered the “world capital of salmon”, since the salmon has been fished here since the 19th century.

The main attractions of the place are the things of nature such as observing animals like humpback whales, eagles, (bald eagles), by the way the national symbol of Alaska, seals and bears and in fact we have seen two bears on the shore. They ate something. It was exciting to see them here so free in the nature!

Erich and I took a boat trip called “Misty Fjords & Wilderness Explorer”

wherewesawwaterfalls, tundra forestandwildlife.

We specifically visited the area called “Misty Fjords National Monument”. A true spectacle of nature!

On this tour we also saw several fishing boats and we had the opportunity to see a fishing net full of many fish like salmon.

Another famous excursion is the sightseeing flight with a seaplane, from which you can observe a spectacular fjord landscape.

For those who want to experience nature very close it is worth hiking in the Tongrass National Forest, the largest forest in the United States.

You can also take trips with Nordic dogsleds like the Siberian Husky and the Alaskan Malamute.

Fonte/Quelle/Source: https://alaska-shoreexcursions.com/blog/alaska-dog-sled-tours

Ketchikan is definitely a destination for nature lovers. We were there in July 2017, so in the summer of Alaska and we were able to see many of these beauties.

We highly recommend this place.

Videos about this city here. Free guide about Ketchikan here.Mapas are available here.

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MÜNSTER – A CAPITAL DAS BICICLETAS DA ALEMANHA/MÜNSTER – DIE FAHRRADHAUPTSTADT DEUTSCHLANDS/MÜNSTER – THE BICYCLE CAPITAL OF GERMANY

A cidade de Münster localizada nas margens do Rio Aa está situada entre Dortmund e Osnabrück no centro da Münsterland e é a vigésima maior cidade da Alemanha.

Em Münster a quantidade de bicicletas é o duplo da de habitantes, sendo assim, a cidade tem 600 mil bicicletas e 300 mil habitantes.

A capital das bicicletas da Alemanha tem uma enorme garagem para bicicletas na estação, com 3.000 vagas de estacionamento e todos os serviços imagináveis de bicicleta.

A “Promenade” pode ser descrita como uma espécie de estrada de bicicleta, situada ao redor do centro da cidade e é, portanto, testemunha de uma excelente infraestrutura de ciclismo da cidade.

“A bicicleta faz parte da vida das pessoas ” todos e realmente todos usam ela, sejam eles juízes, o prefeito, médicos, funcionários públicos, trabalhadores e estudantes.

Mesmo nos arredores de Münster, o Münsterland, é uma área plana, com ciclovias e tem cerca de 100 castelos (Nordkirchen)

 

e castelos circundados por lagos e um total de 4.500 km de ciclovias, embora seja um reduto da criação de cavalos (Dahrendorf) em toda a Europa.

Dizem: “Münster e Münsterland Um deve aproveitar da sela, ou a bicicleta ou a sela de cavalo”!

Münster  é uma cidade antiga com história de 1200 anos, mas com 60 mil estudantes, é uma cidade jovem, dinâmica e muito “verde” e ambientalmente orientada, a proteção do clima é muito significativa para a política urbana.

A parte histórica da cidade  é dominada por suas casas com fachadas triangulares do estilo gótico.

O  centro histórico de Münster é considerado um dos mais belos da Alemanha e durante nossa curta visita nós o encontramos decorado para festa.

O prédio da prefeitura com sua “Sala da Paz” (Friedenssaal) é famoso por ter sediado uma das reuniões onde foi acordado um dos tratados para selar a Paz da Vestfália, conhecido como o “Tratado de Münster”, nofinal da Guerra dos Trinta Anos, de 1618 a 1648.

A Igreja Lamberti, a Câmara Municipal e a Catedral de São Paulo do século XIII, vale a pena conhecer os cartões postais da cidade.

O lago Aasee e o parque funcionam como o pulmão verde de Münster, com barcos de excursão movidos a energia solar, no inverno é um paraíso congelado.

http://www.nrwhits.de/ausflugsziele/aasee-muenster.html

Muitas esculturas em toda a cidade lembram os “Projetos de Escultura de Münster”,

Fonte/Quelle/Source: http://www.google.com.br/search?q=Skulpturprojekte+Müenster+images

que ocorrem a cada 10 anos, fechando assim o círculo de 1.200 anos de história de um lado e a arte moderna do outro com um forte foco na proteção ambiental e climática .

Fonte/Quelle/Source: http:www.google.com.br/search?q=Skulpturprojekte+Müenster+images

O “Kuhviertel” é um bairro estudantil com muitos pubs e restaurantes que o convidam a ficar.

Marcia e eu paramos em Münster durante  uma  viagem de trem entre Dusseldorf a Bremen. Ficamos por lá apenas 5 horas. Tenho certeza que o ideal seria passar um final de semana lá, o que faremos da próxima vez.

Fonte/Quelle/Source: https://www.overschmidt.de/aasee/

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Münster – die Fahrradhauptstadt Deutschlands

Die Stadt Münster an der  Aa liegt zwischen Dortmund und Osnabrück im Zentrum des Münsterlandes und ist die zwanzigstgrößte Stadt Deutschlands.

 In Münster gibt es doppelt so viele Fahrräder wie Einwohner, also 600.000 Fahrräder bei 300.00 Einwohnern.

Die Fahrradhauptstadt Deutschlands verfügt am Bahnhof über ein riesiges Fahrradparkhaus mit 3.000 Stellplätzen und allen speziellen erdenklichen  Fahrradservices.

Die „Promenade“ kann als eine Art Fahrradautobahn bezeichnet werden, sie führt um den Stadtkern und ist somit Zeuge einer hervorragenden Fahrradinfrastruktur der Stadt.

Das Fahrrad ist Teil der Lebenskultur alle und wirklich alle benutzen das Rad, seien es Richter, der Oberbürgermeister, Ärzte, Beamte, Angestellte, Schüler und Studenten.

Auch die Umgebung von Münster, das Münsterland, ist flach und tellereben mit etwa 100 Schlössern (Schloss Nordkirchen)

Fonte/Quelle/Source: http:www.google.com.br/search?q=schloss+nordkirchen+münsterland

und Wasserburgen und insgesamt 4.500 km Radwegen, auβerdem ist es eine Hochburg der Pferde-Zucht (Dahrendorf) in ganz Europa.

Man sagt: „Münster und das Münsterland muβ man vom Sattel aus genieβen, also entweder dem Fahrrad- oder Pferde-Sattel“!

Münster ist eine alte Stadt mit einer Geschichte von 1.200 Jahren, allerdings ist die Stadt mit 60.000 Studenten jugendlich dynamisch und sehr „grün“ und umweltorientiert, Klimaschutz ist sehr bedeutungsvoll für die Stadtpolitik.

Die Altstadt ist geprägt von seinen Giebelhäusern aus der Gotik stammend.

Der Münster Prinzipalmarkt gilt als einer der schönsten Plätze in Deutschland und während unseres kurzen Besuches fanden wir ihn zudem festlich geschmückt vor.

Das Rathaus mit seinem „Friedensaal“ ist Teilzeuge des Westfälischen Friedens am Ende des 30jährigen Krieges 1618 bis 1648.

Die Kirche Lamberti, das Rathaus und der St. Paulus Dom aus dem 13. Jhdt. sind sehenswerte Wahrzeichen der Stadt.

Der Aasee und Park fungieren als die grüne Lunge Münsters mit sogar solarbetriebenem Ausflugsschiff, hier im Winter ein zugefrorenes Paradies.

Fonte/Quelle/Source: http://www.nrwhits.de/ausflugsziele/aasee-muenster.html

Viele Skulpturen im gesamten Stadtgebiet erinnern an die alle 10 Jahre stattfindende „Skulpturprojekte Münster“,

Fonte/Quelle/Source: http://www.google.com.br/search?q=Skulpturprojekte+Müenster+images

somit schlieβt sich auch der Kreis von einerseits 1.200 jähriger Geschichte und andererseits Kunst der Moderne mit starkem Fokus auf Umwelt- und Klimaschutz.

Fonte/Quelle/Source: http:www.google.com.br/search?q=Skulpturprojekte+Müenster+images

Das „Kuhviertel“ ist ein Studentenviertel mit vielen Kneipen und Restaurant, die zum Verweilen einladen.

Marcia und ich stoppten hier auf unserer Bahnfahrt von Düsseldorf nach Bremen für viel zu kurze 5 Stunden – ein Wochenende dort ist sicherlich wesentlich mehr empfehlenswert, also dann – auf das nächste Mal.

Fonte/Quelle/Source: https://www.overschmidt.de/aasee/

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MÜNSTER – THE BICYCLE CAPITAL OF GERMANY

The city of Münster at  the river Aa is located between Dortmund and Osnabrück in the center of Münsterland and is the twentieth largest city in Germany.

In Munster there are twice as many bikes as inhabitants, so 600,000 bicycles at 300.00 inhabitants.

The bicycle capital of Germany has a huge bicycle parking garage at the station with 3,000 parking spaces and all conceivable bicycle services imaginable.

The “Promenade” can be described as a kind of bicycle highway, it leads around the city center and is thus witness to an excellent cycling infrastructure of the city.

“The bicycle is part of the culture of life” all and really all use the wheel, be they judges, the mayor, doctors, civil servants, employees and students.

Even the surroundings of Münster, the Münsterland, is flat and dish up with about 100 castles (Nordkirchen)

http: http://www.google.com.br/search q = münsterland closed + North + churches?

 and water castles and a total of 4,500 km of cycle paths,   although it is a stronghold of the horse-breeding (Dahrendorf) throughout Europe.

They say: “Münster and the Münsterland One must enjoy from the saddle, so either the bicycle or horse-saddle”!

Münster is an old city with a history of 1,200 years, but with 60,000 students, the city is youthful dynamic and very “green” and environmentally oriented, climate protection is very significant for the urban politics.

The old town is dominated by its gabled houses from the Gothic.

The Münster Prinzipalmarkt is considered one of the most beautiful places in Germany and during our short visit we also found it festively decorated.

The town hall with its Friedenssaal (“peace room”) is a part of the Westphalian Peace at the end of the Thirty Years’ War from 1618 to 1648.

The Lamberti church, the town hall and the 13th-century St. Paul’s Cathedral. are worth seeing landmarks of the city.

The Aasee and Park act as the green lung of Münster with even solar powered excursion boat, here in winter a frozen paradise.

http://www.nrwhits.de/ausflugsziele/aasee-muenster.html

 Many sculptures throughout the city are reminiscent of the “Sculpture Projects Münster”, which takes place every 10 years,

Fonte/Quelle/Source: http://www.google.com.br/search?q=Skulpturprojekte+Müenster+images

thus closing the circle of 1,200 years of history on the one hand and Modern Art on the other with a strong focus on environmental and climate protection.

Fonte/Quelle/Source: http:www.google.com.br/search?q=Skulpturprojekte+Müenster+images

 The “Kuhviertel” is a student district with many pubs and restaurant that invite you to linger.

Marcia and I stopped here on our train ride from Dusseldorf to Bremen for much too short 5 hours – a weekend there is certainly much more recommended, so then – next time.

Fonte/Quelle/Source: https://www.overschmidt.de/aasee/

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