MARROCOS: PAÍS DAS MARAVILHAS DE CORES – PARTE I/MARROKKO – EIN WUNDERLAND DER FARBEN!/MORROCCO: A WONDERLAND OF COLOURS!

Two “children”

Text and photos: Jurgen Gross, holandês, de origem alemã,  jornalista e foi administrador de projetos do Hostelling International. Ele já  visitou mais de 80 países. Ele continua na estrada durante 5 a 6 meses por ano. Nosso agradecimento a Jurgen por compartilhar com nosso blog essa viagem fantástica!

Viajar é minha paixão. Eu tenho viajado desde meus 13 anos quando tomei uma balsa de Oostende, na Bélgica até a Inglaterra para aproveitar um verão inesquecível em Hastings, onde conheci amigos incríveis.

Eu acredito que viajar significa descobrir o novo. Eu amo a sensação de acordar cedo, calçar meus tênis e correr na direção de um dia com pequenas e grandes aventuras em um lugar desconhecido. Não importa se é uma grande cidade, no campo, na praia ou uma área rural. Primeiro, uma xícara de café forte, pão fresco e um pouco de jazz nos meus ouvidos, na maioria das vezes, isso me faz feliz e ansioso pelo o que vai acontecer.

Minha viagem recente levou-me ao Marrocos, um país que visitei pela primeira vez 34 anos passados. Voltando a 1984, eu tive que sair do país em um avião de primeiros socorros depois de ter tido uma infecção que afetou meus olhos e minhas articulações causados pela ingestão de comida estragada que comi no sul do país, já próximo a Mauritânia. Mas, sempre quis voltar.

Localização de Marrocos/Morrocos Location. Fonte/Source: https://www.worldatlas.com/webimage/countrys/africa/ma.htm

Dessa vez, voltei com a família inteira, meus três filhos Niels, Jem, Miro e minha companheira Sigrid.

É domingo, 15 de abril. Com dois motor homes vamos embarcar na balsa que liga Algeciras à Tanger. É um dia de travessia movimentado. Centenas de caminhões com carga pesada e muitos motor homes lotados estão esperando pelas balsas que estão atrasadas. A travessia dura em torno de uma hora e meia, mas, temos que ser pacientes. Dessa vez esperamos 5 horas nas docas em Algeciras.

Ainda estávamos com alto astral quando chegamos no porto da África. A fronteira marroquina é ainda um obstáculo de uma hora e meia. Os funcionários não tinham os formulários para carros e nem para pessoas. Quando finalmente alcançamos a rodovia para Tanger (em torno de 50 km sudoeste do porto de chegada) é quase meia-noite. Meu lindo carro de 30 anos, que foi completamente renovado, revisado e estava em condições excelentes, parou de funcionar depois de meia hora. Não teve jeito de fazê-lo iniciar. Droga! Ninguém na estrada, não falávamos árabe e muito pouco francês, não tínhamos dinheiro trocado e nem chip local para pedir ajuda.

Nossa segunda van, a T4, com 18 anos, com um motor poderoso, vai carregar o outro carro, o T3. Sem problemas.

Perto de Tanger, nós chegamos na parada do pedágio. Depois de pagar pelos dois carros e explicar nossa situação com o primeiro carro puxando o segundo, o funcionário nos garantiu que não teríamos problemas para passar na cancela automática do pedágio.Claro que teve. Quando o primeiro carro passou e o segundo ia passando, a cancela fechou automaticamente e bateu fortemente no T3.O teto do carro, confeccionado na Alemanha era forte! Mas, mesmo assim, não foi possível evitar o choque! Sirenes alarmaram e a polícia que veio correndo na nossa direção. Eu esperava pagar uma multa. Mas, com a inesperada ajuda de um companheiro alemão-marroquino, que parou, traduziu e explicou a situação, o policial mudou de atitude, a suspeita desapareceu e ele se tornou mais cooperativo em nos ajudar.  Já é 1:30 da manhã quando o serviço de guincho levou o carro T3. Meia hora depois, estávamos perto da área de camping, que está localizada em uma estrada muito íngreme perto da antiga Medina de Tanger.

Já na metade do caminho, o motor do caminhão de reboque morreu. O carro do reboque estavas muito pesado, numa ladeira muito íngreme…Dar uma curva numa estrada como essa é realmente excitante. Infelizmente a área de camping estava fechada desde muitos anos, pelo que parece e não tem outra alternativa.

Gotas de chuva começam a cair. Sem problemas. Nós passamos a noite nos nossos carros estacionados em uma área localizada a poucos cem metros da área de camping perto do antigo porto de Tanger, o que parece ser uma área bem movimentada.

Nosso primeiro dia em Marrocos começou cedo e brilhante. É um belo nascer do sol.

Nós estamos a pé na antiga Medina com uma linda vista do Estreito de Gibraltar. O café está perto e pessoas que nos ajudam. Nós trocamos dinheiro, compramos um chip local e chamamos um segundo reboque.

Nossos novos motoristas falam bem inglês. A ajuda fantástica de Mohammed é relevante para o resto da nossa experiencia com quase todos seus colegas marroquinos: ele é solidário, honesto e não é caro! Foi a qualidade ruim do diesel que causou problemas no filtro de combustível no meu T3. O carro estava consertado no começo da tarde numa oficina que Mohammed nos levou com um ótimo mecânico. Dessa forma, pudemos continuar nossa viagem para o sul.

Um olhar mais atento a histórica Tanger teve que esperar até a nossa volta em de três semanas.

A área rural é verde e colorida. Foi um inverno tradicional: frio e neve em algumas partes altas e muita chuva nas áreas do Norte e do Oeste nos dois lados das Montanhas Atlas.

Árvores floridas e campos cheios da primeira colheita em toda parte.

Bois, bodes e cabras aproveitam a suculenta grama. Pessoas cavalgando jumentos ou cavalos, em carroças, de vez em quando, caminhando com cargas pesadas nas costas.

Estradas ruins sinuosas e muitas vezes traiçoeiras nos levam em poucas horas a Chefchaouen, a Cidade Azul. Alguns dizem que é a pérola desconhecida do Marrocos.

Eu concordo! É realmente uma autêntica e charmosa cidade na Montanhas Rif, com certeza muito aconchegante, com menos turistas do que Marrakesh, Casablanca ou Meknes.

O que atraia os olhares dos visitantes são suas casas pintadas de azul, uma cor que tem sua origem na idade média, quando os colonos judeus vindos da Espanha a introduziram. A praça Uta el-Hammam é o centro onde se pode desfrutar de apresentações musicais e muitas pequenas casas de chá.

Naquela noite encantadora e fria, desfrutamos de nosso primeiro mercado ao ar livre (acontece uma vez por semana) e nos perdemos nas ruas estreitas e sinuosas da “kashba” fotogênica.

Saboreamos nosso primeiro “tagine”, típica comida marroquina, servida em prato cerâmico, normalmente com vegetais, carneiro e cuscuz.

Foto: Elzbieta Sekowska – Fonte/Source: https://www.istockphoto.com/br/portfolio/hipokrat?excludenudity=true&sort=best

Mesmo naquela época do ano, a área de camping estava lotada. Tinha motor homes de franceses, alemães e holandeses, motociclistas, ciclistas e barracas de andarilhos. Perto da área de camping está localizada a entrada da Reserva Regional Natural Bouhachem, uma grande oportunidade de descobrir o “Rif” (montanhas do Rif).

Nosso próximo destino é o antigo reinado de Fez.

Map of Morrocos; Fonte/Quelle/Source: https://pt.maps-morocco.com/marrocos-mapa-off-line

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página.Você também pode “viajar” pelo Brasil conhecendo nosso livro 66 Brasil.

MARROKKO – EIN WUNDERLAND DER FARBEN!

Two “children”

Text und Fotos: Jurgen Gross, ein Holländer mit deutschen Wurzeln , Journalist und ehemaliger Projektleiter für Hostelling International. Er hat mehr als 80 Länder besucht. Er ist nach wie vor 5 bis 6 Monate pro Jahr auf Achse.Danke an Jürgen, dass er diese fantastische Reise mit unserem Blog geteilt hat!

Reisen ist meine Leidenschaft. Das habe ich seit meinem 13. Lebensjahr getan, als ich zum ersten Mal die Fähre von Oostende in Belgien nach England genommen habe, um einen unvergesslichen Sommer in Hastings zu genießen.

Ich habe große Teile der letzten 50 Jahre auf der Straße verbracht, dabei haben mir meine Jobs als Journalist und später als Trainer und Berater für HI, die internationale Herbergskette, sehr geholfen. So habe ich auch Erich getroffen. Er arbeitete auch für Hostelling International.

Reisen bedeutet für mich, das Neue zu entdecken. Ich liebe einfach das Gefühl früh aufzustehen, meine Laufschuhe anzuziehen und zu einem Tag kleinerer und größerer Abenteuer in einer unbekannten Umgebung zu joggen. Egal ob in einer Großstadt, einem kleinen Dorf auf dem Land, am Strand oder in der Wildnis: zuerst eine Tasse starken Kaffee, etwas frisches lokales Brot und etwas jazzige Musik in meinen Ohren. Ich nehme jeden neuen Tag mit Freude und Aufregung entgegen, gespannt was nun als nächstes kommt.

Meine letzte Reise führte mich nach Marokko, ein Land, das ich vor 34 Jahren zum ersten Mal besucht hatte. 1984 musste ich mit einem SOS-Flug nach einer schweren Infektion meiner Augen und Gelenke, verursacht durch Lebensmittelvergiftung im tiefen Süden nahe der mauretanischen Grenze, das Land verlassen. Aber ich wollte immer zurückkehren!

Localização de Marrocos/Morrocos Location. Fonte/Source: https://www.worldatlas.com/webimage/countrys/africa/ma.htm

Dieses Mal kam die ganze Familie mit, meine drei Söhne Niels, Jens und Miro und meine Partnerin Sigrid.

Es ist Sonntag, der 15. April. Mit zwei VW Campervans werden wir die Algeciras – Tanger Fähre nehmen. Ein geschäftiger Kreuzungstag. Es sieht so aus als würden an diesem Nachmittag mindestens ein paar hundert schwere Lastwagen und viele überladene Minibusse auf mehrere zu späte Fähren warten. Die Schiffsfahrt dauert in der Regel ca. 1,5 Stunden. Aber wir müssen geduldig sein. An den Docks von Algeciras sind es dann 5 Stunden Wartezeit.

Wir sind immer noch in guter Stimmung als wir dann in Dunkelheit im Hafen nach Afrika ankommen. Die marokkanische Grenze ist eine 1,5 Stunden-Hürde. Nicht die richtigen Formulare für die Autos, nicht die richtige Stimmung der Zollbeamten. Als wir schließlich die Autobahn nach Tanger (ca. 50 km südwestlich des Ankunftshafens) erreichen, ist es fast Mitternacht. Mein 30 Jahre alter, schöner VW T3, komplett renoviert und in sehr gutem Zustand, hört nach einer halben Stunde auf zu laufen. Keine Möglichkeit, den Motor wieder zu starten. Verdammt. Niemand auf der Straße, wir sprechen kein Arabisch und sehr wenig Französisch, kein Geld gewechselt, keine lokale SIM-Karte um Hilfe zu rufen. Unser zweiter Van, ein 18 Jahre alter VW T4 mit einem starken Motor wird meinen T3 abschleppen. Keine Bange.

 

In der Nähe von Tanger erreichen wir die Mautstation. Nachdem wir für die 2 Autos bezahlt und unsere Situation mit dem Abschleppseil erklärt haben, versichert uns der Mautstellenangestellte, dass es mit der Schranke kein Problem geben wird.

Natürlich gibt es … als ich halb durch die Barriere bin. Die Schranke schlägt schwer auf mein Auto. Zum Glück sind deutsche T3 Dachgepäckträger stark! Aber ich kann nicht anders. Ich zerschlage die Schranke komplett,  Sirenen heulen auf und soglleich ist die Polizei zur Stelle.   Ich erwarte eine hohe Strafe.

Aber mit der unerwarteten Hilfe eines holländisch-marokkanischen Kollegen, der   zu übersetzen beginnt und zu erklären versucht, ändert unser Polizeioffizier seine Einstellung, sein Verdacht gegenüber uns schwindet und Unterstützung wird gesucht. Es ist ungefähr 1.30 Uhr morgens als ein Abschleppdienst den T3 auflädt.

Eine halbe Stunde später sind wir in der Nähe von unserem Campingplatz, der an einer sehr steilen Straße in der Nähe der alten Medina von Tanger liegt. Auf halbem Weg stirbt der Motor des Abschleppwagens ab. Zu viel Ladung, zu steil … Auf der kleinen, engen Straße zu wenden ist eine echte Aufregung. Leider ist auch der Campingplatz schon seit Jahren geschlossen und es gibt keine Alternative. Regentropfen beginnen zu fallen. Keine Bange. Wir verbringen schließlich die Nacht in unseren Autos auf einem Parkplatz ein paar hundert Meter vom Campingplatz entfernt, in der Nähe des alten Hafens  von Tanger, der anscheinend ein belebter Partyspot für die lokale Schwulenszene ist.

Unser erster Tag in Marokko beginnt früh. Es ist ein wunderschöner Sonnenaufgang.

Wir sind am Fuße der alten Medina mit einer schönen Aussicht auf die Straße von Gibraltar. Kaffee ist in der Nähe und auch hilfreiche Leute. Wir wechseln Geld, kaufen eine lokale SIM-Karte und rufen einen zweiten Abschleppwagen an.

Unser neuer Fahrer spricht gut Englisch. Mohammeds fantastische Unterstützung ist repräsentativ für den Rest unserer Erfahrung mit fast allen seinen Marokkanerkollegen: Er ist am meisten unterstützend, ehrlich und nicht teuer!

Es war schlechter Diesel, der den Motor gestoppt hatte und den Kraftstofffilter meines T3 blockierte. Am frühen Nachmittag, nachdem Mohammed uns in eine nicht näher bezeichnete Garage mit einem tollen Mechaniker gebracht hatte, ist alles repariert und wir können unsere Reise in Richtung Süden beginnen. Ein genauerer Blick auf das historische Tanger muss warten bis wir in drei Wochen wieder heimfahren.

Die Landschaft ist überwältigend grün und bunt. Es war ein traditioneller Winter gewesen: kalt und verschneit in den hohen Bergen und viel Regen in und an der Nord- und Westseite der beiden Atlas Gebirgsketten. Blüten in den Bäumen, Blumen und Feldern voller erster Ernte überall.

Rinder, Schafe und Ziegen genießen das saftige Gras. Menschen auf Eseln oder Pferden, in Kutschen, manchmal sogar mit schweren Erntemengen auf dem Rücken.

Windige und oft tückische, schlechte Straßen bringen uns in wenigen Stunden nach Chefchaouen, der Blauen Stadt. Manche sagen, es ist die unbekannte Perle von Marokko.

Ich stimme zu! Es ist wirklich eine sehr authentische und charmante kleine Stadt im Rif-Gebirge, sicherlich sehr gemütlich und weniger touristisch als Marrakesch, Casablanca oder Meknes. Die auffälligsten Attraktionen der alten Medina sind ihre blau gestrichenen Häuser, eine Farbe, die ihren Ursprung im Mittelalter hat, als jüdische Siedler aus Spanien sie einführten. Der Plaza Uta el-Hammam ist das Zentrum, wo man musikalische Darbietungen und viele attraktive kleine Teehäuser genießen kann.

Mit der Kälte einer schönen Nacht genießen wir unseren ersten Open-Air-Markt (einmal pro Woche) und verirren uns in den engen, gewundenen Straßen der fotogenen ‘Kashba’.

Wir genießen unsere erste sehr schmackhafte “Tajine”, das typisch marokkanische Gericht in Töpfereigut, das normalerweise aus Lamm, Gemüse und “Cuscus” besteht.

Foto: Elzbieta Sekowska – Fonte/Source: https://www.istockphoto.com/br/portfolio/hipokrat?excludenudity=true&sort=best

Sogar zu dieser Jahreszeit ist der Campingplatz voll. Französische, deutsche und niederländische Campervans und Allradantriebgefährte sind auf dem Gelände mit Zelten von Radfahrern, Motorradfahrern und sogar Fernwanderern.

In der Nähe des Campingplatzes befindet sich der Eingang zum regionalen Naturschutzgebiet Bouchachem, eine großartige Gelegenheit, das “Rif” zu entdecken.

Unser nächstes Ziel ist die alte Königsstadt Fez.

Map of Morrocos; Fonte/Quelle/Source: https://pt.maps-morocco.com/marrocos-mapa-off-line

Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Seguir” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future.

MORROCCO: A WONDERLAND OF COLOURS!

 

Two “children”

Text and photos:Jurgen Gross, Dutchmen from German origin. He was a projectmanager for Hostelling International and as a former journalist, he has visited more than 80 countries. He still is on the road 5 to 6 months a year. Our thanks to Jurgen for sharing with our blog this fantastic trip!

Travel is my passion. I’ve done so since I was 13 when I first took the ferry from Oostende in Belgium to England on my own to enjoy an unforgettable summer in Hastings with what became wonderful friends.
I spend big parts of the last 50 years on the road, greatly helped by my jobs as a journalist and later as a trainer and consultant for HI, the international hostel chain. This is how I met Erich. He also used to work for HI.
For me, travel means discovering the new. I just love the feeling of getting up early, putting on my running shoes and jog towards a day of smaller and bigger adventures in an unknown surrounding. It doesn’t matter, if it is in a big city, a small village out in the countryside, on the beach or in the wilderness: a cup of strong coffee first, some fresh local bread and some jazzy music in my ears usually makes me take every new day with happiness and excitement of what comes next.
My most recent trip brought me to Morocco, a country I had visited for the first time 34 years ago. Back in 1984, I had to get out of the country with an SOS flight, after a serious infection of my eyes and joints, caused by food poisoning out in the deep south near the Mauritanian boarder. But I always wanted to go back!
Localização de Marrocos/Morrocos Location. Fonte/Source: https://www.worldatlas.com/webimage/countrys/africa/ma.htm
This time, the entire family joined, my three sons, Niels, Jens and Miro and my partner Sigrid.

It is Sunday, the 15th of April. With two VW Campervans we will take the Algeciras – Tanger ferry.A busy crossing day. Looks like at least about hundred of heavy lorries and many overloaded mini vans are waiting for several too late ferries that afternoon. The boat trip usually takes about 1,5 hours. But we have to be patient. It’s turns out to be 5 hours waiting time at the Algeciras docks.

 

We are still in good spirit when we arrive in the darkness at the port to Africa. The Moroccan boarder is a 1,5 hours hurdle. Not the right forms for the cars, not the right mood of the customs officers. When we eventually hit the highway to Tanger (about 50 km south-west of the arrival port) it is nearly midnight. My 30-year-old beautiful VW T3, completely renovated and in excellent condition, stops running after half an hour. No way to get the engine started again. Damn. Nobody on the road, we speak no Arabic and very little French, no money changed jet, no local SIM card to call for help. Our second Van, an18 years old VW T4 with a strong engine, will pull my T3. No worries.
Near Tanger, we enter the road toll station. After paying for the 2 cars and explaining our situation with the pulling rope, the clerk assures us, that there is no problem with the fence. Of course there is ….when I am half way through the barrier. The barrier hits my car heavily. Happily German T3 roof racks are strong! But I can’t help it; I smash the fence completely and carry it on a couple of meter. Sirens wake up the near by police that come running after us. I expect to pay a high penalty. But with the unexpected help of a fellow Dutch-Moroccan, that stops to translate and explains, our Police Officer is changing his attitude, suspicion vanishes and he becomes most supportive. It’s about h 1:30 in the morning, when a towing service loads the T3. Half an hour later we are near to our camping, which is located at a very steep road near the old Tanger medina. Half the way up, the engine of the towing truck dies. Too much load, too steep…Turning around on that small narrow road is a real excitement. Unfortunately the campsite is closed, already for years as it seems and there is no alternative. Raindrops start falling. No worries.  We eventually spend the night in our cars at a parking place a few hundred meters from the campsite near the old Tanger harbour at what seems to be a busy party spot for the local gay scene.
Our first day in Morocco starts early and bright. It’s a beautiful sunrise.

We are at the foot of the old medina with a beautiful view towards the street of Gibraltar. Coffee is near and also helpful people. We change money, buy a local SIM card and call a second towing truck.

Our new driver speaks well English. Mohammed’s fantastic assistance is representative for the rest of our experience with nearly all his fellow Moroccans: he is most supportive, honest and not expensive!
It is bad diesel, which had stopped the engine and blogged the fuel filter of my T3. In the early afternoon, after Mohammed had brought us to an unspecified garage with a great mechanic, everything is fixed and we can start our trip towards the south. A closer look at historical Tanger has to wait until we leave again in three weeks time.
The countryside is overwhelmingly green and colourful. It had been an old-fashioned winter: cold and snowy in the high parts and lots of rain in and on the north and west site of the two Atlas Mountain ranges. Blossom in the trees, flowers and fields full of first crop everywhere.

Cattle, cheep and goats enjoy the juicy grass.  People on donkees or horses, in carriages, sometimes even walking with heavy harvest loads on their back.

Winding and often treacherous bad roads bring us in a few hourds to Chefchaouen, the Blue City. Some say, it’s the jet unknown pearl of Morocco.

I agree! It truly is a very authentic and most charming small city in the Rif Mountains, for sure very cosy as much less touristy than Marrakech, Casablanca or Meknes. The eye catching attractions of the old medina are their blue painted houses, a colour that has its origin in the middle ages, when Jewish settlers coming from Spain introduced it. The plaza Uta el-Hammam is the centre where one can enjoy musical performances and many attractive small teahouses.
That cold by lovely night we enjoy our first open air market (once a week) and get lost in the narrow, winding streets of the photogenic ‘kashba’.

We have our first very tasty ‘tagine’, the typical Moroccan pottery dish, usually great for lam, vegetables and ‘cuscus’.
Foto: Elzbieta Sekowska – Fonte/Source: https://www.istockphoto.com/br/portfolio/hipokrat?excludenudity=true&sort=best
Even at that time of the year, the campsite is packed. French, German and Dutch Campervans and four-wheel drives stay site a site with tents of cyclists, motor bikers and even long distance walkers. Near the campsite is the entrance for the Bouhachem Regional Nature Reserve, a great chance to discover the ‘Rif’.
Our next destination is the old King City of Fez.
Map of Morrocos; Fonte/Quelle/Source: https://pt.maps-morocco.com/marrocos-mapa-off-line

 

 Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Seguir” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future. You can continue traveling with us with our book Brazil´s 66 Beautiful Sites. 

 

 

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