Feliz Natal!
OS BARCOS, O FURO DE ARAPARI E A MALOCA DO ORLANDO
OS BARCOS, O FURO DE ARAPARI E A MALOCA DO ORLANDO
Texto e fotos: Zenilda Cartaxo, advogada e viajante

Atravessando a baia de Guajará, formada pelos rios Guamá, Acará e Moju, chegamos ao Porto de Arapari, em plena selva amazônica.

Esse porto dá acesso ao importante município paraense de Barcarena, onde é feita a industrialização, beneficiamento e exportação de caulim, alumina, alumínio e cabos para transmissão de energia elétrica.


Do porto, antes de pegar a lancha para o restaurante Maloca do Orlando, passamos à pé, por um povoado, onde fotografamos uma rua calçada apenas com caroços de açaí.

Navegamos pelo furo do Arapari e, em poucos minutos, chegamos ao Restaurante Maloca do Orlando, um complexo ribeirinho típico, adaptado ao ambiente verde da floresta, sem nenhuma ostentação, mas capaz de cativar e atender ao gosto de tantos quanto visitam o local.

A comida é preparada pela filha do Sr. Orlando, um caboclo pai’dégua. Os pratos principais são: peixe, camarão, açaí, farinha de tapioca, etc.


Lá, o falecido Paulo Martins, embaixador-mor da culinária paraense, fez um dos seus encontros com os maiores chefes de cozinha do planeta. Funciona apenas aos sábados e domingos. Personagens famosas já comeram na Maloca do Orlando. Os clientes ali chegam pilotando suas confortáveis lanchas, ou esnobando com seus jet sky.
Fomos recebidos pessoalmente pelo proprietário, até porque estávamos acompanhados da Prof. Maria das Dores, uma das “autoridades” do local.

Era um dia de semana, portanto, com o restaurante fechado, mas nem assim, deixamos de apreciar as iguarias da casa. Entretanto, o bom mesmo é ficar bicorando da varanda do restaurante os barcos passando em frente. São embarcações de todo tipo: barcos, lanchas, barco escola, catamarãs, canoas, rabetas, tudo que flutua, não deixando sossegadas as águas do rio.

Como disse um poeta paraense, esse rio é a minha rua que une os ribeirinhos das redondezas. Diferente dos restaurante da Ilha do Combu, o Maloca do Orlando reina absoluto naquela imensidão de verde e não decepciona quem o visita.

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
BOOTE, DER KLEINE FLUSS ARAPARI UND DAS MALOCA DO ORLANDO

Text und fotos: Zenilda Cartaxo
Überquert man die Bucht von Guajará, geformt von den Flüssen Guama, Acara und Moju , so kommt man im Hafen von Arapari an, Amazonas-Dschungel pur.

Dieser Hafen ermöglicht den Zugang von Barcarena, ein Industriestandort für die Verarbeitung und den Export von Kaolin, Aluminiumoxid, Aluminium und Stromkabeln.


Vom Hafen aus nehmen wir ein Boot zum Restaurant Maloca do Orlando, zuvor jedoch spazieren wir für einen Moment durch ein Dorf und fotografieren einen schmalen Weg bepflastert mit den Kernen der Açaí-Beere.

Nach ein paar Minuten sind wir dann am Langhaus Restaurant von Orlando angekommen, einem typischen Flußufer-Komplex, eingepasst zum Grün des Dschungels, ohne Prunk, aber von der Lage her fesselnd und den Geschmack der so vielen Besucher treffend.

Das Essen wird von der Tochter des allseits beliebten Herrn Orlando zubereitet. Die Hauptgerichte sind: Fisch, Garnelen, Acaifrüchte, Tapioka usw.


Dort hatte der verstorbene Paulo Martins, Chef-Botschafter der Paráense-Küche, eines seiner Treffen mit den größten Küchenchefs dieser Welt. Das Restaurant ist nur an Samstagen und Sonntagen geöffnet. Berühmte Persönlichkeiten haben im Maloca do Orlando gegessen. Gäste kommen mit ihren komfortablen Jachten an oder ganz snobistisch gar auf Jet-Skies. Wir wurden vom Besitzer persönlich begrüßt, weil wir in Begleitung von Prof. Maria das Dores waren, einer der örtlichen Persönlichkeiten.

Obwohl es ein Tag war, an dem das Restaurant geschlossen war, durften wir die Köstlichkeiten des Hauses vollauf genießen. Von der Terrasse des Restaurant bietet sich ein schöner Blick auf den Mix der passierenden Schiffe: Boote, Schnellboote, Bootsfahrschulen, Katamarane, Kanus, alle schwimmen im unruhigen Flußwasser dahin.

Ein Poet aus Para sagte einmal: dieser Fluß ist meine Straße, der am Flußufer die Nachbarschaften verbindet. Im Gegensatz zum Restaurant auf der Insel Combu, das Maloca do Orlando dominiert in dieser Unendlichkeit des Grün und niemand wird von einem Besuch enttäuscht werden.

Hinweis: Falls Sie unseren “Reisen” auf dem Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert.
BOATS, THE SMALL RIVER ARAPARI AND THE MALOCA DO ORLANDO

Text and photos: |Zenilda Cartaxo
Crossing the bay of Guajará formed by the rivers Guama, Acara and Moju, you arrive at the port of Arapari, Amazon jungle pure.

This port provides access to Barcarena, an industrial site for processing and exporting kaolin, alumina, aluminum and power cables.


From the harbor we take a boat to the Restaurant Maloca do Orlando, before, however, we walk for a moment through a village and photograph a small street paved only with stones of the Açaí-fruit.

After a few minutes then we arrived at the Restaurant of Orlando, a typical riverfront complex, fitted out to the green of the jungle, without pomposity but captivating from the location and meeting the taste of so many visitors.

The food is prepared by the daughter of the very liked Mr. Orlando. The main dishes are: fish, prawns, acai, tapioca flour, etc.


There, the deceased Paulo Martins, chief ambassador of the Paráense kitchen, had one of his meetings with the world’s largest kitchen chefs. The restaurant is only open on Saturdays and Sundays. Famous people have eaten at the Maloca do Orlando. Guests come relaxed with their comfortable yachts or in snob-style on jet skies. We were personally welcomed by the owner because we were accompanied by Prof. Maria the Dores, one expert of the region.

Although it was a day when the restaurant was closed, we were able to fully enjoy the delights of the house. From the terrace of the restaurant there is a nice view of the passing ships: boats, speedboats, boat driving schools, catamarans, canoes, all are contributing to the waves of the river.

A poet from Para once said: this river is my road connecting the neighborhoods on the river banks. Unlike the restaurant on the island of Combu, the Maloca do Orlando reigns in this infinity of greenery and no one will be disappointed by a visit.

Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Continue” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future.
Dicas úteis para o planejamento de suas viagens em 2017/Sie planen für 2017 eine Reise…einige sehr hilfreiche Überlegungen hierzu…!!/You are planning a trip for 2017 … some very helpful considerations … !!
Dicas úteis para o planejamento de suas viagens em 2017
Marcia e eu viajaremos em 2017 para a América do Norte, mais especificadamente para o Alaska, mas, também visitaremos as metrópoles do hemisfério norte como Toronto, Nova Iorque, Vancouver, São Francisco, dentre outras.
Tenho coletado várias informações sobre viagens, como obtenção de visto para os Estados Unidos e Canadá (veja o post sobre esse assunto), informações pertinentes aos países que vamos visitar. Além disso, obtive dados interessantes em um site denominado Travelbook muito bom, com dicas úteis, informações e excelentes mapas mundiais que apresentam considerações relevantes sobre alguns aspectos que interessam a viajantes. São três mapas que abordam questões importantes a respeito de riscos em diferentes países e/ou regiões:
- Riscos de Segurança em Viagem
- Riscos de Assistência Médica
- Riscos em estradas/tráfego
Para interagir com os mapas, clique aqui.
Embora o texto esteja escrito em alemão, as explicações nos mapas estão escritas em inglês. Os próprios mapas são visualmente muito uteis. Basta clicar no link, escolher o destino no mapa e no canto superior direito (select the map layer), escolha qual mapa você quer ver: riscos em estradas (road safety risk),


segurança de viagem (travel security risk),


assistência médica (medical risk).


Quando você clicar no país, então vai aparecer a explicação sobre cada país em inglês. Os países são coloridos na cor do grupo de risco atribuído ao mesmo. São cinco a classificação dos riscos: insignificante, baixo, médio, alto e risco extremo.
Eu cliquei no Brasil e vi que o site faz os comentários seguintes sobre os riscos para quem vem visitar o país. No que diz respeito à assistência médica, o site informa que existe um padrão apropriado de assistência médica em provedores de cuidados selecionados, ou seja, se você procurar um bom hospital, uma boa clínica, você vai receber os cuidados apropriados. Em relação à segurança nas estradas, o Travelbook usa as informações fornecidas pelo relatório da Organização Mundial da Saúde de 2015. Esse documento informa que as estradas no Brasil são perigosas e que é preferível que se evite dirigir aqui. De acordo com esse site, o Brasil está classificado com risco médio para os viajantes. O site diz que existe agitações políticas periódicas, protestos violentos. Viajantes internacionais podem enfrentar riscos de violência comunal, sectária ou racial e crimes violentos. Capacidade de segurança e serviços de emergência e infraestrutura varia.
Eu considero as informações e os mapas disponíveis como um primeiro guia para lhe orientar a tomar a decisão de viajar, qual país e/ou qual região você pode conhecer em 2017 ou NÃO.
Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
Sie planen für 2017 eine Reise…einige sehr hilfreiche Überlegungen hierzu…!!
Marcia und ich möchten z.B. 2017 Nordamerika bereisen mit Schwerpunkt Alaska, natürlich aber auch die nordamerikanischen Metropolen wie Toronto, New York, Vancouver, San Franzisco usw.
Neben Dingen wie den Visabestimmungen (siehe den letzten Blog) stieß ich auf eine sehr gute Reportage in Travelbook.de mit sehr hilfreichen Tipps, Informationen und v.a. sehr nützlichen Weltkarten untergliedert in 3 wichtige Themenbereiche bezüglich Risiken in unterschiedlichen Ländern und/oder Regionen.
Diese 3 Risiko-Themenschwerpunkte beziehen sich auf
- Reise-Sicherheits-Risiken


2. Risiken für die Gesundheit


3. Risiken auf Straßen/im Verkehr


Anbei für unsere Leser der entsprechende Link.
Obwohl die Reportage auf Deutsch geschrieben ist sind die Texte zu den Karten auf English und die Karten selbst visuell schon sehr hilfreich.
Sie klicken auf den Link, wählen ihr Reisezielland aus und über welchen der oben genannten 3 Risikobereiche sie informiert werden wollen. Sie bekommen dann auf Englisch hilfreiche Informationen und das ausgewählte Land ist farblich der jeweiligen Risikogruppe zugeteilt.
Die Ergebnisse sind unterteilt in 5 Risiko-Stufen, die wären: unerheblich, gering, mittel, hoch und extrem.
Wir bewerten die offerierten Informationen und das Kartenmaterial als sehr große erste Orientierungshilfe für ihre Entscheidung, welches Land und/oder welche Region sie 2017 bereisen wollen oder eher auch NICHT!!
Hinweis: Falls Sie unseren “Reisen” auf dem Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert.
You are planning a trip for 2017 … some very helpful considerations … !!
Marcia and myself for example want to travel 2017 in North America with focus onto Alaska, but we want to visit also the North American metropolises such as Toronto, New York, Vancouver, San Francisco etc.
In addition to things like the Visaconditions (see the last blog) I came across with a very good reportage in Travelbook.de with very helpful tips, information and very very useful world maps broken down into 3 important topics concerning risks in different countries and / or regions.
These three risk issues are related to
- Travel Safety Risks


2. Risks to health


3. Risks on roads / traffic


Here is the link for our readers.
Although the reportage is written in German language, the texts on the maps are in English and the maps themselves are already visually very helpful.
Click on the link, select your destination country and on the top above which of the 3 risk areas you want to be informed about. You will then receive helpful information in English and the selected country is assigned to the respective risk group in color.
The results are divided into 5 risk levels, which are: insignificant, low, medium, high and extreme.
We consider the information and the maps available as a very great first guide for the decision, which country and / or which region you might to travel to 2017 or rather NOT!!!
Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Continue” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future.
Minha experiência na obtenção do visto americano
Os Estados Unidos da América é um país rico em atrações turísticas diversificadas como atrativos naturais, cidades vibrantes, museus incríveis, além de tantas outras belezas que atraem milhões de brasileiros, entre eles eu. Para entrar nesse belo país, os brasileiros precisam obter um visto.


Hoje vou contar minha experiência sobre obter o visto para os Estados Unidos. O primeiro passo a ser dado é visitar o site da Embaixada e Consulados desse país no Brasil, onde parte das informações estão escritas em português, é um site interativo onde o sistema vai lhe conduzindo até chegar ao formulário para preenchimento dos dados, em inglês. Se você falar inglês, melhor ainda, caso contrário, você vai precisar do Google Tradutor ou de alguém que lhe ajude.
Nesse momento, recomendo que faça tudo com tranquilidade e honestidade. Depois de finalizado o preenchimento e paga a taxa (R$ 528,00 – U$ 160,00), o site vai lhe informar que você precisa agendar uma entrevista, coleta de digitais e captação de fotos. O site vai lhe fornecer uma página de confirmação, que significa que está confirmada a submissão da solicitação de um visto de não imigrante, no meu caso, um visto de turista. No próprio site, há um link que vai lhe direcionar para a página do Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto – CASV onde você vai agendar a entrevista e a coleta de digitais e foto.
No meu caso, precisei ir à Recife, sede do Consulado que atende às pessoas da Região Nordeste do Brasil.
A entrevista e a captação de fotos acontecem em dois lugares diferentes. Há pessoas que preferem agendar tudo na mesma manhã. Sim, é possível, você agenda a visita ao CASV bem cedo e então há tempo para ir ao Consulado. No meu caso, como gosto de fazer tudo com tranquilidade, sei que Recife é uma cidade onde há congestionamentos e não conheço muito bem a cidade. Por isso decidi agendar em dois dias diferentes.
A primeira recomendação importante para essas duas ações é: se você agendou, por exemplo para as 10:15, não chegue às 9 horas. Não adianta, você vai ficar no sol, fora do prédio. Por isso, chegue com 15 minutos de antecedência mesmo, como está explicado na orientação do site. Quando cheguei no CASV, cedo, fiquei do lado de fora esperando com muitas outras pessoas. O funcionário chama os grupos de pessoas para cada horário. Aliás, os funcionários, brasileiros, são cordiais e educados. O processo de coleta de digitais e captação de fotos é bem rápido. A pessoa que me atendeu apenas me perguntou se eu já havia obtido outro visto no passado. Respondi que sim, mas há muito tempo atrás.
No dia seguinte, fui ao Consulado dos Estados Unidos para ser entrevistada. Como foi estava agendada para as 10:15 e eu sabia que não adiantava chegar muito antes, cheguei com meia hora de antecedência porque tinha trazido comigo a bagagem do hotel, pois de lá, já ia viajar de volta para Natal. Existe um posto de gasolina próximo do Consulado (passam três casas, não é vizinho) e lá existe uma loja de conveniência. Erich e eu ficamos lá, tomamos um café e quando faltava 5 minutos para as dez fui para o consulado. NÃO É PERMITIDO ENTRAR COM CELULAR, COM NENHUM EQUIPAMENTO ELETRÔNICO. Para facilitar minha entrada no consulado, levei apenas os documentos necessários e alguns suplementares numa pasta de plástico transparente. Fiquei poucos minutos numa fila e então fui orientada a entrar. Primeiro passei numa checagem eletrônica, como nos aeroportos. Depois, entrei na recepção e entreguei meu passaporte para uma funcionária simpática. Ela me orientou para sentar e aguardar ser chamada, ela ficou com meu passaporte. De vez em quando, um funcionário aparecia com alguns passaportes na mão e chamava uns três ou quatro nomes. Depois de alguns minutos, ele chamou meu nome. Fui orientada a ficar em uma fila no interior do prédio aguardando minha vez. Enquanto isso, fiquei assistindo um vídeo com dicas sobre a entrevista e também apresentando as belezas dos Estados Unidos. A fila andou rápido e chegou a minha vez. A entrevista é feita por um oficial americano, no meu caso, uma funcionária. Ela me perguntou rapidamente sobre os meus planos de viagem, onde eu trabalho e se eu tenho casa própria. Isso demorou uns 3 minutos, aproximadamente. Depois disso, ela disse: visto concedido. Eu agradeci e saí. O meu passaporte ficou lá e fui avisada que receberia depois de 10 dias. Foi tudo muito rápido e organizado. Dica importante para a entrevista: seja objetivo(a) com as respostas, não fale demais, responda exatamente o que lhe perguntarem e fale a verdade. Aliás, a verdade deve ser nossa companheira, sempre!
A minha conclusão sobre essa experiência é de que a obtenção de um visto para os Estados Unidos não é nada complicado, precisa-se de um pouco de tempo e tranquilidade.
Para saber a localização da Embaixada e dos Consulados no Brasil clique aqui e solicitar seu visto, clique aqui.


Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
AS PRAIAS DE SYLT: LUGAR DE SILÊNCIO E DE CONTEMPLAÇÃO DA NATUREZA – PARTE 2
AS PRAIAS DE SYLT: LUGAR DE SILÊNCIO E DE CONTEMPLAÇÃO DA NATUREZA – PARTE 2
O Brasil possui quase 8000 km de praias e com raras exceções, todas elas são públicas. Com base nessa consideração, imagine a minha surpresa ao chegar em Sylt e descobrir que as praias não são públicas. Funciona assim: quando você chega ao hotel, no momento do check in, você recebe cartões (um para cada hóspede), que se assemelha a um cartão de crédito. Esse cartão deve ser apresentado na portaria da praia (sim, a praia tem portaria). O porteiro escaneia o cartão antes de você entrar. Se você não tiver o cartão, então, é necessário comprar o bilhete de entrada no valor de 3,50 Euros.

As praias são muito bem estruturadas. Perto da portaria tem um banheiro público. Usei este banheiro com o propósito de observar sua higiene e fiquei estupefata com o grau de limpeza do mesmo: como é possível um banheiro localizado numa praia sem ter um único grão de areia? Só mesmo na Alemanha…
Na portaria você pode alugar cadeiras de rodas para praia, que é 100% acessível, apesar da areia, das dunas.

Na entrada da praia há sinalização informando se é permitida ou não a entrada de cachorros. Na saída da praia há lugar para lavar os pés, tem cesto de lixo com escovinha para tirar areia de objetos e tem saquinho de lixo para apanhar as fezes dos cachorros.


Você tem a opção de ir para a areia da praia caminhar a beira-mar, alugar uma cadeira de praia de vime, numerada, muito popular na Alemanha, chamada de “Strandkorb”


Ou apenas curtir o visual da praia, sentar ao sol numa espécie de calçadão construído todo em estrutura de madeira (aliás, melhor opção para construção em dunas), como no caso específico da praia de Kampen.

As pessoas visitam a praia no verão e no inverno, somente para estar junto da natureza e apreciar a beleza do mar. As praias de Sylt são lugares silenciosos, de contemplação. São lugares de paz e descanso. Não há vendedores ambulantes, cada um respeita o direito do outro de curtir a natureza.
Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
DIE STRÄNDE VON SYLT: STILLE UND KONTEMPLATION AUF NATUR – TEIL 2
Brasilien verfügt über 8.000 km Stränden und mit seltenen Ausnahmen sind sie alle öffentlich. Auf Grundlage dieser meiner Erfahrung kann man sich meine Überraschung vorstellen auf Sylt anzukommen und festzustellen, dass die Strände nicht öffentlich sind. Es funktioniert wie folgt: wenn Sie im Hotel ankommen erhalten Sie beim Check-In eine Strand-Karte (eine pro Gast), die einer Kreditkarte ähnelt. Diese Karte muß am Eingang zum Strand präsentiert werden (ja, der Strand hat einen Concierge). Der Portier scannt die Karte ein, bevor Sie zum Strand gehen. Falls Sie über keine Karte verfügen müssen Sie eine Eintrittskarte im Wert von 3,50 € erwerben.

Die Strände sind sehr gut strukturiert. In der Nähe des Concierge ist ein öffentliches Bad. Ich war überwältigt von dessen Hygiene und Sauberkeit: wie ist es möglich, ein Bad an einem Strand ohne ein einziges Sandkorn darin? Nur in Deutschland …
An der Lobby kann man auch Rollstühle für den Strand mieten, die zu 100% strandtauglich sind, trotz der Sanddünen .

Am Strandzugang findet sich auch die Information, ob das Mitbringen von Hunden gestattet ist oder nicht. Beim Strandausgang gibt es eine Möglichkeit die Füße zu waschen, eine Bürste zum Sandentfernen, einen Müllsack und Plastiktüten zum Entsorgen von Hundekot.


Sie haben die Möglichkeit am Strand spazieren zu gehen oder Sie mieten einen Strandkorb , nummeriert und sehr beliebt in Deutschland.


Oder Sie genießen einfach nur die Aussicht auf den Strand und das Meer, in der Sonne sitzen auf einer Art Promenade, eine Holzstruktur übrigens, die beste Wahl für den Bau auf Dünen, wie hier im speziellen Fall vom Strand Kampen.

Die Menschen besuchen den Strand im Sommer und Winter, nur um nah an der Natur zu sein und um die Schönheit des Meeres zu genießen. Die Strände auf Sylt sind ruhige Orte der Kontemplation. Sie sind Orte der Ruhe und Erholung. Es gibt auch keine Strand-Straßenverkäufer, die diesen Frieden stören.
Hinweis: Falls Sie unseren “Reisen” auf dem Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert.
THE BEACHES OF SYLT: PLACE OF SILENCE AND CONTEMPLATION OF NATURE – PART 2
Brazil has 8,000 km of beaches and, with rare exceptions, they are all public. On the basis of this my experience you can imagine my suprise to arrive on Sylt and to recognize that the beaches are not public. It works as follows: when you arrive at the hotel, you will receive a beach card (one per guest) at the check-in which is similar to a credit card. This card must be presented at the entrance to the beach (yes, the beach has a concierge). The clerk will scan the card before you go to the beach. If you do not have a card, you must purchase an entrance ticket worth € 3.50.

The beaches are very well structured. Near the concierge is a public bath. I was overwhelmed by its hygiene and cleanliness: how is it possible to have a bath on a beach without a single sand grain in it? Only in Germany …
At the lobby there you can also rent wheelchairs for the beach, which are 100% suitable for the beach despite the sand dunes.

At the beach access is also the information whether dogs are allowed or not. At the beach exit there is a possibility to wash the feet, a brush for sand removal, a garbage bag and plastic bags for the disposal of dog droppings.


You have the possibility to walk on the beach or you rent a beach basket, numbered and very popular in Germany, called “Strandkorb”.


Or simply enjoy the view onto the beach and the sea, sitting in the sun on a kind of promenade, a wooden structure by the way, the best choice for building on dunes, as here in the special case of the beach Kampen.

People visit the beaches in summer and winter just to be close to nature and to enjoy the beauty of the sea. The beaches on Sylt are quiet places of contemplation. They are places of rest and relaxation. There are also no beach-street vendors that disturb this peace.
Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Continue” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future.
SYLT, UMA PÉROLA NO MAR DO NORTE – PARTE I/SYLT, EINE PERLE IN DER NORDSEE – TEIL I /SYLT, A PEARL IN THE NORTH SEA – PART I
SYLT, UMA PÉROLA NO MAR DO NORTE – PARTE I
Sylt integra o conjunto de ilhas Frísias do Norte da Alemanha.
A Ilha de Sylt possui cinquenta por cento de sua área protegida. A planície de maré do Mar Frísio próxima à Ilha de Sylt integrante do Parque Nacional em Schleswig-Holstein está incluído grupo de áreas que estão na lista do Patrimônio Mundial Natural da UNESCO.
A ilha possui belas dunas cobertas de vegetação, algumas com muitas flores, na primavera, e frutos. Sylt com sua beleza tranquila é o paraíso da elite alemã.

A ilha tem a forma de âncora e é ligada ao continente por uma estreita ponte por onde trafegam trens com pessoas e automóveis.


A maior cidade de Sylt é Westland, onde localiza-se a estação de trem, um calçadão extenso, além de uma avenida, a Friedrichstrasse, com muitas lojas e restaurantes.
A ilha possui lugares interessantes, como Kampen, área mais sofisticada com lojas de grife localizadas na Stroenway, o calçadão principal, também conhecido como “alameda do uísque”; Keitum, com suas belas casas com telhado de junco cobertos de hera;


Wenningstedt, onde existem sepulturas da Idade da Pedra e List, situada no extremo norte da ilha, com muitas lojas e restaurantes com espaços com formas especiais que protegem os visitantes do vento. Além disso, List tem também um centro ecológico com exposições sobre o Mar do Norte, o “Erlebniszentrum Naturgewalten”.
Em Salt você pode praticar windsurfe, utilizar os serviços dos spas, cavalgar, caminhar muito (tem caminhos deslumbrantes), pedalar. Se quiser também pode fazer excursões para visitar as Ilhas de Amrun e Föhr, ver as colônias de focas, caminhar pelo leito de algas, visitar Helgoland, famosa ilha onde existe um afloramento de uma rocha calcária solitária, dentre outros passeios.



Enfim, pode-se afirmar que Sylt é um bom exemplo da exploração turística sustentável, onde o turismo anda de mãos dadas com a preservação do meio ambiente.


Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
SYLT, EINE PERLE IN DER NORDSEE – TEIL I
Sylt zählt zu den Nordfriesischen Inseln in Deutschland.
Die Insel Sylt ist zu fünfzig Prozent Umweltschutzbereich. Das Wattenmeer in der Nähe der friesischen Insel Sylt ist Teil des Nationalparks Schleswig-Holstein und aufgelistet als UNESCO-Weltnaturerbe.
Sie gilt als Umweltschutzgebiet aufgrund der Existenz seiner überwucherten Dünen mit vielen Blumen und Früchten im Frühling. Sylt mit seiner ruhigen Schönheit gilt als ein Paradies der deutschen Elite.

Die Insel hat die Form eines Ankers und ist durch eine schmale Brücke mit dem Festland verbunden, auf welcher Autoreisezüge verkehren.


Die größte Stadt auf Sylt ist Westerland, wo sich auch der Bahnhof befindet, eine umfangreiche Promenade und ein Boulevard, die Friedrichstraße, mit vielen Geschäften und Restaurants.
Die Insel offeriert interessante Orte wie z.B. Kampen mit anspruchsvollsten Designerläden in Stroenway, der Promenade, die auch als “Whisky-Mall” bekannt ist; Keitum besticht durch seine schöne reetgedeckten Häuser;


in Wenningstedt gibt es Gräber aus der Steinzeit und List, am nördlichen Ende der Insel, bietet viele Geschäfte und Restaurants an mit sogar speziellen Sitzmöglichkeiten im Freien, die die Besucher vor dem Wind schützen. Darüber hinaus existiert in List auch das ökologische “Erlebniszentrum Naturgewalten” mit Ausstellungen zum Thema Nordsee.
In Salz kann man windsurfen, die Angebote von Heilbädern nutzen, reiten, wandern (tolle Routen) und Rad fahren. Sie können auch Ausflüge auf die Inseln Föhr und Amrum unternehmen und Kolonien von Robben beobachten, zu Fuß auf Algenbetten marschieren oder auch Helgoland besuchen, jene Insel mit dem berühmten Kalksteinfelsen.



Letztendlich kann man sagen, dass Sylt ein gutes Beispiel für eine nachhaltige touristische Entwicklung ist, eine Insel also, wo der Tourismus Hand in Hand mit dem Schutz der Umwelt einhergeht.


HINWEIS: Falls Sie das “SEGUIR (Reisen)” mit unserem Blog fortzusetzen wünschen, dann klicken Sie in der unteren rechten Ecke dieser Seite einfach auf “Weiter”. Sie erhalten dann eine E-Mail mit einem Link zur Bestätigung und Sie werden dann über jeden neuen Post des Blogs automatisch informiert.
SYLT, A PEARL IN THE NORTH SEA – PART I
Sylt is one of the North Frisian Islands in Germany.
The island of Sylt is fifty percent environmental protection area. The „Wattenmeer“(mud flat) near the Frisian island of Sylt is part of the National Park Schleswig-Holstein and listed as a UNESCO World Natural Heritage.
It is considered an environmental protection area due to the existence of its overgrown dunes with many flowers and fruits in spring. Sylt with its quiet beauty is considered a paradise of the German elite.

The island has the shape of an anchor and is connected by a narrow bridge to the mainland, on which carriage trains run.


The largest city on Sylt is Westerland, where the train station is located, an extensive promenade and a boulevard, the Friedrichstrasse, with many shops and restaurants.
The island offers interesting places like: Kampen with the most sophisticated designer shops in Stroenway, the promenade, also known as “Whiskey Mall”; Keitum is distinguished by its beautiful thatched houses; in Wenningstedt there are tombs from the Stone Age and List, at the northern end of the island offers many shops and restaurants with even special outdoor seating that protect visitors from the wind. In addition there is also the ecological “Erlebniszentrum Naturgewalten” (Nature Adventure Center) with exhibitions about the North Sea.


In Salt you can windsurf, use the services of medicinal baths, ride, hiking (great routes) and cycling. You can also take trips to the islands of Föhr and Amrum and observe colonies of seals, walk on algae beds or visit Helgoland, the island with the famous limestone rock.



Ultimately, one can say that Sylt is a good example of a sustainable tourism development, an island where tourism is hand in hand with the protection of the environment.


NOTE: If you wish to continue the “Travel” on our blog, then click in the bottom down right corner of this page simply click “SEGUIR (FOLLOW)”. You will then receive an email with a link of confirmation and you will be automatically informed of any new post of the blog.
Eu, Papillon e as azeitonas roxas
Eu, Papillon e as azeitonas roxas

Texto: Marígia Mádje Tertuliano, economista, pesquisadora e amante do ciclismo
O ciclismo está de “vento em popa”, em todo o mundo! A brincadeira de criança toma proporções enormes e leva o cidadão à melhoria da qualidade de vida, a invadir a paisagem em busca de aventura, à integração com a natureza e a ganhar as ruas e as estradas, para “girar”. A atividade que, de solitária nada tem, promove a criação de grupos, que surgem nas diferentes localidades e integram diferentes perfis. Apesar de ecléticos, primam pela identidade e organização, cujas amizades construídas ultrapassam, muitas vezes, os pedais.
Eu entrei nessa brincadeira, por acaso, e comecei a desvendar a beleza, que é pedalar. Entre as minhas aventuras – na cidade ou na estrada – está a ida à João Pessoa, contra o vento, diga-se de passagem, e que me fez refletir o quanto querer é poder.
Depois de Jampa, lancei-me em outro desafio – ir à Nova Floresta/PB, minha terra, que fica a 173 km de Natal. Seriam muitos quilômetros de pura felicidade – eu, Papillon e meu amigo, Mario Rolim – estudante de engenharia elétrica, que, “quando cisma”, coloca a mochila nas costas e cria roteiros de tirar o fôlego.

Assim, em um dia de fevereiro, imitando o Mário, coloquei o pé nos pedais e, em sua companhia, girei no asfalto. Ao longo do caminho, muitas surpresas e maravilhas escondidas – riachos, frutos exóticos e paisagens divinas, além de azeitonas roxas. A “alameda das azeitonas”, como denominei, é um lugar especial, perto de Natal, repleto de azeitoneiras centenárias, que margeiam o asfalto repleto de veículos e suas fuligens, onde bicicletas e seus condutores brigam por espaço, para verem o dia nascer feliz.

E aí, leitor, conheces algum lugar assim? Não?
Pois é! Este lugar existe e é lindo! As azeitoneiras estão lá – doces, suculentas, enormes e enfeitando a paisagem com seu cheiro e sabor inigualáveis, convivendo, harmoniosamente, à margem de um riacho, de água limpa e corrente, com os cajueiros e mangueiras, assim como as seriguelas, para saciarem a fome de ciclistas curiosos, dos andarilhos e de todos os animais daquele ecossistema.


À frente do meu giro, elas se debruçaram sobre o acostamento e chamaram a minha atenção, pelo bordeaux de suas frutas, caídas no chão, formando um tapete; pelo brilho de suas folhas, molhadas pelo orvalho da manhã, e pelo cheiro característico que exalavam. Elas, imediatamente, fizeram-me voltar à infância e às férias na casa do meu Vô Barreto. Tempo onde ir à casa de Dona Cidônia, comprar as frutinhas – que vinham enroladas, delicadamente, em cones de papel madeira e que faziam a alegria das crianças da cidade – era motivo de felicidade.

Enfim, poderia passar horas descrevendo as emoções que senti ao encontrá-las, mas retorno à pergunta: já descobriu onde fica essa maravilha? Não?
Pois, é! Em meio ao asfalto, quente ou frio, elas embelezam a Reta Tabajara – aonde milhares de carros se espremem, para que seus motoristas cheguem aos seus destinos, e a velocidade é um dos empecilhos, para que estes apreciem o belo. Na Reta, mais uma vez, descobri que eu e Papillon, somos unas, nos giros da vida, e que as belezas escondidas nas distâncias, a exemplo de Nova Floresta, são detalhes de um dia de pedal, que só enxerga quem entende o prazer de pedalar.
Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
O Nilo, o deserto e pedras colossais/Der Nil, die Wüste und steinerne Kolosse / The Nile, the desert and stone colossi
O Nilo, o deserto e pedras colossais
O Egito é um país localizado nas margens do Rio Nilo no nordeste da África, entre o Mar Vermelho, o deserto da Líbia, o Sudão e o Mar Mediterrâneo.

A arquitetura foi a mais desenvolvida de todas artes, o que pode ser confirmado pelas obras monumentais como as pirâmides, palácios e templos, testemunhas de um passado grandioso.
Foi nesse país onde eu morei durante seis meses da minha vida, sendo uns meses em Cairo, outros em Luxor e Sharm el Sheikh.

Pude visitar as Pirâmides de Gizé várias vezes, inclusive, a Pirâmide de Queóps que faz parte da lista das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Essas pirâmides integram o conjunto chamado “Mênfis e sua Necrópole: as Pirâmides de Gizé a Dashur” que integram o Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1979.
Além da vibrante Cairo, com cerca de 8 milhões de habitantes, me impressionei com a Península do Sinai, onde escalei o Monte Moisés (2.285 m), próximo ao Monastério de Santa Catarina, área integrante do Patrimônio Mundial desde 2002. Foi em Sharm el Sheikh onde mergulhei nas fantásticas e coloridas águas do Mar Vermelho.

No tempo em que passei no Alto Egito, em Luxor, tive a oportunidade de visitar os templos incríveis de Karnak e Luxor, do outro lado do Nilo, no Vale dos Reis, onde foram descobertos 64 túmulos da época do Antigo Egito. Eles integram o conjunto “Tebas Antiga com suas Necrópoles” a Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1979.

O tamanho das estátuas colossais de pedra nos templos em Abu Simbel me fascinaram pelas dimensões. Elas fazem parte da lista do Patrimônio Mundial da Unesco como integrantes dos “Monumentos Núbios de Abu Simbel até Philae”, também desde 1979. Aliás, esses templos somente foram preservados porque foi feito um grande remanejamento de 22 monumentos e complexos arquitetônicos para as margens do lago Nasser, situado na altura de 64 metros do lugar onde ocorreu a inundação da área com a construção da Represa de Assuã.

É também impressionante as viagens pelo Nilo a bordo dos barcos típicos chamados Felukas.



Durante este tempo no Egito, visitei vários mercados coloridos cheios de pessoas, animais, sons e cheiros, onde pude absorver toda aquela atmosfera.

Também cavalguei camelos. A sensação que se tem quando se passeia de camelo é de que você está a bordo de um navio navegando pelas areias do deserto.

E antes de finalizar, uma dica: não planeje sua viagem para os meses de julho e agosto, no Alto Egito é extremamente quente… !!
Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
Der Nil, die Wüste und steinerne Kolosse
Ägypten, das Land an den Ufern des Nil im Nordosten von Afrika gelegen zwischen dem Roten Meer, der Wüste von Libyen, Sudan und dem Mittelmeer.

Seine Architektur zeugt von monumentalen Werken wie den 4.500 Jahren alten Pyramiden, Palästen und Tempeln, Zeugen längst vergangener grandioser Epochen.

Es war dieses Land, wo ich insgesamt sechs Monate meines Lebens verbringen konnte. So konnte ich natürlich auch mehrere Male die Pyramiden von Gizeh besuchen und bewundern.

Sie gehören zu den sieben antiken Weltwundern und sind seit 1979 Weltkulturerbe. Neben dem pulsierenden Kairo mit seinen etwa 8 Millionen Einwohnern war es mir auch vergönnt die Sinai-Halbinsel zu besuchen und dort einerseits den Berg Moses(2.285m) in der Nähe des Katharinenklosters zu besteigen und andererseits in Sharm el Sheikh das Rote Meer und seine fantastische farbenprächtige Unterwasserwelt schnorchelnderweise zu genießen.

Längere Zeit verbrachte ich auch in Oberägypten, v.a. in Luxor mit seinen unglaublichen Tempelanlagen wie dem Karnak-Tempel und Luxor-Tempel und auf der anderen Seite des Nils das Tal der Könige, eine Nekropole im Alten Ägypten mit bislang 64 entdeckten Gräbern.

Beeindruckend sind auch Ausflüge auf dem Nil mit den typischen Felukas, den traditionellen Segelbooten.



In Abu Simbel beeindrucken die Größe der steinernen Kolosse dieser Felsentempel, die seit 1979 in der Weltkulturerbeliste der UNESCO sind. Beide Tempelanlagen mussten wegen des Assuan Staudammes und dem Aufstauen des Nassersees an einen höheren Standort verlegt werden.

Auch ließ ich es mir nicht nehmen, verschiedene farbenprächtige Märkte mit all seinen Menschen, Tieren, Geräuschen und Gerüchen zu besuchen und diese Atmosphäre in mich aufzusaugen.

Falls Sie schon einmal auf einem Kamel geritten sind, dann verstehen sie auch, warum man diese Fortbewegungsweise mit denen von Wüstenschiffen vergleicht.

Und ein Tipp noch: in Oberägypten wird es in den Monaten Juli und August extrem heiß…!!
Hinweis: Falls Sie unseren “Reisen” auf dem Blog folgen wollen, dann klicken Sie einfach nur auf “FOLGEN” in der unteren rechten Ecke dieser Seite. Sie werden dann automatisch über jede unserer weiteren Blog-Reisen informiert.
The Nile, the desert and stone colossi
Egypt, the country located on the banks of the Nile in the north-east of Africa between the Red Sea, the Libyan Desert, Sudan and the Mediterranean.

Its architecture bears witness to monumental works such as the 4,500-year-old pyramids, palaces and temples, witnesses of past grandiose eras.

It was this country where I could spend a total of six months of my life. So I could also visit the Pyramids of Giza several times.

They belong to the seven ancient wonders of the world and have been world cultural heritage since 1979. In addition to the pulsating Cairo with its about 8 million inhabitants, I was also allowed to visit the Sinai peninsula and on the one handside I could climb the Mount Moses (2.285m) near the Catherine’s monastery and on the other handside I could enjoy in Sharm el Sheikh the Red Sea and its fantastic colorful underwater world by snorkeling.

A long time I also spent in Upper Egypt, mainly in Luxor with its incredible temples such as the Karnak Temple and Luxor Temple and on the other side of the Nile the Valley of the Kings, a necropolis in Ancient Egypt with 64 graves discovered so far.

Also impressive are trips on the Nile with the typical Felukas, the traditional sailing boats.



In Abu Simbel impress the size of the stone colossi of these rock temples, which are since 1979 on the UNESCO World Heritage List. Both temples had to be moved to a higher location because of the Aswan dam and the accumulation of the waters oft he Nasser lake.

I did not allow myself to miss the visits of various colorful markets with all its people, animals, sounds and smells, and to absorb this atmosphere.

If you have ever ridden on a camel, you will also understand why you are comparing this mode of proceeding with those of desert ships.

And a tip still: in Upper Egypt it becomes extremely hot in the months of July and August…!!
Note: If you want to follow our “Journeys” on the Blog, just click on “FOLLOW” in the lower right corner of this page. You will then automatically be informed about each of our new Blog-Travels.
SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MATOSINHOS, GRANDIOSO E EMOCIONANTE/GROSSARTIG UND BEEINDRUCKEND/GREAT AND IMPRESSIVE
SANTUÁRIO DO BOM JESUS DO MATOSINHOS, GRANDIOSO E EMOCIONANTE
Desde quando eu era estudante de arquitetura, eu sonhava em visitar um dia o conjunto do Santuário do Bom Jesus do Matosinhos em Congonhas do Campo, Minas Gerais. Esse desejo foi realizado quando Erich e eu viajamos pelo Brasil para captar imagens para o livro 66 x Brasil.
Inicialmente, vale ressaltar que a concepção arquitetônica do Santuário do Bom Jesus do Matosinhos foi inspirada nos Santuários do Bom Jesus do Monte, em Braga e no de Nossa Senhora dos Remédios, em Lamego, Portugal, que tivemos o prazer de visitar.


Chegamos em Congonhas do Campo, distante aproximadamente 80 km de Belo Horizonte, numa manhã ensolarada e nos dirigimos para o Santuário.

A primeira impressão que tive do lugar foi a grandiosidade das esculturas dos doze profetas, executados em pedra sabão, até me emocionei ao apreciar aquela obra de arte do Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa – 1730 – 1814), que executou o trabalho já no final da vida e doente, como se fosse sua última tarefa.


O que me chamou a atenção de imediato foi a perfeita integração dos profetas com o conjunto edificado composto pela igreja, pelas escadarias majestosas, com o adro (grande pátio que antecede à igreja) murado e com as capelas. Aliás, acho que esse adro foi concebido e existe para enaltecer os profetas.

A construção do Santuário de Congonhas foi iniciada em 1757 e a igreja, pelo que eu pude perceber, é um dos mais significativos exemplos do barroco mineiro, seu interior é todo decorado no estilo rococó.
Além, dos profetas, da igreja e das escadarias, completam o grandioso conjunto as seis capelas que estão implantadas na subida que conduz até à igreja. Essas capelas guardam as 66 representações, em tamanho natural, em madeira de cedro dos Sete Passos da Paixão: Última Ceia, Jesus no Horto das Oliveiras, a Prisão, a Flagelação, a Coroação de Espinhos e a última, que abriga o Caminho para o Calvário e a Crucificação. Aleijandinho trabalhou com dois ajudantes para executá-las entre 1796 a 1799. Os pintores Manuel da Costa de Ataíde, o famoso Mestre Ataíde, e Francisco Xavier Carneiro completaram sua obra.


O Santuário de Bom Jesus do Matosinhos é tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Nacional – IPHAN desde 1939 e passou a integrar a Lista dos bens tombados pela UNESCO, sendo reconhecido assim como Patrimônio Cultural Mundial em dezembro de 1985.
Acredito que se você tiver oportunidade de planejar uma viagem para Minas Gerais para conhecer a rota do Barroco Mineiro vai se encantar com tanta beleza. São muitos os bens arquitetônicos de grande valor. Eu só espero que o governo brasileiro seja consciente de suas preciosidades e que destine verba para que essas maravilhas possam resistir ao tempo.
Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você receberá um email com um link para confirmar a assinatura desse blog (não paga nada). Quando clicar no link, você será direcionado para uma página em inglês (essa página explica o procedimento no caso de você desejar um dia parar de seguir o blog). A partir daí, você já está “seguindo” o blog.
WALLFAHRTSORT HEILIGTUM BOM JESUS MATOSINHOS,
GROSSARTIG UND BEEINDRUCKEND
Als Student der Architektur habe ich immer davon geträumt, eines Tages den Wallfahrtsort Bom Jesus do Matosinhos in Congonhas do Campo, in Minas Gerais, zu besuchen. Dieser Wunsch wurde dann realisiert als Erich und ich in Brasilien unterwegs waren, um Fotos für das Buch „66 x Brasilien“ zu machen.
Zunächst ist es bemerkenswert, dass die architektonische Gestaltung der Wallfahrtskirche Bom Jesus do Matosinhos von den beiden Wallfahrtsstätten von Bom Jesus do Monte in Braga und der Kirche „Nossa Senhora dos Remédios“ in Lamego, beide in Portugal, inspiriert wurden. Wir hatten die Möglichkeit beide schon besuchen zu können.


Wir erreichten Congonhas do Campo, das etwa 80 km von Belo Horizonte entfernt gelegen ist, an einem sonnigen Morgen und wir fuhren sogleich hoch zur Wallfahrtsstätte.

Der erste Eindruck, den ich von dem Ort hatte, war die Ungeheuerlichkeit der Skulpturen der zwölf Propheten, allesamt in Speckstein ausgeführt. Ich war begeistert von diesem Kunstwerk von Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa, 1730-1814), der diese Arbeit am Ende seines Lebens, schon krank, quasi als letzte Lebensaufgabe ausführte.


Was mir sofort auffiel war die perfekte Integration der Gruppe von Propheten mit den Gebäuden der Kirche, die majestätische Treppe mit dem Kirchhof, die Mauer und die Kapellen. In der Tat, ich denke, dass der Kirchhof entworfen wurde, um die Propheten zu preisen.

Der Beginn des Baues der Wallfahrtsstätte von Congonhas war im Jahre 1757 und die Kirche ist, soweit ich das sehen konnte, eines der bedeutendsten Beispiele des Minais Gerais-Barock, der Innenraum ist komplett im Rokoko-Stil ausgeschmückt.
Darüber hinaus komplementieren die Propheten, die Kirche und die Treppe zusammen mit den sechs Kapellen, die hoch zur Kirche führen, die Gesamtkomposition der Anlage.
Diese Kapellen halten die 66 Darstellungen der sieben Stationen der Passion fest, in realer Größe und in Zedernholz: das letzte Abendmahl, Jesus im Olivenhain, die Festnahme, die Geißelung, die Dornenkrönung, der letzte Weg zum Kalvarienberg und die Kreuzigung.
Aleijandinho arbeitete mit zwei Assistenten zwischen den Jahren 1796 und 1799. Der Maler Manuel da Costa Ataíde, der berühmte Meister, und Francisco Xavier Carneiro vollendeten sein Werk.


Das Heiligtum „Bom Jesus do Matosinhos Sanctuary“ ist seit 1939 in der Liste von IPHAN – Institut des nationalen historischen und künstlerischen Erbes/geschützt durch IPHAN.
Im Dezember 1985 dann anerkannt durch die UNESCO – Organisation der Vereinten Nationen für Bildung, Wissenschaft und Kultur / von der UNESCO als Weltkulturerbe anerkannt
Ich glaube, dass, falls Sie die Möglichkeit haben, eine Reise nach Minas Gerais zu planen, die Route des Mineiro-Barock Sie mit viel Schönheit verzaubern wird. Es gibt viele architektonische Vermächtnisse von großem Wert.
Ich hoffe nur, dass die brasilianische Regierung sich dieser seiner Kostbarkeiten bewusst ist und das Engagement und die Mittel für ihre Erhaltung bereitstellt.
Hinweis: Falls Sie unseren “Reisen” auf dem Blog folgen wollen, dann klicken Sie einfach nur auf “FOLGEN” in der unteren rechten Ecke dieser Seite. Sie werden dann automatisch über jede unserer weiteren Blog-Reisen informiert.
THE SANCTUARY BOM JESUS MATOSINHOS,
GREAT AND IMPRESSIVE
As a student of architecture I always dreamed of visiting the pilgrimage church of Bom Jesus do Matosinhos in Congonhas do Campo, Minas Gerais. This wish was finally realized when Erich and I were traveling around allover in Brazil to take photos for the book “66 x Brazil“.
First it is remarkable that the architectural design of the sanctuary of Bom Jesus do Matosinhos was inspired by the two pilgrimage sites of „Bom Jesus do Monte“ in Braga and the church “Nossa Senhora dos Remédios” in Lamego, both in Portugal. We had the pleasure to visit both already.


We reached Congonhas do Campo, which is located about 80 km from Belo Horizonte, on a sunny morning and we went straight up to the site.

The first impression I had of the place was the enormity of the sculptures of the twelve prophets, all performed in soapstone. I was thrilled to see this work of art by Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa, 1730-1814), who did this at the end of his life already sick, quasi his last life task.


What struck me immediately was the perfect integration of the group of prophets with the buildings of the church, the majestic staircase with the churchyard, the wall and the chapels. In fact, I think the churchyard was designed to praise the prophets.

The beginning of the construction of the Sanctuary of Congonhas was in 1757 and, as far as I could see, the church is one of the most important examples of the Minais Gerais Baroque, the interior is completely in rococo-style.
In addition, the prophets, the church and the staircase, together with the six chapels leading up to the church, complement the overall composition of the complex.
These chapels hold the 66 illustrations of the Seven Stations of the Passion, in real size and in cedar wood: The Last Supper, Jesus in the Olive Grove, the Arrest, the Flagellation, the Coronation of the Torches, the Last Way to Calvary and the Crucifixion.
Aleijandinho worked with two assistants between the years 1796 and 1799. The painter Manuel da Costa Ataíde, the famous master, and Francisco Xavier Carneiro completed his work.


The Sanctuary “Bom Jesus do Matosinhos Sanctuary” has been on the list of IPHAN – Institute of National Historical and Artistic Heritage / Protected by IPHAN since 1939.
In December 1985 then acknowledged by the UNESCO – United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization – as a World Cultural Heritage.
I believe that if you have the opportunity to plan a trip to Minas Gerais, the route of the Mineiro Baroque will enchant you with a lot of beauty. There are many architectural legacies of great value.
I just hope that the Brazilian government is aware of its treasures and is providing the commitment and resources for its preservation.
Note: If you want to follow our “Journeys” on the Blog, just click on “FOLLOW” in the lower right corner of this page. You will then automatically be informed about each of our new Blog-Travels.























