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Londres – Como se locomover – nossa experiência com o cartão Oyster/London – Fortbewegung – unsere Erfahrung mit der Oyster Card/London – Getting Around – Our Oyster Card Experience

Londres é uma cidade com mais de oito milhões de habitantes, charmosa e com muitos atrativos.

Acreditamos que é uma cidade para você conhecer por partes e com tranquilidade.  Foi nessa cidade onde iniciamos e terminamos nossa viagem de volta ao mundo, veja o post sobre essa viagem aqui.

Neste post vamos enfatizar a nossa experiência em se locomover em Londres usando o cartão Oyster no transporte público.

Sempre que chegamos em uma nova cidade gostamos de usar no primeiro dia um ônibus tipo hop on hof. Porém, no caso de Londres, foi diferente. Erich já havia visitado a cidade quase quarenta vezes, sempre à trabalho e eu não a conhecia ainda. Além disso, visitamos Londres em janeiro, inverno, quando muitos dias são cinza, pode chover e nevar. Por isso, optamos por não usar os ônibus de turismo, aliás, vi três desses ônibus de companhias diferentes.

Sendo assim, relacionamos os lugares que gostaríamos de visitar e o fizemos usamos o metrô, que é chamado e sinalizado como “underground”.

Como permanecemos em Londres menos que uma semana, a melhor opção para nos deslocarmos em transporte público foi o cartão Oyester.

Como funciona:

Você pode comprar diretamente nas máquinas localizadas nos metrôs, nos centros de visitantes, em todas as estações de metrô, na Tamlink Shop, na Croydon. Esse cartão, quando você vai comprar, você escolhe como usar, ele pode ser usado para ônibus e bonde, para metro, para fazer viagens e se você quer pagar conforme vai usando-o.

O cartão custa cinco pounds e você acrescenta os créditos que quiser e precisar. Nós primeiro compramos vinte pounds de crédito e depois acrescentamos mais. Caso você não use todos os créditos, você pode receber de volta, depois de 48horas. Nós preferimos guardar o cartão Oyester porque os créditos não expiram e podemos usar quando voltarmos, pois, quando a pandemia terminar, vamos voltar ao nosso ritmo constante de viagens.

Para maiores informações sobre o cartão Oyster, clique aqui.Nesse link tem uma aba “more” que você pode conhecer mais sobre Londres, as formas de se locomover na cidade, bem interessante. Mas, o site é somente em inglês.

Observação: se você quiser continuar “viajando” com o nosso blog, clique no botão “seguir” localizado no canto inferior direito dessa página. Você também pode “viajar” pelo Brasil conhecendo nosso  livro impresso 66 Brasil e sua versão digital 66 Belezas do Brasil.

London – Fortbewegung – unsere Erfahrung mit der Oyster Card

London ist eine Stadt mit mehr als acht Millionen Einwohnern, charmant und mit vielen Attraktionen.

Wir glauben, dass es eine Stadt ist, die man teilweise und in Ruhe entdecken kann.  In dieser Stadt haben wir unsere Weltreise begonnen und beendet, siehe auch den Beitrag über diese Reise hier.

In diesem Post werden wir Ihnen nun unsere Erfahrungen bezüglich der Fortbewegung in London mit der Oyster Card und den öffentlichen Verkehrsmitteln vorstellen.

Immer wenn wir in einer neuen Stadt ankommen, nutzen wir normalerweise am ersten Tag gerne einen Hop-On-Hop-Of-Bus. Im Fall von London war es jedoch anders. Erich hatte die Stadt fast vierzig Mal besucht, immer geschäftlich und ich kannte ihn damals noch nicht. Außerdem besuchten wir London schon im Januar im Winter, dann, wenn viele Tage grau sind, es regnen und sogar schneien kann.

Deshalb haben wir uns entschieden, dieses Mal die Touristenbusse nicht zu benutzen, tatsächlich aber habe ich drei dieser Busse von verschiedenen Unternehmen gesehen.

Daher haben wir uns die Orte aufgelistet, die wir besuchen wollten und zwar mit der U-Bahn, die als „UNDERGROUND“ bezeichnet und signalisiert wird.

Da wir weniger als eine Woche in London waren, war dies die beste Möglichkeit, mit öffentlichen Verkehrsmitteln herum zu reisen, die Oyester Card.

Wie funktioniert dies:

Sie können direkt an den Automaten in den U-Bahnen, in Besucherzentren, in allen U-Bahn-Stationen, im Tamlink-Shop in Croydon einkaufen. Falls Sie diese Karte kaufen, wählen Sie, wie Sie sie verwenden möchten, sie kann für Bus und Straßenbahn, für die U-Bahn, für Reisen und wie Sie zu zahlen beabsichtigen je nach Verwendung.

Die Karte kostet fünf Pfund und Sie fügen so viele Credits hinzu, wie Sie möchten und benötigen. Wir kauften zuerst für zwanzig Pfund Kredit und fügten dann jeweils weitere hinzu. Falls Sie nicht alle Credits aufbrauchen, können Sie diese nach 48 Stunden zurückerstattet bekommen.

Wir zogen es vor, die Oyester-Karte zu behalten, da das Guthaben nicht verfällt und wir sie bei einer Rückkehr nach London wieder verwenden können, was wir nach Ende der Pandemie wohl wieder früher oder später tun werden.

Weitere Informationen zur Oyster Card finden Sie hier. In diesem Link gibt es einen “Mehr”-Tab, auf welchem Sie mehr über London erfahren können, all die Möglichkeiten, sich in der Stadt fortzubewegen, sehr interessant. Aber leider ist die Seite nur auf Englisch.

Hinweis: Falls Sie unserem  Blog folgen wollen, dann klicken Sie unten rechts einfach auf “Weiter”, Sie werden dann zukünftig automatisch informiert. Sie können auch durch Brasilien reisen und unser Buch 66 SEHENSWÜRDIGKEITEN IN BRASILIEN  kennenlernen und 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.

London – Getting Around – Our Oyster Card Experience

London is a city of over eight million people, charming and full of attractions.

We believe that it is a city that can be explored partially and in peace.  In this city we started and ended our world trip, see also the article about this trip here.

In this post we will now share our experiences with getting around in London with the Oyster card and public transport.

Whenever we arrive in a new city we usually like to use a hop-on, hop-of bus on the first day. In the case of London, however, it was different. Erich had visited the city almost forty times, always on business, and I didn’t know him then. We also visited London in winter in January when many days are gray, it can rain and even snow.

So we decided not to use the tourist buses this time, but in fact I saw three of these buses from different companies.

Therefore we have listed the places that we wanted to visit and that with the subway, which is designated and signaled as “UNDERGROUND“.

Since we were in London for less than a week this was the best way to get around using public transport, the Oyester Card.

How does this work:

You can buy directly from the machines in the subways, in visitor centers, in all subway stations, in the Tamlink shop in Croydon. In the event that you purchase this card, choose how you want to use it, it can be for buses and trams, for the subway, for travel and how you intend to pay depending on how you use it.

The card costs five pounds and you add as many credits as you want and need. We bought credits for twenty pounds first and then added more at a time. If you do not use up all credits, you can get them refunded after 48 hours.

We preferred to keep the Oyester card as the balance does not expire and we can use it again when we return to London, what we will probably do again sooner or later after the pandemic ends.

You can find more information about the Oyster Card here. In this link there is a “More” tab where you can find out more about London, all the ways to get around the city, very interesting.                                      But unfortunately this site is only in English.

Note: If you want to follow our “Travels” on the blog, simply click on “Seguir” in the lower right corner, you will be then automatically informed in the future. You can continue traveling with us with our book Brazil´s 66 Beautiful Sites and 66 x Brazil – A Mosaic of Beauties.  

PONTOS ALTOS DE UM SONHO DE INFÂNCIA – PARTE III/ HÖHEPUNKTE EINES KINDHEITSTRAUMES – PART 3/HIGLIGHTS OF A CHILDHOOD DREAM – PART 3

De Cingapura nossa viagem nos levou, via Kuala Lumpur para outro exótico destino, Kathmandu no Nepal.

Foi uma experiência completamente nova para nós, quase um choque, assustador, medo e ao mesmo tempo estávamos absolutamente curiosos para conhecer, para saber que conhecimentos e impressões essa parte do mundo iria nos apresentar.

Depois de todas as diferentes impressões geográficas, climáticas e culturais em nossa jornada até agora, um mundo totalmente novo nos esperava aqui com seu trânsito caótico, barulho, sujeira, as consequências ainda visíveis do devastador terremoto,

em todos os lugares para não ser negligenciado improvisações de cabo,

poluição e também muita pobreza. O vídeo a seguir apresenta essas primeiras impressões.

No entanto, este país, que parece ter um “caos organizado” para nós, ofereceu um charme oculto e agradável. Eu suponho que a aura do budismo prevalecente com seus templos,

A Stupa com sua atmosfera de paz,

impondo manifestações religiosas,

as velhas cidades históricas

e, finalmente, o comportamento do próprio povo pode ser o fator decisivo, mas todo mundo realmente precisa avaliar isso por si mesmo.

O destaque maior da visita ao Nepal foi o voo panorâmico para apreciar a Cordilheira do Himalaia com vistas incríveis do mais alto pico do mundo, o Monte Everest..um experiência inesquecível!

Depois desses dias agitados e emocionantes em Katmandu e no Nepal, não perdi a oportunidade de desfrutar de uma cerveja do Everest antes de partirmos.

Nosso tour nos levou aos Emiratos Árabes Unidos, um grande contraste em termos de clima, religião, progresso, riqueza, arquitetura e orientação futura, o que é totalmente inimaginável para o Nepal.

Da janela do nosso hotel em Dubai pudemos avistar o BURJ KHALIFA,

o arranha-céu mais alto desta terra com 828 metros de altura. Em 55 segundos, você será catapultado para os decks de observação nos andares 124 e 148 com os percursos de elevadores mais longos do mundo,

de onde você pode desfrutar de uma vista deslumbrante de 360o como de um avião.

Muito impressionante também a Fonte de Dubai, água e música em perfeita harmonia em frente a um cenário arquitetônico e futurista sensacional.

Dubai fascina com todas as suas atrações, inovações e projetos, não é a minha primeira visita aqui e Marcia e eu temos certeza de visitar Dubai após a EXPO 2020 novamente para se surpreender … progresso PURO.

Num futuro próximo, nos concentraremos mais em Dubai em um post exclusivo onde  apresentaremos nossas impressões com mais detalhes.

Nós também fizemos uma viagem de um dia para Abu Dhabi,

Demos uma olhada rápida no Museu do Louvre Abu Dhabi e Marcia ficou muito impressionada com o esplendor do interior da Grande Mesquita Sheikh Zayed.

Os Emirados Árabes Unidos foram a última parada antes de retornarmos ao ponto de partida de nossa viagem de volta ao mundo, em Londres,

Estamos felizes por todas as aventuras que vivemos neste tour massivo. Também estamos muito contentes por termos feito toda a viagem em condições saudáveis e adequadas. Foi um sentimento estranho voltar ao ponto de partida.

Uma olhada no mapa do mundo com nossa rota nos deixa com uma certa gratidão

e um pouco orgulhosos.

Meu sonho de criança finalmente se tornou realidade.

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HÖHEPUNKTE EINES KINDHEITSTRAUMES PART 3

Von Singapur aus führte uns unsere Reise via Kuala Lumpur zu einem weiteren und dazu sehr fremden und für uns exotisch anmutenden Reiseziel, Kathmandu in Nepal.

Es war für uns eine komplette neue Erfahrung, fast schockierend, erschreckend, angsteinflöβend und gleichzeitig absolut neugierig machend, was wohl dieser Teil unserer Erde uns an Erkenntnissen und Eindrücken bescheren werden würde.

Nach all den unterschiedlichen geographischen, klimatischen und kulturellen Eindrücken auf unserer bisherigen Reise erwartete uns hier nun eine ganz andere neue Welt mit chaotischem Verkehr, Lärm, Schmutz, den noch sichtbaren Folgen des verheerenden Erdbebens,

den überall nicht zu übersehenden Kabel-Improvisationen,

Smog und auch sehr viel Armut. Das folgende Video mag diese ersten Eindrücke zu visualisieren versuchen.

Trotzdem offerierte dieses für uns als so „organisiertes Chaos“ erscheinende Land einen verborgenen, angenehmen Charme. Ich würde vermuten, daβ die Aura des vorherrschenden Buddhismus mit seinen Tempelanlagen,

Stupen mit ihrer friedlichen Atmosphäre,

imposanten religiösen Manifestationen,

die alten historischen Städte

und schlieβlich den Verhaltensweisen der Menschen selbst hierfür den Ausschlag geben könnten, aber dies muβ wirklich jeder für sich selbst abschlieβend bewerten.

Der absolute Höhepunkt hier in Nepal war für uns jedoch der Flug entlang der Himalaya-Gebirgs-Riesen-Kette mit unglaublichen Ausblicken auf den höchsten Berg dieser Welt, den Mount Everest… ein einfach geniales, unvergessliches Erlebnis.

Nach diesen erlebnisreichen, aufregenden Tagen in Kathmandu und Nepal lieβ ich mir es nicht entgehen, noch vor unserer Weiterreise ein Everest Bier genossen zu haben.

Unsere Tour führte uns nun in die Vereinigten Arabischen Emirate, ein gröβerer Kontrast bezüglich Klima, Religion, Fortschritt, Reichtum, Architektur und Zukunftsorientierung ist nach Nepal absolut nicht vorstellbar.

Von unserem Hotelfenster aus in Dubai konnten wir den BURJ KHALIFA sehen,

 der höchste Wolkenkratzer dieser Erde mit 828 Metern Höhe. In 55 Sekunden wird man dann quasi mit den weltweit längsten Aufzügen zu den Aussichtsplattformen in der 124. bzw. 148. Etage hochkatapultiert,

von wo aus man dann wie aus einem Flugzeug eine atemberaubende 360o Aussicht genieβen kann.

 Sehr beeindruckend auch die Dubai Fountain, Wasser und Musik in perfektem Einklang vor einer imposanten architektonischen und futuristischen Kulisse.

Dubai fasziniert mit all seinen Attraktionen und Innovationen und Projekten, es ist nicht mein erster Besuch hier und Marcia und Ich sind uns sicher, Dubai nach der EXPO 2020 wieder zu besuchen, um zu staunen…Fortschritt PUR.

Demnächst werden wir in einem BlogPost mehr auf Dubai eingehen und unsere Eindrücke vertiefend vorstellen.

Wir machten auch einen Tagesausflug nach Abu Dhabi,

warfen dort einen kurzen Blick auf das Louvre Museum Abu Dhabi und Marcia war sehr begeistert von dem Prunk der Innenausstattung der Sheikh Zayed Grand Mosque.

Die Vereinigten Arabischen Emirate waren die letzte Station bevor wir zum Ausgangspunkt unserer Weltumrundung, London, zurückkehrten,

es war Ende November 2018 als wir in Brasilien aufbrachen, nun haben wir Ende Januar 2019.

Uns beherrscht nun ein sehr glückliches Gefühl bezüglich all unseren Abenteuern, die wir auf dieser gewaltigen Tour erlebten und v.a. dominiert das Gefühl, alles gesund und fit erlebt haben zu können.

Es war ein ganz sonderbares Gefühl genau wieder da zu sein, wo alles begonnen hatte.

Ein Blick auf die Weltkarte mit unserer Route lässt in uns eine gewisse Dankbarkeit

und auch ein biβchen Stolz aufkommen.

Mein lang gehegter Kindheits- und Jugendtraum ist schlieβlich in Erfüllung gegangen.

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HIGLIGHTS OF A CHILDHOOD DREAM – PART 3

From Singapore our trip took us via Kuala Lumpur to another, foreign and exotic destination, Kathmandu in Nepal.

It was a complete new experience for us, almost shocking, frightening, scary and at the same time we were  absolutely curious to know, what knowledge and impressions probably this part oft he world will present to us.

After all the different geographic, climatic and cultural impressions on our journey so far, a whole new world awaited us here with ist chaotic traffic, noise, dirt, the still visible consequences of the devastating earthquake,

the everywhere not to be overlooked cable improvisations,

smog and also a lot of poverty. The following video may try to visualize these first impressions.

Nevertheless, this country, which seems so “organized chaos” to us, offered a hidden, pleasant charm. I would suppose that the aura of the prevailing Buddhism with its temples,

The  Stupen with their peaceful atmosphere,

imposing religious manifestations,

the old historical cities

and finally, the behavior of people themselves could be the deciding factor, but everyone really needs to evaluate this for him-/herselves.

The absolute highlight here in Nepal, however, was for us the flight along the Himalayan Mountain Giant chain with incredible views of the highest mountain in the world, Mount Everest … an simply ingenious, unforgettable experience.

After these eventful, exciting days in Kathmandu and Nepal I did not miss the chance to enjoy an Everest beer before we left.

Our tour took us now to the United Arab Emirates, a greater contrast in terms of climate, religion, progress, wealth, architecture and future orientation is absolutely unimaginable to Nepal.

From our hotel window in Dubai we could see the BURJ KHALIFA,

 the highest skyscraper of this earth with 828 meters height. In 55 seconds you will be catapulted to the observation decks on the 124th and 148th floors with the world’s longest lifts,

from where you can enjoy a breathtaking 360o view like from a plane.

Very impressive also the Dubai Fountain, water and music in perfect harmony in front of an impressive architectural and futuristic backdrop.

Dubai fascinates with all its attractions, innovations and projects, it is not my first visit here and Marcia and myself are sure to visit Dubai after the EXPO 2020 again to be amazed … progress PUR.

In the near future we will focus more on Dubai in a BlogPost and present our impressions in more detail.

We also made a day trip to Abu Dhabi,

threw a quick look at the Louvre Museum Abu Dhabi and Marcia was very impressed by the splendor of the interior of the Sheikh Zayed Grand Mosque.

The United Arab Emirates were the last stop before we returned to the starting point of our round the world trip, London,

it was the end of November 2018 when we left Brazil, now we have the end of January 2019.

We now have a very happy feeling about all of our adventures that we experienced on this massive tour.  We are also very glad having done the all tour in healthy and fit conditions.

It was a very strange feeling to be back where everything had started.

A look at the world map with our route leaves us with a certain gratitude

and also a little bit of pride.

My long cherished childhood and youth dream finally came true.

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